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Ato Cívico na Escola Raul Oliveira marca a chegada do Fogo simbólico da Pátria em Santa Rosa

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Foi realizada na manhã desta quarta-feira, 21, a cerimônia que marcou a chegada do Fogo Simbólico da Pátria em Santa Rosa. O ato realizado na Escola Municipal de Ensino Fundamental Raul Oliveira, na vila Cruzeiro do Sul, contou com a presença de autoridades civis e militares.

Na oportunidade a secretária de Desenvolvimento Educacional, Maria da Graça Zimmermann, recebeu a centelha do coordenador da Liga de Defesa Nacional no Estado, Coronel Moraes, que ficará sob a guarda do 19º Regimento de Cavalaria Mecanizado até o dia 1º de Setembro quando será transferido para a Praça da Bandeira.

A tradicional cerimônia faz parte da 82ª Corrida do Fogo Simbólico da Pátria, que vem percorrendo diversas cidades do Estado desde o dia 17 de agosto, com os integrantes da Liga da Defesa Nacional/RS.

Segundo informações da Liga De Defesa o evento deste ano tem com tema nacional a Bandeira do Brasil e, como tema regional, o Parque Histórico Marechal Manoel Luís Osório.

SERVIÇO: A Fundação Parque Histórico Marechal Manoel Luis Osório teve sua origem na idéia de restauração da casa onde nasceu o Marechal Osório, surgiu em 09 de maiode 1969, por inspiração do então Comandante do III Exército, Gen Ex Emilio Garrastazu Médici. A coordenação dos trabalhos ficou a cargo do então Chefe do Estado–Maior da 3ª Região Militar, Cel Cav Edison Boscacci Guedes. A seqüência dos trabalhos evoluiu para a criação do Parque Histórico Marechal Manoel Luis Osório e a partir de 1970, para instituição da Fundação. Em 10 de maio de 1970, juntamente com a inauguração da Casa de Osório, cujas obras de restauração se iniciaram em 1969, foi inaugurado o Parque Histórico Marechal Manoel Luis Osório, tendo a presença do Presidente da Republica Gen Ex Emilio Garrastazu Médici, autoridades militares e civis e familiares descendentes de Osório. Em 19 de setembro de 1970, na comarca de Osório, RS, foi registrada a Fundação Parque Histórico Marechal Manoel Luis Osório pela Comissão de instituição, cujos integrantes eram:
– Coronel de Cavalaria Edison Boscaci Guedes;
– Tenente Coronel de Cavalaria Luiz Armando Franco de Azambuja;
– Tenente Coronel de Cavalaria Helder Macedo Gaudie-Ley;
– Major de Artilharia Homero Voges Cunha;
– Major de Cavalaria Luigi Tiellet da Silva; e
– 2º Tenente Álvaro Vespaziano de Farias.

A esta comissão coube, entre outros atos praticáveis naquela fase, a confecção dos estatutos e seus encaminhamentos decorrentes.

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Audiência Pública debate Feminicídio e Violência Doméstica em Santa Rosa

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Sexta-feira, 22, 18h30m, Câmara de Vereadores

Será realizada nesta sexta-feira, dia 22 de outubro, a partir das 18h30min, na Câmara de Vereadores de Santa Rosa, uma Audiência Pública da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul para discutir o Feminicídio e a Violência Doméstica no Município de Santa Rosa.

As pessoas também poderão acompanhar o evento de forma virtual pelo canal da Assembleia Legislativa no YouTube.

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Caminhada Outubro Rosa

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Evento se realizará sexta-feira, 22, às 16h

Nesta sexta-feira, dia 22 de outubro, , às 16 horas, o Grupo Mama Viva e a FUMSSAR realizarão a tradicional CAMINHADA OUTUBRO ROSA.
O ponto de encontro inicial da caminhada será na Praça da Bandeira, em frente ao Centro Cultural (antiga Prefeitura).

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O Senado aprovou hoje (19) a criação do Programa Gás para os Brasileiros, o chamado auxílio gás

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O programa vai auxiliar famílias de baixa renda na compra do gás de cozinha. O projeto de lei (PL) prevê que cada família receba bimestralmente o equivalente a 40% do preço do botijão de gás. O projeto retorna à Câmara.

De acordo com o PL aprovado, serão beneficiadas famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com renda familiar mensal per capita menor ou igual a meio salário-mínimo, ou que morem na mesma casa de beneficiário do Benefício de Prestação Continuada (BPC).

O programa será financiado com recursos dos royalties pertencentes à União na produção de petróleo e gás natural sob o regime de partilha de produção, de parte da venda do excedente em óleo da União e bônus de assinatura nas licitações de áreas para a exploração de petróleo e de gás natural. Além disso, serão utilizados outros recursos que venham a ser previstos no Orçamento Geral da União e dividendos da Petrobras pagos ao Tesouro Nacional.

Entre as justificativas do autor do projeto, senador Eduardo Braga (MDB-AM), está o aumento do preço do gás de cozinha nos últimos meses o que tem feito com que famílias optem pelo o uso de lenha, carvão e, até mesmo, etanol para o preparo dos alimentos o que provocou o aumento de doenças pulmonares e acidentes com queimaduras.

Para ele, o projeto traz “justiça social”, devolvendo à população parte do lucro da Petrobras obtido no mercado. “Estamos fazendo uma justiça social quando estabelecemos fontes de financiamento que não são fiscais. A fonte de financiamento diz respeito aos dividendos que a União recebe pelas suas ações da Petrobras, pelo lucro que a União obtém. Estamos pegando o lucro das ações da Petrobras e devolvendo pro povo humilde.”

Na avaliação do relator do projeto no Senado, Marcelo Castro (MDB-PI), a mais recente política de preços da Petrobras, adotada na gestão do presidente Michel Temer, com a estatal sob comando de Pedro Parente, pavimentou a crise dos combustíveis vivida hoje.

“A primeira providência que ele [Parente] tomou foi eliminar os subsídios, deixar de controlar os preços da Petrobras e atrelou os preços dos combustíveis ao mercado internacional, ao preço em dólar do barril de petróleo. Então, eliminando o subsídio dos combustíveis, evidentemente, eliminou o subsídio do GLP, do gás de cozinha”, disse o senador.

“Com a política que foi feita, nós sabemos das consequências, da greve dos caminhoneiros. Mas o fato é que, à medida em que o petróleo aumenta de preço, imediatamente, de 15 em 15 dias, aumenta de preço aqui no Brasil. Se o dólar se valoriza e o nosso real se desvaloriza, aumenta de preço também. E isso levou ao que nós estamos vivendo hoje: uma gasolina de R$ 7 o litro e o GLP de R$ 100, R$ 120, R$ 130”, acrescentou.

O PL retorna para nova apreciação dos deputados porque Castro alterou a forma de financiamento do programa. O texto que saiu da Câmara previa o uso de recursos da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), imposto sobre a importação e a comercialização de gasolina. Mas o relator entendeu que o aumento de tributos provocaria “um indesejável impacto inflacionário”.

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