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Bate Papo sobre profissões para alunos do Terceirão FEMA

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Escolher a carreira profissional é, sem dúvida, um momento único e que requer planejamento, estudo e cautela. À vista disso, a Escola FEMA organizou um Bate Papo com diferentes profissionais para auxiliar os estudantes na difícil escolha profissional. O evento “Pra onde eu vou”, realizado na segunda (1°), no auditório da Unidade I, contou com a presença do Empresário e Engenheiro Civil, Guilherme Walker; da arquiteta Cynthia Muller; do coordenador do Curso de Enfermagem, Paulo Mix; da Psicóloga, Juliane Colpo; e da coordenadora do Curso de Direito, Bianca Tams Dielh.

Na ocasião, falaram sobre as dificuldades da escolha do curso, sobre as infinitas possibilidades de atuação, mercado de trabalho, remuneração, e ainda esclareceram dúvidas que iam aparecendo durante as palestras. Dentre todas os conselhos dados aos alunos, um foi unânime: é preciso estudar e pesquisar possibilidades.

O empresário Guilherme Walker, da empresa Central Peças, contou aos alunos sobre a empresa familiar, destacando as mudanças oriundas ao cenário. “O mundo mudou e nossa empresa poderia ter ficado como estava. Mas, ousamos e mudamos, desde a estrutura física até a organizacional. Tudo para atender melhor os clientes”, detalhou.

Os convidados falaram sobre empatia, paixão por fazer algo, criatividade, resolução de problemas, sonhos, coragem, dentre outros. “Com certeza, o – Pra onde eu vou? – ajudou muito no esclarecimento dos nossos alunos. Um momento único e bem aproveitado por eles”, declarou a professora Mônica Gasparetto.

Além de serem encorajados a escrever a própria história, ampliaram seus conhecimentos, recebendo novas informações sobre as profissões de Direito, Psicologia, Enfermagem, Arquitetura e Engenharia Civil. A atividade reuniu alunos do 3° ano do Ensino Médio da Instituição.

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Ensino

CAPS AD realiza palestras de conscientização nas escolas

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A FUMSSAR, através do Centro de Atenção Psicossocial – Álcool e Drogas CAPS AD realizou atividades educativas. Através do Programa Saúde na Escola PSE, quatro palestras sobre conscientização do uso de álcool e drogas na adolescência foram organizadas. As ações ocorreram na Escola Municipal Pedro Speroni, no bairro Cruzeiro.

As atividades foram ministradas pelos integrantes da equipe multidisciplinar do CAPS AD Movimento. Participaram a Assistente Social, o Enfermeiro, o Médico Psiquiatra, o Psicólogo, o Terapeuta Ocupacional e os Técnicos em Enfermagem. Além das orientações trazidas pelos profissionais, os alunos tiveram a oportunidade de ouvir o depoimento de um paciente do Centro de Atenção Psicossocial – Álcool e Drogas.

Ao todo 180 alunos, do 6º ao 9º ano, acompanharam as palestras. Entre os temas abordados: tipos de drogas, seus efeitos no organismo e as consequências do uso prolongado.

As instituições de ensino que tiverem interesse em participar, podem entrar em contato com o Centro de Atenção Psicossocial – Álcool e Drogas, pelo telefone: (55) 3513-5158 e agendar uma visita da equipe multidisciplinar.

O CAPS AD funciona das 08h às 18h sem fechar ao meio-dia de segunda a sexta-feira. O Centro fica localizado na Av. Flores da Cunha, 1321, no bairro Cruzeiro.

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Ensino

Como a alfabetização sofreu na pandemia: ‘criança que já deveria saber ler ainda não domina o abc’

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Na turma da professora Ana Carolina Guimarães há, hoje, desde crianças que já conseguem ler textos com facilidade até os alunos que, aos 8 ou 9 anos de idade, ainda sequer criaram familiaridade com todas as letras do alfabeto.
O cenário da volta às aulas preocupou a professora do 3° ano do ensino fundamental 1 na Escola Estadual São Bento, em Belo Horizonte (MG) – que por enquanto está funcionando em modelo híbrido, em que as crianças alternam entre uma semana na escola e uma semana no ensino remoto.

Preocupação da professora se deve ao fato de que, em condições normais, na 3ª série, as crianças já costumam estar na fase final do aprendizado básico de leitura e escrita.

“Todos os alunos teriam que estar lendo, e não é a realidade. Percebemos que há uma carência nesse retorno às aulas e que a alfabetização foi muito afetada pela pandemia”, diz Guimarães .

Crianças vulneráveis de 5 a 10 anos de idade – e, portanto, as que cursam o final da educação infantil e todo o ensino fundamental 1 – foram um grupo particularmente sensível às dificuldades dos mais de 18 meses de ensino à distância na pandemia. É porque elas estão em uma fase crucial de seu desenvolvimento escolar: a da alfabetização e da consolidação da leitura, da escrita e dos fundamentos matemáticos.
E também porque, nessa idade, elas têm pouca autonomia no ensino remoto, e portanto o contato próximo aos professores fez muita falta.

Fonte: terra

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Ensino

Polo de Ensino de Santa Rosa realiza doação de brinquedos em alusão ao Dia das Crianças

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Na tarde de segunda-feira (11) os alunos soldados do Polo de Ensino de Santa Rosa, acompanhados do Leão do PROERD e da Fronteiruxa, realizaram a entrega de brinquedos para crianças de comunidades próximas ao Polo.

Além de levar um pouco mais de alegria para as crianças, a ação ajuda o futuro soldado da Brigada Militar a compreender e desempenhar suas atividades com base na filosofia de polícia comunitária.

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