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As profissões que mais vão crescer até 2023

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Não é segredo que a automação está mudando o ambiente de trabalho. Na indústria 4.0, as novas tecnologias tornam o processo de produção mais rápido e eficiente. Ao mesmo tempo, geram uma gama de funções que exigem novas habilidades dos atuais e futuros profissionais. Mais importante do que o trabalho braçal é a capacidade de programar um algoritmo ou analisar um relatório de big data.

Com o objetivo de descobrir quais devem ser as áreas do mercado de trabalho e profissões mais dinâmicas da indústria nos próximos anos, o SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) realizou a pesquisa Mapa do Trabalho Industrial 2019-2023. Segundo o estudo, nos próximos quatros anos as profissões ligadas à tecnologia serão as que mais vão apresentar crescimento.

Para se adaptar ao novo cenário, cerca de 10,5 milhões de trabalhadores brasileiros que hoje ocupam cargos industriais vão precisar de novas capacitações até 2023, nos níveis superior, técnico, qualificação profissional e aperfeiçoamento.

De acordo com o estudo, as áreas que mais vão demandar novos conhecimentos são: transversais (1,7 milhão), metalmecânica (1,6 milhão), construção (1,3 milhão), logística e transporte (1,2 milhão), alimentos (754 mil), informática (528 mil), eletroeletrônica (405 mil), energia e telecomunicações (359 mil).

A demanda por qualificação prevista no relatório atinge tanto os trabalhadores já empregados quanto aqueles que ainda vão ingressar no mercado de trabalho, estes em menor parcela (22%). Rafael Lucchesi, diretor-geral do SENAI, recomenda que todos os profissionais, jovens e veteranos, estudem as novas áreas, para encontrar uma que esteja de acordo com o seu perfil. “É importante que as pessoas conheçam as tendências para que possam adequar seus projetos de vida às necessidades do mundo do trabalho”, diz Lucchesi.

As ocupações com maior taxa de crescimento até 2023 são: condutores de processo robotizados (22,4%), técnicos em mecânica veicular (19,9%), engenheiros ambientais e afins (19,4%), pesquisadores de engenharia e tecnologia (17,9%) e profissionais de planejamento, programação e controles logísticos (17,3%).

Hoje, o número desses cargos ainda é baixo dentro das empresas, em relação ao total de empregos criados no Brasil. Entretanto, o crescimento acelerado mostra que as profissões tecnológicas são tendência no mercado de trabalho mundial. “O levantamento mostra que o Brasil, mesmo diante das dificuldades econômicas, está se inserindo aos poucos na indústria 4.0”, afirma Lucchesi.

Estima-se que, nos próximos quatro anos, mais de 14 mil empregos para instaladores e reparadores de linhas e cabos elétricos de telefonia e de comunicação de dados vão surgir — crescimento de 15% até 2023. Outros setores com grande número de novos empregos serão o de operadores de máquinas de usinagem CNC, com 5.356, e o de técnicos mecânicos na manutenção de máquinas, sistemas e instrumentos, com 3.560.

Confira abaixo as profissões que mais vão crescer até 2023:

Época Negócios
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DRACO SANTA ROSA com novidades

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Uma novidade foi lançada em Santa Rosa/RS a DRACO agora conta com um número de whats próprio para denúncias e informações, 24hrs, 7 dias por semana.

”A idéia é proporcionar um canal para a comunidade se comunicar com a Polícia Civil de forma fácil e sigilosa.” destacou o delegado Tiago Tescke.

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Ensino

O CRA/RS promove a interiorização e discute a sua inserção nas comemoração dos 100 anos da Setrem

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Capitaneados pelo Delegado Regional do CRA, o Administrador Carlos Norberto Filipin, a Setrem sediou reunião de interiorização do Conselho Regional de Administração do RS, e discutiram junto com a Amufron ações para comemoração dos 100 anos da instituição.

No último dia 01 de outubro de 2021, as 14 horas, realizou-se uma reunião de interiorização do Conselho Regional de Administração do Rio Grande do Sul – CRA/RS na cidade de Três de Maio, capitaneados pelo Delegado Regional do CRA/RS, o administrador Carlos Norberto Filipi, tendo como local o Campus da Setrem, e teve a representação da Direção da instituição, citando a presença dos administradores, Sandro Ergang, Mauro Alberto Nuske e Alexandre Chapoval Neto, e ainda contou com a presença de toda a Diretoria do Conselho Regional de Administração do Rio Grande do Sul – CRA/RS, liderados pela presidente do CRA-RS, Adm. Claudia Abreu, na oportunidade este participando o prefeito de Boa Vista do Buricá e Presidente da Amufron, Joãozinho Sehnem, onde se discutiu a inserção do CRA/RS nos 100 anos da Setrem, reafirmando a importância do trabalho da representação do Conselho, que registra um marco importante para a profissão.

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Câmara aprova repasse adicional a municípios; impacto em 2022 é de R$ 1,6 bilhão

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Porcentual vai se elevando ano a ano até atingir 1% em 2025, quando o repasse será o equivalente a R$ 4,6 bilhões

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (6) um repasse adicional de 1% das receitas com Imposto de Renda e IPI aos municípios. Como a proposta de emenda à Constituição (PEC) foi votada em segundo turno e já foi aprovada pelos senadores, o texto vai à promulgação. Não cabe possibilidade de veto do presidente da República.

A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) celebrou a aprovação da proposta, que significará um incremento de R$ 1,6 bilhão no caixa das prefeituras em setembro de 2022, o equivalente a 0,25% das receitas com IR e IPI. O porcentual vai se elevando ano a ano até atingir 1% em 2025, quando o repasse será o equivalente a R$ 4,6 bilhões (em valores de hoje).

A proposta teve apoio massivo no plenário da Câmara, inclusive da base governista. O texto foi aprovado por 456 votos a três. O resultado da votação, porém, foi considerado ruim pela área econômica, pois resulta em menos receitas para a União.
Os municípios já recebem hoje um repasse de 22,5% das receitas com IR e IPI por meio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Além disso, nos últimos anos foram aprovados 1% adicional nos meses de dezembro e mais 1% nos meses de julho.

As investidas das prefeituras para abocanhar mais 1% de FPM nos meses de setembro vêm desde 2015. O texto foi aprovado no Senado em 2017 e recebeu aval dos deputados em primeiro turno no fim de 2019.
Em dezembro do ano passado, a proposta foi pautada para o segundo turno de votação a pedido da própria base do governo, o que levou a uma mobilização no Ministério da Economia para barrar a medida.

Fonte : estadão

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