Atrizes compartilham fracassos de carreira no LinkedIn para inspirar outras mulheres
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Atrizes compartilham fracassos de carreira no LinkedIn para inspirar outras mulheres

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Atrizes renomadas como Jane Fonda, Helen Mirren, Andie MacDowell, Aja Naomi King e Eva Longoria estão inspirando outras mulheres ao compartilhar seus fracassos de carreira no LinkedIn. A iniciativa faz parte da campanha “Worth It Resumé” de L’Oréal Paris, que visa desmistificar o medo do fracasso e mostrar que os erros são parte essencial do caminho para o sucesso profissional.

Jane Fonda relembrou um episódio marcante em sua carreira quando, aos vinte e poucos anos, perdeu um papel na Broadway ao negar ser ambiciosa. “No minuto em que a palavra ‘Não’ saiu da minha boca, eu soube que nunca conseguiria o papel”, escreveu Fonda, destacando a importância de reconhecer e aceitar a própria ambição.

Andie MacDowell enfrentou um contratempo em seu primeiro papel de destaque no cinema ao descobrir que sua voz havia sido dublada sem o seu conhecimento. Helen Mirren compartilhou que sua estreia no teatro foi criticada, sendo descrita como “o elo mais fraco de uma ótima produção”.

Eva Longoria e Aja Naomi King falaram sobre as dores da rejeição. Longoria contou que foi recusada para mais de 100 papéis por ser “latina demais ou não latina o suficiente”. King relatou a decepção de não conseguir um papel que sentia ser seu, abalando sua confiança.

Especialistas afirmam que aprender com os erros é crucial para o avanço na carreira. A psicóloga organizacional Amy Edmonson, em seu livro “The Right Kind of Wrong: The Science of Failing Well”, explica que a maioria das pessoas não aprende as lições valiosas que os fracassos podem oferecer. “Adiamos o duro trabalho de refletir sobre o que fizemos de errado”, diz Edmonson.

Empresas inovadoras também reconhecem a importância de aceitar o fracasso. Astro Teller, CEO da X, empresa de inovação do Google, oferece bônus a funcionários que admitem que um projeto não está funcionando. “Trabalhamos duro na X para tornar seguro falhar”, disse Teller em um TED talk.

As mulheres enfrentam desafios únicos em relação ao medo do fracasso. Uma pesquisa da KPMG revelou que 81% das executivas sentem mais pressão para não falhar do que os homens. Outro estudo mostrou que estudantes de engenharia mulheres têm um medo de fracasso significativamente maior do que seus colegas homens, refletindo padrões mais elevados que as mulheres precisam cumprir para serem consideradas competentes.

A campanha “Worth It Resumé” de L’Oréal Paris, apoiada por uma empresa de cosméticos, enfatiza que maquiagem não é sobre esconder falhas, mas sobre se tornar quem você deseja ser. “Maquiagem não é uma questão de encobrir suas falhas, mas sim de se tornar quem você deseja ser”, disse Delphine Vigiuer, presidente global da marca L’Oréal Paris. Essa iniciativa destaca a importância de reconhecer, aprender e crescer com os fracassos, inspirando mulheres a abraçarem seus erros como parte do caminho para o sucesso.

Fonte: Forbes Brasil

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Justiça Eleitoral cassa mandato de deputada federal que fez harmonização facial com dinheiro de campanha

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Foto: Reprodução
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O Tribunal Regional Eleitoral do Amapá cassou por unanimidade o mandato da deputada federal Silvia Waiãpi (PL), acusada de usar verba de campanha para realizar uma harmonização facial em 2022. A denúncia partiu da coordenadora do comitê partidário da deputada, que alegou ter se desentendido com Silvia após descobrir o uso dos recursos públicos no procedimento estético, realizado em agosto daquele ano.

Para encobrir o gasto de mais de R$ 39 mil na clínica, Silvia teria transferido os valores sob o pretexto de pagamento pelos serviços da coordenadora, Maitê. O cirurgião-dentista William Rafael confirmou a situação durante o julgamento.

O Ministério Público Eleitoral apresentou recibos que totalizam R$ 9 mil, reforçando as provas contra a parlamentar. Os desembargadores e juízes, após analisarem as evidências e rejeitarem a prestação de contas da deputada, decidiram pela cassação de seu mandato.

Silvia Waiãpi, nome civil Silvia Nobre Lopes, de 48 anos e natural de Macapá, se define como mãe, avó, indígena, militar e republicana conservadora. Ela é graduada em fisioterapia e já comandou a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) durante o governo Bolsonaro.

Em 2023, seu nome foi mencionado em um inquérito que investiga os eventos de 8 de janeiro daquele ano, envolvendo invasões ao Palácio do Planalto, Congresso Nacional e Supremo Tribunal Federal (STF).

Em resposta à cassação, Silvia Waiãpi alegou não ter sido intimada para o julgamento, descobrindo a situação pela imprensa. Ela afirmou que suas contas já haviam sido julgadas e aprovadas pelo mesmo tribunal, destacando que seus advogados tomarão medidas cabíveis após tomar ciência do ocorrido. Durante o julgamento, a deputada participava de uma audiência pública sobre o combate à exploração e abuso sexual de vulneráveis na região Norte do Brasil.

Fonte: Jornal o Sul

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Receita Federal abre consulta ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda

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Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
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A partir das 10h desta sexta-feira (21), a Receita Federal iniciou a consulta ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2024, referente ao ano-base 2023.

Este lote contempla mais de 5,7 milhões de contribuintes, totalizando R$ 8,5 bilhões, incluindo restituições residuais de exercícios anteriores. Os pagamentos estão programados para o dia 28 de junho.

Devido ao estado de calamidade no Rio Grande do Sul, 252,73 mil contribuintes foram priorizados para receber suas restituições neste lote.

Para verificar se teve a restituição liberada, o contribuinte deve acessar o site da Receita Federal, selecionar a opção “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, clicar em “Consultar a Restituição”. Além disso, há um aplicativo disponível para tablets e smartphones.

Fonte: Jornal o Sul

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Em 2022, o Brasil gastou R$ 153,5 bilhões com despesas médicas e em perda de produtividade provocadas pelos fumantes

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Foto: Divulgação/Banco Mundial/ONU
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Em 2022, o Brasil enfrentou um ônus significativo devido ao tabagismo, com despesas médicas e perda de produtividade totalizando R$ 153,5 bilhões, equivalentes a 1,55% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. Este valor foi revelado pela pesquisa “Carga da doença e econômica atribuível ao tabagismo no Brasil e potencial impacto do aumento de preços por meio de imposto”, conduzida ao longo de dois anos e divulgada recentemente na sede da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) em Brasília.

Coordenada pela Comissão Nacional para a Implementação da Convenção-Quadro sobre o Controle do Uso do Tabaco e de seus Protocolos (Conicq), com apoio do Instituto Nacional de Câncer (INCA), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e Instituto de Efectividad Clínica y Sanitaria da Argentina, a pesquisa destacou que o tabagismo não apenas resulta em custos elevados para o sistema de saúde, mas também em perdas significativas de produtividade.

Vera Luiza da Costa e Silva, secretária executiva da Conicq, enfatizou que, apesar da arrecadação de impostos pela indústria do tabaco não ter ultrapassado R$ 9 bilhões em 2022, os custos associados ao tabagismo foram substancialmente mais elevados. Ela sublinhou que a maior parte dos gastos médicos foi direcionada para o tratamento de doenças respiratórias, cardíacas e acidente vascular cerebral (AVC), que juntas consumiram R$ 67,2 bilhões do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, os cuidados oncológicos, especialmente para cânceres de esôfago, boca e faringe, demandaram investimentos consideráveis.

O impacto econômico do tabagismo também se estendeu às perdas de produtividade, totalizando R$ 45 bilhões devido a mortes prematuras e incapacidade para o trabalho. O estudo apontou ainda que cuidadores informais enfrentaram uma redução de R$ 41,3 bilhões na produtividade devido à necessidade de abandonar o trabalho para cuidar de familiares afetados por doenças tabaco-relacionadas.

A pesquisa também abordou o tabagismo passivo, contribuindo para 12% das mortes prematuras associadas ao tabaco, com 603 mil mortes anuais no mundo, incluindo 168.840 crianças, atribuíveis à exposição à fumaça do tabaco.

Para mitigar esses impactos negativos, o estudo recomendou um aumento de 50% na taxação dos produtos de tabaco, o que poderia reduzir significativamente os custos com saúde e evitar 145 mil mortes devido à redução do consumo. “Ao aumentarmos o preço dos cigarros, reduzimos seu consumo, criando uma relação inversamente proporcional”, destacou Vera Luiza.

Além disso, o documento propôs que a indústria do tabaco seja responsabilizada conforme as políticas e práticas legais brasileiras para compensar as perdas decorrentes da venda de seus produtos.

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