Athletico-PR vence o Inter no Beira-Rio e conquista a Copa do Brasil – Portal Plural
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Athletico-PR vence o Inter no Beira-Rio e conquista a Copa do Brasil

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Para erguer pela segunda vez a taça de campeão da Copa do Brasil, o Inter precisava vencer o Athletico-PR. Tinha o apoio da torcida de quase 50 mil colorados que lotaram o Beira-Rio. Mas, sem D’Alessandro, que lesionado não teve condições de jogo, o grito das arquibancadas não foi suficiente para dobrar os paranaenses. A derrota por 2 a 1 deu o inédito título para o Athletico, que assim garante uma vaga na Copa Libertadores de 2020.

Agora, o discurso do foco total no Brasileirão. O Colorado volta a campo no domingo, às 11h, contra a Chapecoense.

Logo no primeiro minuto de jogo, Nico López teve uma chance clara para abrir o placar, mas o goleiro Santos fez a defesa. A jogada foi um aperitivo do que viria a seguir: um Inter, mesmo sentindo falta de D’Alessandro, seu articulador, atacando e lutando muito, mas enfrentando um adversário determinado a manter a vantagem trazida da Arena da Baixada.

Balde de água fria

Cada jogador do Athletico Paranaense que caía no campo por qualquer motivo, demorava longos minutos para se levantar. Aos 19, Patrick tentou de cabeça, mas a bola escorreu pela linha de fundo sem muito perigo. Em seguida, aos 23, Rony tramou jogada de ataque com Marco Rubem. Léo Citadini recebeu dentro da área e mandou para as redes, abrindo o placar enquanto os jogadores do Inter reclamavam que Wellington Martins estava caído na intermediária do campo protestando por uma falta que teria recebido.

A torcida murchou nas arquibancadas. Mas o time, mesmo que um pouco sem jeito, continuou forçando. Aos 30 minutos, o Inter empatou na base da insistência. Após uma cobrança de escanteio, os colorados chutaram de todas as formas. A bola chegou a bater no travessão, mas Nico López aproveitou a sobra e mandou para o gol, colocando igualdade no placar.

Reação insuficiente

O empate acendeu o time e aumentou a pressão. O Inter circulou a área do Athletico, só que não chegou a criar oportunidades claras. A melhor foi aos 43, quando Nico fez nova jogada individual e concluiu para o gol. O goleiro Santos fez a defesa, enquanto Guerrero, melhor posicionado, reclamava que queria o passe que não veio.

No intervalo, Odair mudou o time. Reforçou o ataque com Sobis, abrindo mão de Patrick. O jogo seguiu complicado. Aos 8, Sobis cobrou falta com perigo. Dois minutos mais tarde, Nonato entrou na vaga de Bruno, que estava pendurado por um cartão amarelo, com Edenilson indo para a lateral.

Cuesta, na frente do gol, errou o arremate de cabeça aos 11 minutos. Foi mais uma grande oportunidade desperdiçada. O nervosismo começou a ser mais um adversário importante, que se manifestava dentro e fora de campo, e que foi se intensificando conforme o tempo escorria. Na mesma medida em que o Inter mostrava dificuldades para criar uma jogada de forma mais construída, o Athletico passava arriscar com mais perigo no ataque. Tanto é que, nos acréscimos da partida, após jogada de Marcelo Cirino, que entortou dois marcadores, Rony fez 2 a 1 e decretou o título rubro-negro.

Copa do Brasil – Final

Inter 1

Marcelo Lomba; Bruno (Nonato), Rodrigo Moledo, Víctor Cuesta e Uendel; Rodrigo Lindoso, Edenílson, Patrick (Rafael Sobis) e Nico López; Paolo Guerrero e Wellington Silva (Guilherme Parede). Técnico: Odair Hellmann.

Athletico-PR 2

Santos; Khellven (Madson), Robson Bambu, Léo Pereira e Márcio Azevedo; Wellington, Léo Cittadini (Lucho González), Bruno Guimarães e Nikão; Rony e Marco Ruben (Marcelo Cirino). Técnico: Tiago Nunes.

Gols: Léo Cittadini (23min/1ºT) e Rony (49min/2ºT), para o Athletico; Nico López (30min/1ºT), para o Inter.
Árbitro: Wilton Pereira de Sampaio (GO).
Cartões amarelos: Bruno, Nico López, Wellington, Marco Ruben, Rodrigo Moledo.
Renda: R$ 2.742.150,00.
Público: 44.804 pagantes (50.355 no total).
Local: Beira-Rio.

CP
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Inter leva gol no fim, empata com o Bragantino, mas ingressa no G-6

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Time colorado abriu o placar no primeiro tempo, mas foi castigado nos acréscimos no Beira-Rio.

O Inter entrou no G-6, mas não da forma que queria. O empate em 1 a 1 com o Bragantino até coloca o time de Diego Aguirre na sexta posição, à frente do Corinthians pelo saldo de gols, mas a forma como veio, com um gol no último instante, deixa a frustração da perda de dois pontos, que inclusive o teriam feito saltar para quinto. Mauricio marcou para os colorados e Bruninho deixou tudo igual aos 50.

Houve surpresa na escalação do Inter. E estreia. Justificando o desgaste e a prevenção de possíveis lesões, Aguirre deixou Mercado no banco, dando a primeira oportunidade para Kaique Rocha vestir a camisa colorada. No meio, Dourado teve um desconforto muscular e Lindoso formou dupla com Johnny na frente de da defesa. Mauricio substituiu o suspenso Edenilson enquanto Lomba permaneceu no gol na vaga do lesionado Daniel.

O começo da partida foi pegado, com disputa ferrenha pela posse de bola. O árbitro, nos primeiros minutos, permitiu disputas firmes — mas leais —, dando mais ritmo. O Bragantino incomodou aos cinco, quando Cuello entrou na área pela direita e cruzou, mas Lomba interceptou com firmeza.

O Inter assustou pela primeira vez aos 13. Moisés cobrou escanteio da esquerda, Cuesta ajeitou para o meio da área e Kaique cabeceou nas mãos do goleiro. Yuri Alberto estava absolutamente livre atrás. Aos 15, a melhor oportunidade. Mauricio recebeu de Taison, ajeitou e bateu da entrada da área. Cleiton conseguiu se recuperar e fez grande defesa. No rebote, Taison perdeu sem goleiro, mas já havia sido marcado impedimento.

Quatro minutos mais tarde, outro contra-ataque. Era escanteio para o Bragantino, Moisés cortou e lançou Yuri Alberto, que desviou para Patrick. Ele passou a Taison, que tentou uma vez, a defesa afastou parcialmente, Taison conseguiu tocara para Mauricio, que bateu de bico e Cleiton defendeu. Eram momentos frenéticos, e o visitante respondeu em jogada pela esquerda, que Hurtado, dentro da área, cruzou rasteiro e Eric Ramires concluiu para fora.

Novamente o time paulista fez Lomba trabalhar, aos 23. Pedrinho recebeu na esquerda, trouxe da esquerda para o meio, abriu espaço e bateu no cantinho. Lomba se esticou todo e salvou. O goleiro precisou fazer outra defesa em chute de fora da área. Helinho foi quem arriscou.

O jogo era muito parelho, lá e cá, e talvez até o Bragantino estivesse melhor. Mas foi o Inter quem marcou. Eram 38 minutos, quando Saravia recuperou a bola no campo ofensivo quase na linha lateral. Ele passou a Yuri, que fez o pivô perfeito para Mauricio chegar batendo e superar Cleiton: 1 a 0.

A vantagem foi mantida até o intervalo. E time que está ganhando pode ser mexido sim. Do vestiário, o Inter voltou com duas mudanças: saíram Moisés e Patrick, entraram Paulo Victor e Palacios.

Com a nova formação do lado esquerdo, o Inter começou tentando com as caras novas. Palacios recebeu na ponta e cruzou rasteiro, Yuri chegou levemente atrasado. Aos seis, um lance polêmico. Saravia fez boa jogada pela direita e levantou para a área, a defesa afastou, Johnny pegou a sobra, Fabricio Bruno rebateu mal e Saravia dividiu com Edimar. O argentino ficou pedindo pênalti, mas a arbitragem considerou o lance normal.

O Bragantino, usando a estratégia do Inter, incomodou aos 10. Em contragolpe rápido, Helinho recebeu pela direita e bateu, Lomba defendeu sem rebote.

Aguirre precisou fazer outra substituição aos 14. Lindoso sentiu dores na perna e Zé Gabriel entrou em seu lugar. Paulo Victor fez boa jogada, pouco depois, invadiu a área pela esquerda e cruzou rasteiro. Cleiton conseguiu salvar instantes antes de Yuri Alberto empurrar para a rede.

Na metade do segundo tempo, Aguirre tirou Taison e colocou Boschilia. O camisa 21, em uma de suas primeiras participações, puxou bom contra-ataque, entregou a Yuri, que virou para Palacios, um pouco forte demais. O chileno encostou para Zé Gabriel, que bateu, mas o chute saiu longe da trave.

A partida ficou mais morna, mas o Bragantino esteve perto do empate aos 35. A zaga do Inter parou em um ataque pela direita, Helinho bateu cruzado e Alerrandro, que havia entrado no lugar de Hurtado, não alcançou por pouco.

No final, Aguirre ainda tirou Mauricio para colocar Caio Vidal. O time conseguia administrar a vantagem e chegou a perder dois contra-ataques. No último lance, a bobeada que não havia ocorrido. Alerrando recebeu em um buraco na direita e chutou cruzado, Bruninho completou para a rede. Tudo igual e fim de jogo.

Fonte: GZH

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SOJÃO Basquete em competições estaduais

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No final de semana as categorias de base do clube estiveram novamente nas competições estaduais da FGB – Federação Gaúcha de Basquete.
O Sub12 – Misto (meninos e meninas) foi a Caxias do Sul enfrentar o CEAT/Bira (Lajeado) e o Clube Comercial (Passo Fundo)
Já o Sub 15 foi a Santa Maria enfrentar o BBC (Bagé) e o Clube Comercial (Passo Fundo).

Sub12
SOJÃO 17 x 47 CEAT
SOJÃO 30 x 33 Comercial

Sub15
SOJÃO 44 x 47 Bagé
SOJÃO 60 x 66 Comercial.

Segundo o Prof. Giovani, um dos técnicos das categorias de base, a evolução é constante e as diferenças nos placares seguem diminuindo a cada jogo.
O projeto das categorias de base envolve quase 200 crianças e adolescentes nas diversas categorias de base e é realizado via Lei de Incentivo ao Esporte – Programa Pró Esporte, do Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

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Decisão é em Guaporé no próximo sábado (23)

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Pela última rodada do primeiro turno do Gauchão de Futsal Série B, o Santa Rosa Sicredi Futsal empatou com a ANBF, em Novo Barreiro.
Bigode abriu o placar para os visitantes. Vini marcou duas vezes e virou o jogo. Ainda antes do intervalo, Joney, Bigode e Flavinho devolveram a vantagem ao Santa Rosa.

No segundo tempo, Vini descontou. Mas Joney fez o quinto e Paco o sexto de Santa Rosa. No fim, a ANBF se recuperou. Bernardo e Pedro, duas vezes, deixaram tudo igual. Placar final: 6 a 6.

Agora o Santa Rosa Sicredi Futsal se prepara para a Taça de Inverno, que vai reunir os dois primeiros de cada chave em busca de uma vaga extra no acesso. O adversário na primeira decisão é a AGE, em Guaporé, no próximo sábado (23/10).

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