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Associação com mais de 200 clientes da Unick busca reaver valores investidos

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Entidade é formada por moradores do Rio Grande do Sul, São Paulo, Santa Catarina, Bahia, Ceará e Acre

A entidade é liderada por uma cliente da Unick de 39 anos, que vive na Região Metropolitana, que prefere não ser identificada. O advogado Demetrius Barreto, de Porto Alegre, é um dos representantes da associação. Barreto é especializado em regulamentação econômica no mercado de criptomoedas e argumenta sobre a vantagem jurídica de as vítimas se reunirem.

— O processo criminal tem prazo para acontecer. Se você começa a ter várias pessoas pedindo habilitação no processo, isso causa tumulto processual. Posterga o tempo. Acaba produzindo a prescrição da ação penal. O tempo corre a favor dos réus. Nós (da associação) vamos entrar como assistente de acusação e por isso é interessante que o processo seja célere. Se todo mundo for entrar em ações separadas, será um transtorno para o processo — explica.

Como fazer parte

Para ingressar na associação, é necessário pagar taxa de R$ 50. Não há cobrança de mensalidade. Segundo a presidente, o valor é usado para locação de espaços para reuniões. No dia 31 de janeiro, haverá assembleia no Canoas Parque Hotel (Avenida Getúlio Vargas, 7.421), às 20h. No encontro, novos associados serão aceitos. Também serão discutidas alterações no estatuto e feitos esclarecimentos sobre o andamento do processo.

Pessoas de fora do Estado podem entrar em contato com os advogados e efetuar a inscrição por e-mail com envio de documentos digitalizados.

— Tenho convicção de que vamos reaver este dinheiro. Estamos bem assessorados. Meu sentimento é ter de aguardar isso, por tempo ainda indeterminado, por enquanto. Porque dinheiro para pagar eles têm — afirma a presidente.

Moradora da Região Metropolitana, a líder da associação diz que investiu R$ 170 mil na Unick e convenceu outros familiares a aplicarem mais R$ 70 mil.

— Assim como fui induzida ao erro, também levei pessoas próximas — lamenta.

Ela passou a aplicar valores em janeiro de 2019. Nos primeiros três meses — fevereiro, março e abril —, recebia retorno com valores entre R$ 45 mil e R$ 50 mil. A partir de junho, passou a ganhar apenas metade da quantia prometida, até que os repasses foram interrompidos. Conforme Barreto, essa é uma característica do esquema de pirâmide: no começo se cumpre os depósitos para que o cliente fidelize e siga investindo.

— O discurso que eles tinham para o atraso era convincente. Faziam reuniões, mandavam áudios explicando. Tu te sentes ingênuo a ponto de acreditar. Todo mundo que investiu tinha um sonho. Eles têm de pagar pelo sofrimento e desespero que causaram nas pessoas. Teve gente que abandonou emprego e fechou empresa para trabalhar para eles. Nos sentimos roubados. É o sonho que tu tinhas e se desfaz — explica a líder da associação.

A advogada Cristiane Menegussi, de Sapucaia do Sul, explica que a associação pretende reunir o máximo de clientes da Unick possível. Ela explica que a maior dificuldade é encontrar mais vítimas ocorre porque muitos investidores nem sequer admitem às famílias que perderam dinheiro:

— A depressão é comum em muitos casos. Tem gente que não disse nem para o seu cônjuge que perdeu este dinheiro. Segundo ela, os nomes dos integrantes da associação serão mantidos em sigilo.

— Nesse grupo não tem só pessoas muito ambiciosas, existem pessoas que tinham sonhos e esperança de vida melhor — argumenta a defensora.

Na Justiça, o processo está a cargo da juíza Karine da Silva Cordeiro. Entre os acusados, seis estão presos e dois com medidas restritivas. O caso encontra-se no final da fase de citação — quando dos denunciados apresentam suas defesas e apontam testemunhas. Após isso, começa a fase de audiências.

Como entrar na associação

Próxima assembleia

Dia 31 de janeiro, sexta-feira, às 20h

Canoas Parque Hotel (Avenida Getúlio Vargas, 7.421)

Fonte: Gaúcha ZH

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Homem atira contra próprio cachorro para interromper ataque à vizinha

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Um cachorro da raça pit bull foi morto pelo próprio tutor após o animal atacar uma mulher, nesta sexta-feira (14). Depois do ataque, o dono atirou na cabeça do cachorro, em Sinop, a 503 km de Cuiabá.

Segundo testemunhas, o cão estava no quintal da casa e dono esqueceu o portão aberto. O animal escapou e atacou Lucimar Tafarel, de 57 anos, que estava limpando a calçada.

O tutor e os vizinhos tentaram fazer com que o cachorro soltasse a vítima, mas não conseguiram. Então, o dono pegou a arma e atirou na cabeça do animal, que morreu no local.

A mulher, vítima do ataque do cão, foi atendida pelo Corpo de Bombeiros. Quando a equipe chegou, ela estava deitada no chão, com ferimentos nos braços, perna e barriga.

A mulher estava consciente, mas assustada com a situação. Ela foi levada ao Hospital Regional de Sinop, foi atendida, recebeu alta e passa bem. Segundo os Bombeiros, para evitar que situações parecidas ocorram é necessário que o animal esteja sempre bem alimentado, cuidado e sem maus-tratos.

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Brasileiros que afirmam ter contraído Covid são o dobro da cifra oficial

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Pesquisa Datafolha publicada neste sábado (15) pelo jornal “Folha de S.Paulo” revela que um em cada quatro brasileiros com 16 ou mais anos de idade diz ter sido diagnosticado com Covid desde o início da pandemia, o que representa cerca de 42 milhões de pessoas infectadas. O número é quase o dobro do total de casos registrados oficialmente no país. Isso se deve em parte à subnotificação dos dados oficiais.

A pesquisa foi feita por telefone nos dias 12 e 13 de janeiro, com 2.023 pessoas de 16 anos ou mais em todos os estados do Brasil. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Os registros oficiais, coletados pelo consórcio de imprensa, alcançaram até quinta-feira (13) 22,8 milhões de casos confirmados para a doença em todo o período da pandemia. O Brasil registrou na sexta-feira (14) total de 22.925.864 diagnósticos confirmados desde o início da pandemia.

O levantamento do Datafolha aponta que 25% dos entrevistados disseram ter feito o teste que confirmou a infecção pelo vírus, o que significa 41,95 milhões de pessoas contaminadas desde março de 2020.

Os dados oficiais de casos positivos reunidos pelo consórcio se referem a todas as idades. Já os do Datafolha só indicam as infecções em quem tem mais de 16 anos, o que aponta uma subnotificação nas estatísticas do país.

Os dados do Datafolha apontam que a subnotificação tem aumentado. A pesquisa aponta que 3% dos entrevistados disseram ter tido Covid nos últimos 30 dias, o que representa 4 milhões de pessoas. O número é o sêxtuplo do que indicam os registros oficiais do período, que contabilizam 621.530 casos positivos.

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Teve ou está com Covid? Saiba quanto tempo esperar até tomar próxima dose da vacina

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A onda crescente de casos da variante ômicron no Rio de Janeiro fez com que muita gente precisasse adiar a próxima dose do esquema vacinal, já que não é recomendado tomar a vacina durante o período de infecção. Então, quando é o melhor momento para seguir com o processo de imunização?

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, se você está ou esteve com Covid, deve esperar 30 dias antes de tomar a sua próxima dose, contando a partir do dia do seu primeiro sintoma.

Se você se testou positivo, mas está ou esteve assintomático, os 30 dias devem ser calculados a partir da data do teste. Veja as diferenças entre os testes PCR, antígeno e autoteste.

Por que esperar um mês?

Segundo especialistas que vêm acompanhando os casos de Covid desde o início da pandemia, este é o momento em que a resposta natural do corpo ao vírus começa a cair. O cálculo de tempo para que a infecção pode perdurar no corpo é de 14 dias e, após esse tempo, as próximas duas semanas costumam ter uma maior imunidade natural.

Após esse período, o corpo volta a ficar mais desprotegido e a vacina tem um efeito maior e melhor.

“Quando a pessoa é infectada, o sistema imune trabalha para combater o vírus, então não faz sentido vacinar logo em seguida, porque naquele momento o corpo está mais imune, mas só que essa imunidade não dura e, um mês depois, já caiu, porque a resposta natural não é tão eficaz quanto a vacina. Nesse momento, o imunizante funciona como um boost de proteção”, afirma Tânia Vergara, membra-consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia.

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