Barata está evoluindo para se tornar imune a inseticidas, diz estudo – Portal Plural
Connect with us

Mundo

Barata está evoluindo para se tornar imune a inseticidas, diz estudo

Reporter Global

Publicado

em



Capazes de sobreviver a grandes quantidades de radiação e até mesmo de sobreviver sem cabeça, as baratas já existem há mais de 320 milhões de anos, e hoje 4 mil espécies se espalham pelos quatro cantos do planeta. Um estudo, publicado na revista Live Science, concluiu que as baratas estão evoluindo na direção de já nascerem resistentes a sprays e remédios de combate a elas. O estudo afirma que espécies de baratas tornaram-se imunes a produtos químicos com as quais sequer tiveram contato.

O estudo, que é capaz de provocar pânico na maioria da população, não precisa causar terror entre brasileiros e brasileiras, pois foi baseado principalmente na espécie Blattella germanica, de origem alemã, em cima de animais encontrados em edifícios nos EUA. Através de combinações de sprays e remédios, e avaliando diversas gerações de baratas, concluiu-se que a espécie é capaz de desenvolver resistência a múltiplas classes de inseticidas, tornando possivelmente “o controle dessas pragas quase impossível apenas com produtos químicos.”

Segundo os pesquisadores, é a barata alemã “a espécie que dá má reputação a todas as outras baratas” – não só pela resistência desenvolvida, mas também por se reproduzirem rapidamente em áreas ocupadas por pessoas. O relatório sugere que o impedimento futuro de epidemias ainda maiores não dependerá exclusivamente de produtos químicos, mas de inteligência e armadilhas – diante do assombroso fato que a espécie alemã é capaz de colocar 400 ovos ao longo da vida.

Hey Peness

Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mundo

Extinções em massa na Terra acontecem a cada 27,5 milhões de anos, diz estudo

Pável Bauken

Publicado

em



As extinções em massa acontecem de forma relativamente frequente no planeta Terra. Segundo os cientistas, houve cinco delas nos últimos 500 milhões de anos, com algumas dizimando até 70% da vida no nosso planeta. Agora, um novo estudo indica que esses eventos ocorrem de forma cíclica.

A pesquisa, publicada na revista Historical Biology, indica que as extinções em massa na Terra ocorrem aproximadamente a cada 27,5 milhões de anos. Estudos anteriores já haviam apontado que a vida marinha era afetada por eventos similares em um intervalo de tempo semelhante. Segundo os pesquisadores, essas extinções coincidem com grandes impactos de asteroides e aumento da atividade vulcânica, mas, surpreendentemente, esses eventos podem não ser aleatórios.

Os pesquisadores sugerem que esse ciclo pode coincidir com a jornada do Sistema Solar pela Via Láctea. Segundo os cientistas, o Sol e os planetas circulam no plano intermediário da galáxia a cada 30 milhões de anos. Chuvas periódicas de cometas ocorreriam no Sistema Solar durante esse mesmo período, produzindo os impactos cíclicos que resultam em extinções em massa periódicas. Essas colisões criam as condições capazes de exterminar a vida terrestre e marinha, como escuridão e frio generalizados, incêndios florestais, chuva ácida e destruição da camada de ozônio. Isso foi o que aconteceu há 66 milhões de anos, quando um asteroide atingiu nosso planeta e resultou na extinção dos dinossauros e de boa parte da vida na Terra. Depois disso, outros eventos de extinção em massa de proporções menores foram registrados, como o provocado pela queda de um meteoro há 36 milhões de anos, na Sibéria.

“As extinções em massa globais foram aparentemente causadas por impactos cataclísmicos e vulcanismo maciço, talvez às vezes atuando em conjunto”, disse Michael Rampino, professor de biologia na Universidade de Nova York e principal responsável pela pesquisa. As conclusões dos pesquisadores surgiram da comparação dos ciclos de extinção com a idade das crateras produzidas pelo impacto de cometas e asteroides, e da inundação de basalto deixada por erupções vulcânicas que cobriram grandes áreas de terra com lava.


Fontes:  Universidade de Nova York, Express Forbes

Imagens: Shutterstock.com

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Mundo

Milhões de páginas de arquivos da CIA sobre óvnis são liberadas ao público

Pável Bauken

Publicado

em



Uma organização chamada Black Vault, que se define como “o maior arquivo privado de documentos desconfidencializados do mundo” colocou à disposição para download todos os arquivos públicos da CIA que tratam de óvnis. Ao todo, são 2,2 milhões de páginas sobre incidentes envolvendo objetos voadores não identificados. É a primeira vez que esse conteúdo está disponível de forma acessível a qualquer um.

A organização fez requerimentos à CIA durante 25 anos para conseguir o material. A Lei de Liberdade de Informação dos Estados Unidos garante acesso a esses tipos de documentos, desde que eles sejam solicitados por quem demonstrar interesse. Originalmente, apenas uma pequena parte desse conteúdo estava disponível ao público, mesmo que o sigilo sobre eles já houvesse expirado. “A CIA dificultava incrivelmente a consulta de seus registros de maneira justa”, criticou John Greenewald Jr., fundador da Black Vault, que finalmente conseguiu acessar o material para disponibilizá-lo de forma organizada em seu site.

Alguns dos relatórios sobre óvnis datam da década de 1980. Entre os arquivos estão documentos relacionados a uma explosão misteriosa que arrancou telhados e deixou uma cratera de 28 metros, que foi precedida por um “rugido estranho” e uma “esfera de fogo”, em Sasavo, Rússia. Outro conteúdo interessante é um documento com vários trechos que permanecem censurados afirmando que um ex-vice-diretor assistente da CIA para ciência e tecnologia “exibiu interesse” em um objeto misterioso que foi levado em uma valise para seu escritório. “Ele decidiu que iria investigar pessoalmente e, depois, deu conselhos sobre como prosseguir (com a investigação). Esse conselho permanece confidencial”, disse Greenwald no Twitter

Segundo a CIA informou a Greenewald, foram entregues a ele todos os documentos públicos a respeito do tema, mas ele diz que não há como comprovar que isso seja verdade. Nos próximos meses, tanto a CIA quanto o FBI devem liberar ao Congresso dos EUA tudo o que sabem sobre óvnis, de acordo com a Lei de Autorização de Inteligência para 2021.


Fontes: Vice e IFLScience

Imagem: Shutterstock.com

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Mundo

Marco tecnológico: NASA consegue fazer teletransporte quântico de longa distância

Pável Bauken

Publicado

em



Pela primeira vez, especialistas da NASA e de outras instituições conseguiram alcançar de forma bem-sucedida o transporte quântico de longa distância. Eles transferiram de modo instantâneo unidades básicas de informação quântica (chamadas qubits) por 44 quilômetros de fibra óptica entre dois pontos diferentes. A tecnologia poderá ser usada para desenvolver um serviço quântico de internet que revolucionaria o armazenamento de dados e a computação em geral.

Esse tipo de teletransporte não envolve a transferência real de matéria, mas de qubits, a unidade básica da informação quântica. Segundo os pesquisadores, o teletransporte quântico é uma transferência “desencarnada” de estados quânticos de um local para outro. Ele é alcançado usando uma técnica chamada emaranhamento quântico, na qual duas ou mais partículas são inextricavelmente ligadas entre si. Se um par de partículas emaranhadas é compartilhado entre dois locais separados, não importa a distância entre eles, a informação codificada é teletransportada.

Uma das autoras do estudo, María Spiropulu, informou que a pesquisa já havia alcançado bons resultados há vários meses, mas nenhuma notícia foi divulgada até que se chegassem a conclusões importantes para seu uso em aplicações práticas. Em nota, os especialistas garantiram que os novos resultados oferecem bases realísticas para a criação de uma internet quântica de alta fidelidade.

O avanço é notável por alguns motivos. Experiências anteriores apresentaram resultados instáveis no teletransporte quântico​​ em longas distâncias. Durante uma delas, apenas seis quilômetros foram alcançados. O objetivo final dos pesquisadores é criar redes quânticas que usem a tecnologia para aumentar enormemente a velocidade, a potência e a segurança da computação em relação ao que é possível atualmente. As redes quânticas podem trazer avanços para a criptografia, algoritmos de busca e serviços financeiros, além de produzir simulações quânticas de fenômenos complexos.


Fontes: Motherboard Independent

Imagens: Shutterstock.com

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Trending

© 2020 PORTALPLURAL.COM.BR Todos os direitos reservados.


error: Conteúdo protegido, para ter acesso seja nosso parceiro entre em contato no whats (55) 984161736
×