Connect with us

Economia

Atividade no comércio tem aumento de 2,9% em outubro, diz Serasa

Pável Bauken

Publicado

em



 

O Indicador de Atividade do Comércio da Serasa Experian registrou aumento de 2,9% em outubro, em comparação ao mesmo mês do ano passado. Os dados, divulgados hoje (9), mostram que o resultado foi influenciado principalmente pelas vendas de veículos, motos e peças. Supermercados, alimentos e bebidas também tiveram papel de destaque.

“Apesar de ser uma das menores variações dos últimos meses, no geral, alguns segmentos – como supermercados –, apresentaram bom desempenho graças ao gradativo aumento da renda da população. Já as menores taxas de juros continuam influenciando o acesso a crédito, potencializado nos últimos meses”, disse o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi.

As vendas do setor de veículos, motos e peças foram a que tiveram elevação mais expressiva em outubro, de 5,2%, em comparação com o mesmo mês de 2018, seguido por supermercados, alimentos e bebidas (3%), material de construção (2,9%), móveis, eletrodomésticos, eletroeletrônicos e informática (2,7%), e tecidos, vestuário, e calçados (2,7%). Já as vendas do setor de combustíveis e lubrificantes tiveram queda de 6%.

No acumulado do ano, de janeiro a outubro, a variação do indicador da Serasa é positiva em 1,4%, em relação ao mesmo período de 2018.

AGB

Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Destaque

Brasil cria 644 mil empregos formais em 2019, melhor resultado em 6 anos

Dados do Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados (Caged) foram divulgados pelo Ministério da Economia. Em dezembro de 2019, foram registradas 307.311 demissões.

Reporter Cidades

Publicado

em



O Brasil criou 644.079 empregos com carteira assinada em 2019, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta sexta-feira (24).

O número resulta da diferença entre as contratações, que totalizaram 16.197.094 no último ano, e as demissões – que totalizaram 15.553.015 pessoas.

Esse foi o segundo ano seguido de geração de vagas formais e, também, o melhor resultado desde 2013 – quando foram criados 1,117 milhão de empregos com carteira assinada. Deste modo, é o maior número de vagas formais abertas em seis anos.

De acordo com o secretário de Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Dalcolmo, o aumento na criação de empregos formais, em 2019, é “mais um sintoma de retomada da economia brasileira e da confiança do empresariado na política econômica do governo”.

“A indústria, depois de anos registrando dados negativos, voltou a reagir, puxada também pela construção civil”, acrescentou. Segundo ele, a indústria fechou vagas entre 2014 e 2017 e, no ano de 2018, abriu 2.610 vagas, com desempenho “praticamente estável”. Em 2019, criou 18 mil empregos formais.

Empregos formais
Com a criação de empregos formais em 2019, o Brasil fechou o ano com um estoque de 39,05 milhões de empregos formais existentes. No fim de 2018, o saldo de empregos formais estava em 38,43 milhões de vagas.

O resultado de 2019 representa o estoque mais alto, registrado no fim do ano, desde 2015 – quando 39,23 milhões de pessoas ocupavam empregos com carteira assinada.

Em dezembro de 2019, porém, houve fechamento de vagas. Esse é um mês que tradicionalmente há demissões de trabalhadores com carteira assinada.

Em dezembro do ano passado, foram fechadas 307.311 vagas formais. No mesmo mês de 2018, por exemplo, as demissões superaram as contratações em 334.462 vagas.

Ano de 2019 por setores

De acordo com os números do governo, os oito setores da economia abriram vagas no ano passado. O setor de serviços foi o que mais criou empregos, e a administração pública foi o setor que contratou menos trabalhadores.

Veja abaixo os resultados:

  • Construção civil: 71.115 postos
  • Indústria de transformação: 18.341 empregos
  • Indústria extrativa mineral: 5.005 postos formais
  • Serviços industriais de utilidade pública: 6.430 vagas
  • Administração pública: 822 empregos
  • Comércio: 145.475 vagas formais
  • Agropecuária: 14.366 vagas
  • Serviços: 382.525 empregos

Regiões do país

De acordo com o Ministério da Economia, todas as cinco regiões do país registraram mais contratações do que demissões no ano passado.

  • Região Sudeste: 318.219 vagas abertas
  • Região Nordeste: 76.561 vagas criadas
  • Região Norte: 32.576 vagas abertas
  • Região Centro-Oeste: 73.450 vagas criadas
  • Região Sul: 143.273 vagas abertas

O governo informou ainda que as 27 unidades da federação criaram empregos formais no ano passado.

A abertura de vagas no ano foi liderada por São Paulo (+184.133), seguido por Minas Gerais (+97.720) e Santa Catarina (+71.406 vagas). Os estados que menos criaram vagas no ano passado foram Amapá (352), Acre (353) e Alagoas (731).

Trabalho intermitente

Segundo o Ministério da Economia, foram realizadas 85.716 contratações por meio do trabalho intermitente no ano passado. Nessa modalidade, o trabalho ocorre esporadicamente, em dias alternados ou por algumas horas, e é remunerado por período.

No último ano foram registrados ainda 20.360 empregos formais nas novas modalidades de trabalho parcial. Essas modalidades de trabalho parcial, definidas pela reforma trabalhista, incluem contratações de até 26 horas semanais com restrições na hora extra ou até 30 horas por semana sem hora extra.

Salário médio de admissão

O governo também informou que o salário médio de admissão foi de R$ 1.595,53 em dezembro do ano passado, o que representa uma queda real, com os valores sendo corrigidos pelo INPC, de R$ 2,41 em relação ao patamar do mesmo mês de 2018 (R$ 1.597,94).

Em novembro de 2019, ainda de acordo com informações oficiais, o salário médio de admissão estava em R$ 1.611,14.

G1

Mantemos seus dados privados e os compartilhamos apenas com terceiros que tornam esse serviço possível. Veja nossa Política de Privacidade para mais informações.

Continue Lendo

Economia

Janeiro aponta Intenção de Consumo das Famílias mais alta desde 2015

Reporter Cidades

Publicado

em

imagem ilustrativa

Essencial para dinamizar o consumo, a confiança das famílias refletiu a palidez da atividade econômica dos últimos anos. Ainda que permaneça no campo pessimista, a intenção de consumo das famílias vem crescendo desde meados de 2016 e alcançou o patamar mais alto para janeiro desde 2015. Esse é o principal resultado revelado pela Pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) divulgado nesta sexta-feira, dia 24 de janeiro, pela Fecomércio-RS. Em janeiro deste ano, o ICF marcou 93,2 pontos, registrando alta de 7,7% em relação a janeiro do ano anterior e 1,0% de expansão em relação a dezembro. A pesquisa completa pode ser acessada aqui.

Dividida em três partes, a pesquisa traz a percepção dos consumidores gaúchos no que se refere a mercado de trabalho, consumo e expectativas. Os únicos indicadores que já ultrapassam os 100 pontos são o que avalia a segurança quanto ao emprego (113,7 pontos) e a perspectiva de consumo (102,7 pontos), mas a melhora já é visível nos demais indicadores. Dos sete indicadores avaliados, cinco registraram alta na comparação interanual.

“O último número do CAGED que conhecemos apontou a melhor geração de vagas formais para o RS no mês de novembro desde 2012. Gerar empregos formais acaba se refletindo na percepção de segurança das pessoas quanto a manutenção dos seus empregos e isso certamente repercute no comportamento de consumo”, comentou Luiz Carlos Bohn, presidente da Fecomércio-RS.

Mantemos seus dados privados e os compartilhamos apenas com terceiros que tornam esse serviço possível. Veja nossa Política de Privacidade para mais informações.

Continue Lendo

Economia

Petrobras reduz preço da gasolina e do diesel nas refinarias

Pável Bauken

Publicado

em

As mudanças valem a partir da sexta-feira | Foto: MAURO SCHAEFER / CP Memória

A Petrobras reduziu os preços da gasolina em 1,5%, em média, nas suas refinarias. A queda do óleo diesel – S10 e S500 – foi de 4,1%. Já o diesel marítimo ficou 4,3% mais barato, informou a estatal por meio de sua assessoria de imprensa.

O preço do diesel S500 para as térmicas foi reduzido em 4,5% e o S10, 4,2%. As mudanças valem a partir da sexta-feira.

O Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) antecipou que a gasolina reduziu em R$ 0,027 o preço médio da gasolina e, em R$ 0,091 o do óleo diesel. A informação foi passada pelo consultor de Óleo e Gás da FCStone, Thadeu Silva.

Com a retração dos preços, a Petrobras acabou com qualquer oportunidade de importação por terceiros, segundo o presidente da Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom), Sérgio Araújo.

Correio do Povo

Mantemos seus dados privados e os compartilhamos apenas com terceiros que tornam esse serviço possível. Veja nossa Política de Privacidade para mais informações.

Continue Lendo

Trending

×