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Audiência Pública sobre “Valores que Ficam” trouxe Assembleia Legislativa à Câmara de Vereadores

Pável Bauken

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A Câmara de Vereadores de Santa Rosa sediou na tarde desta sexta-feira a 9ª audiência pública criada pela Assembleia Legislativa (AL) para divulgar a campanha Valores que Ficam, que incentiva a doação de parte do Imposto de Renda devido por pessoas físicas aos fundos sociais, e para debater temas como privatizações e concessões de serviços públicos.

Os trabalhos foram coordenados pelo presidente da Assembleia, deputado Luís Augusto Lara (PTB), que, logo na abertura, conclamou os vereadores e o Executivo a se unirem pela divulgação junto à comunidade e mobilização dos contribuintes para a doação dos valores devidos. “Essa possibilidade não é nova, já existe há 15 anos, só que não faz parte da cultura dos gaúchos. Mas temos que nos dar em conta que, em média, cerca de R$ 3 milhões poderiam permanecer nos municípios-polo do Rio Grande do Sul apenas com essa iniciativa, beneficiando nossas entidades sociais e hospitais”, disse Lara, que também falou sobre privatizações, concessões e PPPs, lembrando o Cresce RS, projeto que reuniu chefes dos Poderes, reitores de universidades e presidentes de federações empresariais em um grupo dedicado a destravar projetos que são cruciais para o desenvolvimento do estado.

Manifestando-se em nome do Poder Legislativo, Marcos Migue Knorst, falou da honra da Câmara de Santa Rosa sediar uma das 10 audiências que a Assembleia propôs para debater o tema. “Sem dúvida nós assumiremos o compromisso de ajudar na divulgação dessa iniciativa. Santa Rosa só tem a ganhar com a permanência desses valores aqui na região, beneficiando nossas entidades sociais, que tanto precisam de ajuda”, disse Migue, que recebeu das mãos do presidente da Assembleia, uma homenagem em agradecimento à acolhida à equipe da AL.

Já o prefeito Alcides Vicini, ao se manifestar, reforçou as palavras de Migue, lembrando que a iniciativa é extremamente oportuna e alinhada com a realidade. “O poder público perdeu a capacidade de financiar as entidades assistenciais, então essa iniciativa é uma verdadeira preciosidade. Vamos fazer nossa parte com todo amor e paixão que temos por nossa cidade”, ressaltou Vicini.

Também participaram da Audiência os deputados Ernani Polo (PP), Jeferson Fernandes (PT) e Eduardo Loureiro (PDT).

Foram palestrantes o delegado da Receita Federal de Santo Ângelo, Arlei Carlos Schons e o contador Clóvis Molinari, representando o Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Sul.

O delegado da Receita Federal lembrou que o hábito da destinação de recursos do imposto de renda é “um ato de cidadania”.

Depois de orientar sobre os procedimentos práticos para a destinação, ainda em 2019, de 6% do imposto devido na declaração completa, Schons convidou todos a refletirem como cidadãos e destinarem os recursos às entidades. O forte apelo do fiscal veio dos números tímidos de Santa Rosa, onde do potencial de R$ 2,9 milhões, apenas R$ 228 mil tiveram destinação conforme prega a campanha Valores que Ficam.

Carlos Schons foi enfático ao afirmar que “trata-se de um aprendizado, falamos de cidadania, não é doação”, observando que a campanha está convidando os contribuintes a adotarem essa postura de cidadãos. Outra ponderação do delegado foi no sentido de evidenciar a importância da permanência desses recursos no município ou na região, destinados para o Funcriança ou outras entidades sociais, devidamente cadastradas no sistema. Explicou que até o final do ano ainda é possível dar esse encaminhamento dos recursos em até 6% do que é devido.

Já Clóvis Molinari expôs o trabalho de divulgação efetuado pelos contabilistas, comandados pelo Conselho Regional de Contabilidade da região de Santa Rosa com o objetivo de ampliar a destinação de parte do imposto de renda para as entidades sociais do município, através dos fundos sociais. Ele lamentou o pequeno índice de doações, justificando que ainda falta conscientização da comunidade e divulgação do procedimento de doação. Para ele, a doação é uma atitude que pode injetar consideráveis recursos nas entidades sociais. “Com esse simples gesto, poderemos tirar crianças das ruas, dar mais educação e cultura para elas, o que acarretará numa sociedade melhor”, assegurou.

Ele destacou que a destinação para fundos sociais que atendam crianças, adolescentes, idosos ou até mesmo para o fundo audiovisual, pode ser realizada por toda a pessoa física, no limite de 6% de dedução do Imposto de Renda Devido até o final do mês de dezembro deste ano ou até 3% quando da apresentação da declaração de imposto de renda até abril de 2020.

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Escolinha de Trânsito 2020 em pleno desenvolvimento em Santa Rosa

Pável Bauken

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O Governo Municipal de Santa Rosa, através do Departamento de Mobilidade Urbana, deu início este ano às atividades da Escolinha de Trânsito, promovendo ações permanentes para mudar o comportamento das pessoas, buscando um trânsito mais seguro para o município.

A primeira atividade do ano foi realizada está semana, junto à academia aberta da Vila Júlio de Oliveira, onde as crianças da comunidade receberam orientações de trânsito.

De acordo com o Diretor de Mobilidade Urbana, Carlos Lozekan, as atividades em prol de um trânsito mais humanizado e seguro são desenvolvidas pela secretaria de Desenvolvimento Urbano e se propõem a desenvolver uma política permanente de educação e conscientização para um trânsito mais seguro e humanizado e a Escolinha de Trânsito desempenha esse papel.

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Brasil cria 644 mil empregos formais em 2019, melhor resultado em 6 anos

Dados do Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados (Caged) foram divulgados pelo Ministério da Economia. Em dezembro de 2019, foram registradas 307.311 demissões.

Reporter Cidades

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O Brasil criou 644.079 empregos com carteira assinada em 2019, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta sexta-feira (24).

O número resulta da diferença entre as contratações, que totalizaram 16.197.094 no último ano, e as demissões – que totalizaram 15.553.015 pessoas.

Esse foi o segundo ano seguido de geração de vagas formais e, também, o melhor resultado desde 2013 – quando foram criados 1,117 milhão de empregos com carteira assinada. Deste modo, é o maior número de vagas formais abertas em seis anos.

De acordo com o secretário de Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Dalcolmo, o aumento na criação de empregos formais, em 2019, é “mais um sintoma de retomada da economia brasileira e da confiança do empresariado na política econômica do governo”.

“A indústria, depois de anos registrando dados negativos, voltou a reagir, puxada também pela construção civil”, acrescentou. Segundo ele, a indústria fechou vagas entre 2014 e 2017 e, no ano de 2018, abriu 2.610 vagas, com desempenho “praticamente estável”. Em 2019, criou 18 mil empregos formais.

Empregos formais
Com a criação de empregos formais em 2019, o Brasil fechou o ano com um estoque de 39,05 milhões de empregos formais existentes. No fim de 2018, o saldo de empregos formais estava em 38,43 milhões de vagas.

O resultado de 2019 representa o estoque mais alto, registrado no fim do ano, desde 2015 – quando 39,23 milhões de pessoas ocupavam empregos com carteira assinada.

Em dezembro de 2019, porém, houve fechamento de vagas. Esse é um mês que tradicionalmente há demissões de trabalhadores com carteira assinada.

Em dezembro do ano passado, foram fechadas 307.311 vagas formais. No mesmo mês de 2018, por exemplo, as demissões superaram as contratações em 334.462 vagas.

Ano de 2019 por setores

De acordo com os números do governo, os oito setores da economia abriram vagas no ano passado. O setor de serviços foi o que mais criou empregos, e a administração pública foi o setor que contratou menos trabalhadores.

Veja abaixo os resultados:

  • Construção civil: 71.115 postos
  • Indústria de transformação: 18.341 empregos
  • Indústria extrativa mineral: 5.005 postos formais
  • Serviços industriais de utilidade pública: 6.430 vagas
  • Administração pública: 822 empregos
  • Comércio: 145.475 vagas formais
  • Agropecuária: 14.366 vagas
  • Serviços: 382.525 empregos

Regiões do país

De acordo com o Ministério da Economia, todas as cinco regiões do país registraram mais contratações do que demissões no ano passado.

  • Região Sudeste: 318.219 vagas abertas
  • Região Nordeste: 76.561 vagas criadas
  • Região Norte: 32.576 vagas abertas
  • Região Centro-Oeste: 73.450 vagas criadas
  • Região Sul: 143.273 vagas abertas

O governo informou ainda que as 27 unidades da federação criaram empregos formais no ano passado.

A abertura de vagas no ano foi liderada por São Paulo (+184.133), seguido por Minas Gerais (+97.720) e Santa Catarina (+71.406 vagas). Os estados que menos criaram vagas no ano passado foram Amapá (352), Acre (353) e Alagoas (731).

Trabalho intermitente

Segundo o Ministério da Economia, foram realizadas 85.716 contratações por meio do trabalho intermitente no ano passado. Nessa modalidade, o trabalho ocorre esporadicamente, em dias alternados ou por algumas horas, e é remunerado por período.

No último ano foram registrados ainda 20.360 empregos formais nas novas modalidades de trabalho parcial. Essas modalidades de trabalho parcial, definidas pela reforma trabalhista, incluem contratações de até 26 horas semanais com restrições na hora extra ou até 30 horas por semana sem hora extra.

Salário médio de admissão

O governo também informou que o salário médio de admissão foi de R$ 1.595,53 em dezembro do ano passado, o que representa uma queda real, com os valores sendo corrigidos pelo INPC, de R$ 2,41 em relação ao patamar do mesmo mês de 2018 (R$ 1.597,94).

Em novembro de 2019, ainda de acordo com informações oficiais, o salário médio de admissão estava em R$ 1.611,14.

G1

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Ministério anuncia R$ 3 milhões para o Espaço FENASOJA

Projeto será ampliado com emenda confirmada pelo vice-prefeito, Luis Antônio Benvegnú.

Pável Bauken

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O vice-prefeito Luis Antônio Benvegnú confirmou na manhã desta quinta-feira, 23, que o Ministério da Cidadania, através do ministro Osmar Terra repassará um recurso de R$ 3 Milhões para a ampliação do Espaço FENASOJA. O valor, que segundo Benvegnú será empenhado nos próximos dias, será destinado através da Secretaria de Esporte.

Benvegnú explicou que a FENASOJA irá concluir a primeira etapa da obra, onde a feira investiu R$ 1,4 milhão e em seguida o projeto será ampliado com a emenda.”A ideia foi ajustar o projeto e ampliá-lo”.

O presidente da FENASOJA 2020 Elias Dallalba comemorou o anúncio, destacando que o recurso colaborará para entregar um projeto amplo. Trata-se de arena de 3,5 mil metros quadrados (50mX70m) de área construída, que contemplará espaço multiuso para prática esportiva e apresentações musicais ou cênicas. “Teremos um palco de espetáculos, três quadras poliesportivas cobertas, mais duas descobertas, pista de atletismo coberta e outra descoberta, acesso para logística de carga e descarga de equipamentos, banheiros, camarins, espaço para imprensa e camarotes”, destaca Elias.

Benvegnú salienta que com o aporte financeiro, oriundo do Ministério será ampliado o projeto, com banheiros, pista de skate, alojamentos para atletas, sala de dança, academia, e estrutura completa para mais diferentes esportes.

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