Associativismo e Diversificação recebem destaque no Espaço da Agricultura Familiar na ExpoCandi – Portal Plural
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Associativismo e Diversificação recebem destaque no Espaço da Agricultura Familiar na ExpoCandi

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A vocação de Cândido Godói em relação ao associativismo e ao cooperativismo está em evidência no Espaço da Agricultura Familiar, durante a ExpoCandi 2019, que iniciou nesta sexta-feira (04/10) e segue até o domingo (06/10), no Parque de Eventos do município. No espaço organizado pela Emater/RS-Ascar e Secretaria Municipal de Agricultura, com apoio da Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), pode-se conferir atividades realizadas pela Assistência Técnica e Extensão Rural e Social (Aters) e os resultados do trabalho com a Associação Godoiense de Empreendimentos Econômicos, Ecológicos, Organizacionais e Sociais (Agemeos), Associação dos Apicultores, Associação dos Piscicultores, Associação Municipal das Mulheres Rurais (Ammur) e Cooperativa de Agricultores Familiares de Cândido Godói (Coogêmeos).

A diversidade dos produtos oriundos das propriedades rurais locais e a capacidade de trabalhar de forma coletiva e estratégica permitem que os visitantes possam conferir uma expressiva diversidade de alimentos e peças artesanais produzidos pelas Associações. “A Agemeos, por exemplo, é resultado da união de 32 associações comunitárias que recebem assessoramento de Aters desde sua formação, sendo que o movimento iniciou em 1992”, comenta o técnico da Emater/RS-Ascar Valdir Rudi Neuhaus, que realiza o assessoramento a esta e às demais associações, juntamente com a equipe municipal, formada também pelo chefe e engenheiro agrônomo Elton Naumann, pela extensionista social Elizane Kinn e pela assistente administrativa, Dejanira Inês de Gaspari.

A Associação dos Apicultores colocou em exposição mel e produtos derivados, assim como equipamentos de apicultura e caixas de abelhas sem ferrão, e a Associação de Piscicultores traz a público seu trabalho com diversas espécies de peixes, de modo especial carpas e tilápias. A Coogêmeos comercializa alimentos da agricultura familiar, referência em qualidade na região.

A Emater/RS-Ascar, em seu espaço institucional, oportuniza aos visitantes da feira conhecer mais sobre o manejo e tecnologias para produção de alimentos integrantes do Programa Regional de Segurança e Soberania Alimentar, embelezamento de arredores, artesanato e atividade leiteira, sendo que Cândido Godói é o segundo maior produtor de leite da região.

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Três municípios da Região Celeiro estão entre os 15 municípios em situação de emergência no RS

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Lavoura prejudicada em Espumoso — Foto: Reprodução/RBS TV

A falta de chuvas no Rio Grande do Sul está provocando grandes prejuízos nas lavouras. A Emater informou que ainda está levantando oficialmente os prejuízos, porém diversas cidades já registraram perdas de mais de 80% nas produções.

Até a noite desta terça-feira (21), 15 municípios haviam decretado situação de emergência em razão da estiagem, conforme a Defesa Civil. Outras cinco cidades registraram perdas significativas mas ainda não decretaram emergência. A maioria delas é do Norte ou Noroeste do estado. Veja lista abaixo.

Das 15, apenas uma teve teve a situação homologada pelo estado e pela União até esta terça. Júlio de Castilhos decretou situação de emergência no dia 6 de dezembro e teve homologação no dia 16. As outras cidades ainda tem prazo de 180 dias para comprovar a situação, apresentando laudos de pessoas afetadas, situação da agricultura, entre outros aspectos.

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Agro

SEAPDR detecta gafanhotos nativos em Coronel Bicaco e outros quatro municípios da região

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Fiscais estaduais agropecuários e engenheiros agrônomos da Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) realizaram na sexta-feira (17), fiscalização de áreas agrícolas para monitoramento de gafanhotos.
Nesta fiscalização, realizada através de denúncia, foram feitas vistorias nas áreas agrícolas do município de Ajuricaba. Os gafanhotos, das espécies Zoniopoda iheringi e Chromacris speciosa, são nativos do Rio Grande do Sul, não se tratando de gafanhotos migratórios presentes na Argentina.
“As culturas comerciais de grãos, como milho e soja, atualmente implantadas em condições de estresse hídrico, não apresentam danos significativos causados pelo inseto. No entanto, a incerteza em relação ao clima e o desconhecimento dos hábitos dos gafanhotos podem gerar preocupação entre os agricultores”, destaca Rita Grasselli, chefe da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal.
A recomendação para os agricultores é para permanecer em alerta em relação a novos focos e que, em caso de alta infestação associada a danos verificados nas lavouras, entrar em contato com a Inspetoria de Defesa Agropecuária do seu município ou com a Emater. E também através do email: [email protected]
Além de Ajuricaba, foram feitas 19 vistorias nos municípios de Coronel Bicaco, Nova Ramada, Santo Augusto e São Valério do Sul neste ano de 2021.
A SEAPDR é participante do Comitê de Emergência Fitossanitária para Schistocerca cancellata, conforme Portaria de Emergência MAPA nº 201/2020 e Instrução Normativa SEAPDR nº 17/2020 e, por isso, tem realizado vistorias de monitoramento de populações acridianas em áreas agrícolas do Rio Grande do Sul.
Fonte: SEAPDR
Foto: André Ebone/Divulgação SEAPDR
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Agro

Preço ao produtor de leite teve queda real de 5% neste ano

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A pesquisa do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, mostra que o preço do leite captado em outubro e pago aos produtores em novembro recuou 6,2% e chegou a R$ 2,1857/litro na “Média Brasil” líquida, uma retração de 2,5%, em comparação ao mesmo mês do ano passado.

É a segunda queda consecutiva dos preços no campo. Com isso, a variação acumulada em 2021 (de janeiro a novembro) está, pela primeira vez neste ano, negativa, em 5%, em termos reais.

A pesquisa do Cepea mostra que, de setembro para outubro, o Índice de Captação Leiteira (ICAP-L) recuou 0,87% na “Média Brasil”.

Os dados mostram que, mesmo com o retorno das chuvas da primavera, que favorecem a disponibilidade de pastagem, a produção de leite segue limitada neste ano pelo aumento dos custos de produção e por consequentes desinvestimentos na atividade.

CUSTO DE PRODUÇÃO
De janeiro a outubro, o poder de compra do pecuarista frente ao milho, insumo essencial para a alimentação animal, recuou, em média, 29,5% – no ano passado, enquanto o pecuarista leiteiro precisava de, em média, 33 litros de leite para adquirir uma saca de milho de 60 kg (com base no Indicador ESALQ/BM&FBovespa, Campinas – SP), em 2021, são precisos 43 litros para a mesma compra.

Os preços dos grãos registraram quedas recentemente, mas o patamar ainda está elevado. Segundo o Cepea, outros importantes insumos da atividade leiteira também encareceram de forma intensa, como é o caso dos adubos e corretivos, combustíveis e suplementos minerais.

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