Assinado convênio para atendimento Oftalmológico – Portal Plural
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Medicina & Saúde

Assinado convênio para atendimento Oftalmológico

Pável Bauken

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Diversos profissionais médicos atendem no Centro Clínico Berlim, prédio localizado na Praça Berlin, próximo do hospital. O trabalho no local começou há mais de um ano e só foi ampliando as especialidades com o tempo. Neste mês, foi realizado o contrato de mais um importante convênio para atendimento no local.

Agora, o hospital conta com Serviço de Oftalmologia. Em parceria com a Centro de Oftalmologia Noroeste, foi assinado convênio para consultas e cirurgias pelo SUS. Na oportunidade, os médicos que atuam no Centro, Dr. Rodrigo Pinto Betin, Dr. Henrique de Marchi e Dr. Marcelo Devantier agradeceram a oportunidade. “Estamos muito felizes com essa ampliação e serviço que com certeza terá um grande valor para a região, pois vamos poder ampliar os serviços, entre eles, a cirurgia de catarata”, destacou Dr. Rodrigo Betin. O Vice-presidente do hospital, Elton Walker lembrou de todo o empenho que o conselho fez há 2 anos para a locação do prédio, “Naquela época já tínhamos o entendimento de que precisávamos ampliar nosso espaço para consultórios, já que estamos ampliando as especialidades. Essa é a concretização de um sonho do conselho, da direção e de todo o hospital que esta cada vez mais ampliando e oferecendo serviço de qualidade para a comunidade”.

Durante o ato que contou com a participação de diversas lideranças regionais, Vanderli de Barros, Diretora Geral do hospital, destacou o quanto a Instituição tem investido em diferentes áreas, “Sabemos da relevância do hospital para a macro região, por isso, priorizamos muito ter um serviço de oftalmologia de alta qualidade para que os pacientes daqui não precisem mais se deslocar para outros centros em busca de atendimento”.

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Medicina & Saúde

Secretaria da Saúde publica lista de doses por município da vacina Oxford/AstraZeneca

Portal Plural News HZ

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A Secretaria da Saúde (SES) disponibiliza, nesta quarta-feira (27/1), a lista da distribuição de doses por município da primeira remessa da vacina Oxford/AstraZeneca. As 116 mil doses chegaram no domingo (24/1) e foram repassadas às 18 Coordenadorias Regionais de Saúde (CRS) na segunda-feira (25/1).

Até o momento, apenas quatro coordenadorias ainda não terminaram de entregar as doses aos municípios. As entregas devem ser concluídas nesta quinta-feira (28/1). Os dados sobre as doses distribuídas para cada cidade foram inseridos no Sistema de Dispensação de Insumos Estratégicos (Sies) pelas próprias coordenadorias.

As 116 mil doses da vacina Oxford/AstraZeneca serão aplicadas em sua totalidade em trabalhadores da saúde, uma vez que a aplicação da segunda dose está prevista para ocorrer somente 12 semanas após a primeira. Até lá, o Estado já terá recebido nova remessa do imunizante.

A partir da chegada ao Estado, as doses seguem para a Central Estadual de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (Ceadi) da SES, em Porto Alegre. São registradas e distribuídas entre as 18 CRS, que enviam o lote aos municípios, de acordo com os critérios de ordenamento dos grupos prioritários.

Fonte: Acessoria de Imprensa

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Medicina & Saúde

Brasil rapidamente será o 2º país com mais vacinados no Ocidente, diz Pazuello

Pável Bauken

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O ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, afirmou na noite de ontem (22) que “rapidamente” o Brasil deve conseguir imunizar oito milhões de pessoas contra o coronavírus e, então, passará a ser o segundo país do Ocidente com mais pessoas vacinadas no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. “Esse processo começou em junho. Esses dois milhões de doses são apenas o início. Estamos negociando receber mais doses agora, no começo de fevereiro, e o IFA ingrediente farmacêutico ativo, para a produção nacional de 15 milhões de doses por mês. A encomenda tecnológica prevê 100 milhões de doses para o primeiro semestre”, afirmou.

Pazuello esteve no Rio de Janeiro para receber os dois milhões de doses da vacina desenvolvida pela AstraZeneca e produzida pelo Instituto Serum, da Índia, que chegaram às 22h desta sexta-feira à base aérea do Galeão e foram encaminhados à sede da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em Manguinhos (zona norte do Rio).

A conferência das vacinas estava prevista para acontecer na madrugada deste sábado (23), bem a colocação de rótulos em língua portuguesa, para depois serem distribuídas aos Estados, para a vacinação.

Além das vacinas Coronavac, da China, e da farmacêutica britânica AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, o Brasil deve contar com a vacina russa Sputnik, desenvolvida na China e produzida no Brasil por um laboratório particular, para combater o coronavírus. “Está sendo negociada para isso”, afirmou o ministro. O uso da Sputinik no Brasil ainda não foi autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, a presidente da Fiocruz, Nisia Trindade, e o embaixador da Índia no Brasil, Suresh Reddy, também participaram da cerimônia de recebimento das doses da vacina.

O ministro Ernesto Araújo exaltou a cooperação da Índia com o Brasil e classificou a chegada das doses, ontem, como um marco na relação entre os dois países.

Para a presidente da Fiocruz, Nisia Trindade, a chegada da vacina representa “uma mensagem de esperança que vem da ciência” no combate à pandemia de coronavírus. “A vacina pode ser comparada, na história do mundo, à água potável para a saúde das populações”, afirmou.

Estadão

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Economia

Coronavírus levou quase 40 mil a pedir auxílio-doença

Pável Bauken

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Quase 40 mil trabalhadores formais precisaram se ausentar por mais de 15 dias do serviço por causa dos efeitos mais graves da covid-19 em 2020. De acordo com a Secretaria de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, 39.532 pessoas receberam o auxílio-doença entre abril e dezembro do ano passado.

Os meses de julho e agosto registraram o maior volume de trabalhadores que precisaram receber o benefício do INSS após contraírem o novo coronavírus, com 8.415 e 7.131 respectivamente No mês passado, foram 3.064 entradas no auxílio-doença por causa da covid-19.

Os cerca de 40 mil trabalhadores que receberam o auxílio no ano passado são apenas uma fração daqueles afetados pela doença, que causou 194.949 óbitos e infectou mais de 7,6 milhões de pessoas no Brasil em 2020. Isso porque a conta mostra apenas os funcionários afastados do serviço por mais de 15 dias. Mas, por se tratar de um vírus de rápida propagação, a recomendação é o afastamento de todos os trabalhadores, mesmo daqueles com um quadro leve de sintomas, por pelo menos 14 dias.

O Ministério da Economia ainda não tem os dados atualizados de todos os pedidos de auxílio-doença em 2020 (faltam os números de dezembro), mas é possível verificar também uma redução nos pedidos relacionados a acidentes de trabalho, em decorrência do aumento do home office, na comparação com os mesmos meses de 2019.

Têm direito ao benefício os trabalhadores com carteira assinada que estejam incapacitados de realizar o serviço habitual por mais de 15 dias consecutivos. O valor mensal do auxílio-doença é de 91% do chamado salário de benefício – que seria o valor da aposentadoria do trabalhador, calculado pela média dos melhores salários com os quais ele já contribuiu para o INSS.

Como o auxílio-doença começa a ser pago pelo INSS a partir do 16 º dia de afastamento, caberia às empresas bancarem o salário integral dos funcionários nas primeiras duas semanas de afastamento por covid-19. No entanto, a lei que criou o auxílio emergencial em abril autorizou as firmas a descontarem esses valores da contribuição mensal ao INSS, aliviando um pouco esse custo ao setor produtivo.

Com o fim do decreto de calamidade em 31 de dezembro, porém, as empresas voltam a ter de arcar com o custo integral dos trabalhadores afastados por covid-19 nos primeiros 15 dias.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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