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Atualização do Facebook irá permitir “abraço à distância” – Portal Plural
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Tecnologia

Atualização do Facebook irá permitir “abraço à distância”

Pável Bauken

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Iniciativa de expressar "cuidado" será acrescentada aos emojis já existentes, como o botão "curti" | Foto: Olivier Douliery / AFP / CP


O Facebook está tentando abraçar o mundo na forma de um emoji que as pessoas podem usar enquanto permanecem em casa. A quantidade de emojis disponíveis para uso nesta rede social será ampliada na próxima semana, com figurinhas como a clássica carinha amarela, agora abraçando carinhosamente um coração vermelho. 

A iniciativa de expressar “cuidado” será acrescentada aos emojis já existentes, como o botão “curti” e ícones mais recentes para expressar amor, felicidade, tristeza, raiva e medo. “Estamos lançando novos ícones de reação para o Facebook e Messenger como forma de fazer as pessoas mostrarem seu apoio umas às outras nesse momento delicado”, disse o porta-voz da rede social Alexandru Voica em uma série de tuítes nesta sexta-feira.

“Nós esperamos que essas reações permitam que as pessoas tenham outras formas de demonstrar apoio durante a crise da #COVID19”. 

Faz cinco anos que o Facebook expandiu suas opções de emojis para expressar sentimentos de forma a usá-las ao clicar em uma carinha e selecionar a expressão que preferir para mandá-la para um amigo.  O novo símbolo “estará disponível em todo o mundo na próxima semana e poderá ser usado para reagir a posts, comentários, imagens, vídeos e qualquer outro conteúdo no aplicativo e no Facebook.com”, disse Voica.

A versão do Messenger para plataformas móveis também receberá um novo emoji – um coração vermelho desenhado como se estivesse batendo.

O uso do Facebook e dos seus serviços, incluindo mensagens e chat de vídeos – usados por mais de dois bilhões de pessoas – aumentou após o confinamento, período em que muitas pessoas em todo o mundo utilizam as redes sociais para manter contato com amigos e entes queridos.

Correio do Povo

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Tecnologia

Sabe quanto custa produzir os novos iPhones?

Reporter Global

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O modem 5G é o componente mais caro, seguido do ecrã OLED

 

O iPhone 12 e o iPhone 12 PRO são os dois novos tops de linha da Apple e, como tal, não ficarão baratos a quem pretende adquiri-los. Porém, sabe quanto custa à Apple produzir os dois smartphones?

O site japonês Fomalhaut Techno Solutions (via GSMArena) revela que enquanto o iPhone 12 custa 373 dólares (312 euros), produzir o iPhone 12 Pro chega aos 406 dólares (339 euros). De recordar que a versão base do iPhone 12 custa 929 euros e o iPhone 12 Pro tem um preço a partir dos 1.179 euros.

A publicação refere que o componente mais caro destes iPhones é o modem 5G que custa 90 dólares (75 euros), seguido do ecrã OLED que custa 70 dólares (58 euros).

 

 

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Tecnologia

Teles cobram transparência do governo na definição de tecnologia do 5G

Pável Bauken

Publicado

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Após semanas de sinalizações de alinhamento com os Estados Unidos por parte do governo Jair Bolsonaro na política de banir a chinesa Huawei do 5G, as principais teles que atuam no País decidiram cobrar transparência nas decisões a respeito da tecnologia. Preocupadas com as “incertezas” no processo, o Conexis Brasil Digital divulgou nota oficial em que pede para que as operadoras participem das discussões e pregou que elas sejam feitas de forma ampla e a partir de critérios técnicos.

“Diante do nosso papel fundamental na implementação da tecnologia no País, e preocupadas com as incertezas geradas por essas discussões, ressaltamos a necessidade de transparência de todo o processo, prezando assim pelo princípio fundamental da livre iniciativa presente em nossa Constituição Federal”, diz a nota do Conexis Brasil Digital. “Esse ambiente de incertezas pode impactar o desempenho do setor, pois eventuais restrições implicarão potenciais desequilíbrios de custos e atrasos ao processo, afetando diretamente a população.”

Na nota, as empresas não citam a empresa chinesa, mas mencionam preocupações com preço, escala e inovação, que são características atribuídas à Huawei, líder mundial no 5G.

“Questões como preço, escala mundial e inovações tecnológicas dos fornecedores hoje presentes no País são determinantes para que as melhores soluções e custos competitivos do serviço possam ser oferecidos pelas operadoras aos cidadãos”, diz a nota.

Também sem fazer referência direta à Huawei, as operadoras destacam que “todos os fornecedores globais já atuam no País nas tecnologias 4G, 3G e 2G”.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estima que a empresa chinesa esteja em algo entre 35% a 40% das redes brasileiras atualmente em operação. As operadoras, no entanto, afirmam que essa fatia é ainda maior, de 45% a 65% entre as maiores, e de até 100% dependendo da região.

No Reino Unido, o banimento à Huawei custará 250 milhões de libras, cerca de R$ 1,8 bilhão, para substituir os equipamentos da companhia pelos de outros fornecedores. No Brasil, os gastos associados a uma decisão como essa ainda não foram levantados, mas a decisão pode atrasar o 5G e comprometer os serviços já prestados, dizem as teles.

“Uma eventual restrição a fornecedores do 5G pode atingir também a integração com a infraestrutura já em operação, com consequências diretas nos serviços oferecidos e custos associados, mais uma vez prejudicando os cidadãos brasileiros usuários dessa infraestrutura”, diz a nota. “É necessário ainda ressaltar que as operadoras, em sua grande maioria, são empresas de capital aberto e a transparência das discussões é fundamental para gerar segurança aos investidores e seguir atraindo novos investimentos para o País.”

As teles afirmam ainda que podem contribuir com sua expertise técnica nos debates sobre a nova tecnologia e sobre a política pública para o 5G. Até agora, as discussões no governo acontecem a portas fechadas, sem a participação das empresas.

“As principais operadoras do País possuem ampla expertise técnica e grande experiência nos mais elevados e críticos quesitos de privacidade e segurança de rede, e podem contribuir com soluções técnicas eficazes nas discussões que envolvem toda nossa cadeia de produtos e serviços, preservando a segurança do País”, diz a nota. “Por fim, cumpre-nos destacar que representamos cerca de 4% do PIB e já investimos no País mais de R$ 1 trilhão de reais desde a privatização, o que nos permitiu dar uma resposta robusta à atual crise. Somos um setor que emprega quase dois milhões de profissionais, diretos e indiretos, e um dos que mais contribuem com pagamentos de tributos ao erário público.”

Por Anne Warth

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Tecnologia

Os detalhes dos novos MacBooks e o novo chip próprio da Apple

Pável Bauken

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A Apple, empresa mais valiosa do mundo e primeira a ultrapassar U$ 2 trilhões em valor de mercado, nem sempre foi pioneira. Ela não criou o primeiro computador pessoal nem o primeiro smartphone. O que caracteriza a empresa é sua capacidade de reinventar-se, produzindo algo ainda mais original.

Exatamente quando seus rivais como Amazon, Google e Facebook se voltam para a produção de tecnologias emergentes como a realidade virtual aumentada e a Inteligência Artificial, a empresa vem sendo questionada qual será seu próximo lance de efeito para manter seu status e concorrer com os gigantes.

Respondendo aos anseios de todos, a fabricante acaba de lançar seus novos modelos de Macbooks em um evento online chamado “One more thing” (“Mais uma coisa”, em tradução do inglês), uma apresentação previamente gravada e transmitida exclusivamente online na terça-feira (dia 10), por conta da pandemia do coronavírus,

Os novos modelos são os primeiros equipados com processadores desenvolvidos internamente. A empresa apresentou os novos chips pela primeira vez em sua Conferência Mundial de Desenvolvedores em junho, com o CEO Tim Cook dizendo que lançaria os primeiros computadores equipados com os novos chips até o final do ano e completaria toda a transição em dois anos.

O primeiro chip interno da empresa, baseado nos chips da série A que vêm sendo usados em iPhones e iPads há anos, é chamado M1. Cook o descreveu como “de longe o chip mais poderoso que já criamos.” A empresa revelou três novos dispositivos movidos pelos chips M1. Mas o que muda e quais são os dispositivos que introduzem a nova construção da empresa?

MacBook Air

A Apple usou os novos chips para reiniciar um de seus notebooks mais populares. O novo MacBook Air de 13 polegadas foi o primeiro dispositivo revelado. Contando com o novo chip M1, o equipamento será, segundo a empresa, “até 3,5 vezes mais rápido” do que os modelos anteriores – e até três vezes mais rápido do que um notebook similar com o sistema operacional Windows, da Microsoft

O tamanho menor e a maior eficiência do chip também permitiram à Apple remover a ventoinha que mantém seus laptops resfriados, com a empresa se vangloriando de que o novo Air é “completamente silencioso”. Games sabidamente pesados, a exemplo de League of Legends, além de plataformas de cassino online, agora rodarão de forma que o usuário jamais notará o ventilador funcionando.

MacBook Pro

A Apple também está adicionando o novo chip a um de seus modelos mais sofisticados. O M1 agora irá alimentar o MacBook Pro de 13 polegadas, melhorando ainda mais seu desempenho e velocidade. Outros recursos habilitados pelo novo chip incluem reprodução mais rápida para vídeo de 8K e melhores recursos de aprendizado de máquina.

Os novos chips também proporcionam o que a Apple diz ser “a bateria mais longa de todos os tempos em um Mac”. O novo Pro é capaz de 17 horas de navegação na web e 20 horas de reprodução de vídeo.

Mac Mini

O último dispositivo a funcionar pelos chips internos é o computador de mesa compacto da Apple, o Mac mini. O sistema desktop, equipado com portas USB-C que permitem a conexão a um monitor de sua escolha, oferece uma alternativa de alto desempenho para usuários que preferem trabalhar em monitores maiores e precisam que seus computadores façam um trabalho mais pesado do que um laptop.

Uma opção para editores de foto e vídeo, operadores de plataformas que necessitam de visualizações extensas, e até para os amantes de jogos de apostas online, que conseguem uma imersão sem igual e com um processamento de deixar o usuário de queixo caído.

Os analistas dizem que a mudança para seus próprios chips dará à Apple e a seus usuários várias vantagens, incluindo melhor desempenho e duração da bateria. Como a Apple já usa seus chips internos no iPhone e no iPad, trazer essa capacidade para sua linha de Mac dará à Apple mais controle sobre as atualizações e experiência do usuário, e permitirá que os aplicativos funcionem de forma mais integrada entre os dispositivos.

Por DINO DIVULGADOR DE NOTÍCIAS – Estadão

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