Mundo
Atriz pede desculpas e fala sobre roupas de atrizes em cartaz da Paixão de Cristo

A atriz Pillar Costa publicou um vídeo em seu perfil no Instagram onde explicou as circunstâncias da criação do cartaz do espetáculo Paixão de Cristo do Monte Castelo, apresentado em Teresina. Ela, que interpreta Maria de Cleófas (tia de Jesus) na encenação, explicou que as atrizes não estavam usando o figurino nas fotos porque “não tinha verba” para que pudessem vesti-los antes da peça.
“Em momento nenhum foi dito que ali é a minha personagem. Uma das meninas faz o diabo, ali não é o diabo. (…) Foi uma montagem. Me pediram uma foto, apenas para confirmar a nossa presença. O que está sendo exposto é como se a gente estivesse usando isso como marketing. Sendo que não é uma coisa positiva. Estamos lidando com um ato religioso. O grupo do Monte Castelo tem 37 anos de história. E por que não foi feito com o figurino? Porque não tinha verba!”, declarou.
Ela destacou que a encenação da Paixão de Cristo é feita pelas próprias pessoas da comunidade, cerca de 250 integrantes do grupo que, eles próprios, produzem cenários e figurinos. Devido aos poucos recursos, não foi possível enviar o figurino para as atrizes ou trazê-las ao Piauí antes, para que fossem feitas as fotos com a caracterização das personagens.
Pillar se emocionou ao gravar o vídeo e pediu que as pessoas sejam mais compreensivas, tenham mais amor no coração. Ela disse ainda que ela e as outras atrizes que aparecem no cartaz estão sofrendo muito “hate” (ataques de ódio) nas redes sociais. Ela pediu desculpas pela situação.
Polêmica nas redes sociais
O cartaz gerou polêmica depois que foi publicado na quarta-feira (13), nas redes sociais da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves, da Prefeitura de Teresina.
Isso porque o ator que interpretou Jesus Cristo aparece entre quatro mulheres, atrizes da peça, com roupas decotadas .
Muitos internautas criticaram o post, que foi apagado após a repercussão.
Mundo
Justiça determina que governo Trump recontrate dezenas de milhares de funcionários

Dois juízes dos Estados Unidos ordenaram que agências federais reintegrassem dezenas de milhares de trabalhadores em estágio probatório que foram demitidos em 19 agências como parte da iniciativa de enxugamento do governo do presidente Donald Trump.
Um dos juízes, James Bredar, do Tribunal Distrital dos EUA em Maryland, também restringiu temporariamente o governo de realizar quaisquer “reduções de força de trabalho” planejadas nas 18 agências afetadas por sua ordem. Isso inclui um corte planejado que o Departamento de Educação anunciou esta semana, que o deixaria com cerca de metade da equipe que tinha quando Trump assumiu o cargo.
Juntas, as decisões formaram um amplo, ainda que temporário, alívio para funcionários em grande parte do governo, incluindo grandes agências como os Departamentos de Defesa, Tesouro, Assuntos de Veteranos e Interior. E elas representaram a mais significativa resistência judicial até agora contra os esforços de Trump e Elon Musk para cortar a força de trabalho federal.
A ordem do juiz Bredar, na quinta-feira à noite (13), seguiu uma semelhante no início do dia do juiz William H. Alsup, do Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Norte da Califórnia. O juiz Alsup concluiu que a demissão de trabalhadores em estágio probatório pelo governo Trump foi essencialmente feita ilegalmente por decreto do Gabinete de Gestão de Pessoal, o braço de recursos humanos do governo. Somente as próprias agências têm amplos poderes de contratação e demissão, disse Alsup.
O juiz da Califórnia ordenou que o Tesouro e os Departamentos de Assuntos de Veteranos, Agricultura, Defesa, Energia e Interior cumprissem sua ordem e se oferecessem para reintegrar quaisquer funcionários em estágio probatório que tivessem sido indevidamente demitidos. Alsup acrescentou que estava aberto a expandir sua decisão mais tarde para aplicar a outras agências onde a extensão dos danos não tivesse sido tão completamente documentada.
A decisão do juiz Bredar, em um processo aberto há uma semana por 19 procuradores-gerais estaduais, também se aplicava a todas essas agências, exceto o Departamento de Defesa, junto com outras 13. Embora ele tenha ordenado que os trabalhadores em estágio probatório fossem reintegrados, ele disse que isso poderia incluir licença administrativa remunerada.
Alegação “frívola”
Nenhuma das ordens foi uma decisão final no caso. A decisão do juiz Alsup foi uma liminar (provisória), com a intenção de permanecer em vigor enquanto o caso é julgado e uma decisão final é proferida. A decisão do juiz Bredar é ainda mais curta, apenas uma medida de duas semanas com o objetivo de pausar quaisquer cortes mais drásticos nessas agências enquanto o processo se desenrola.
O juiz Bredar disse em sua longa decisão que a alegação do governo de que as demissões dos funcionários em estágio probatório foram por justa causa, e não uma demissão em massa, “beira o frívolo”. O juiz Alsup, em uma audiência na quinta-feira anterior, concluiu praticamente o mesmo e deixou claro que achava que a maneira como o governo Trump demitiu os trabalhadores em estágio probatório era uma “farsa”.
Nesse caso, os sindicatos de funcionários federais contestaram a legalidade de como essas agências haviam demitido trabalhadores em estágio probatório. Os sindicatos, argumentando que esses trabalhadores haviam sido envolvidos em um esforço maior de Trump e Musk, que lidera a iniciativa conhecida como Departamento de Eficiência Governamental, para devastar arbitrariamente o governo federal e desmoralizar seus funcionários, estavam buscando uma liminar.
Fonte: O Sul.
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Papa Francisco completa um mês de internação; entenda quadro de saúde

O papa Francisco passou mais uma noite tranquila, segundo informou a Santa Sé sobre o estado de saúde do pontífice nesta sexta-feira (14). O argentino de 88 anos foi levado em 14 de fevereiro ao Hospital Gemelli, em Roma para tratar de uma pneumonia bilateral e completa agora um mês de internação.
Na tarde dessa quinta-feira (13), a equipe médica levou um bolo com velas ao quarto do papa para comemorar o 12º aniversário de sua eleição. Jorge Mario Bergoglio foi eleito na quinta votação do conclave de 2013, convocado após a renúncia do papa Bento XVI.
Também à tarde, ele participou dos exercícios espirituais para a Cúria Romana em conexão de vídeo com a Sala Paulo VI.
Em seguida, Francisco retomou a terapia respiratória. “Francisco continua alternando a ventilação mecânica não invasiva à noite com oxigenação de alto fluxo com cânulas nasais usadas durante o dia”, disse, na quinta-feira, o Vaticano.
No mesmo dia, também foram entregues ao pontífice centenas de mensagens de crianças e jovens enviadas ao Vaticano por escolas, associações e instituições religiosas.
Fonte: O Sul.
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