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As 10 habilidades no trabalho mais procuradas no mundo, segundo o LinkedIn

Pela primeira vez, a capacidade de lidar com a tecnologia blockchain subiu ao topo da lista

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Pela primeira vez, a capacidade de lidar com a tecnologia blockchain subiu ao topo da lista (Foto: Getty Images via BBC News)


Há uma década, surgiu uma tecnologia associada a criptomoedas que poucos entendiam e aparentemente tinha um alcance limitado.

Nada mais longe da realidade. Mas o blockchain ganhou tanta força que agora se tornou essencial.

Blockchain é uma espécie de livro contábil digital público que registra transações e informações de maneira verificável e permanente, o blockchain requer profissionais especializados que possam lidar com isso.

E adivinhe quem são os profissionais mais em demanda no mundo: os especialistas em blockchain, de acordo com uma análise da plataforma profissional LinkedIn.

As habilidades de trabalho desses profissionais estão sendo usadas em inúmeras áreas — serviços financeiros, setor jurídico, energia, saúde, agricultura e até no varejo.

Basicamente, são profissionais com a capacidade de armazenar, validar, autorizar e mover dados pela internet usando essa tecnologia.

E esta área não está aberta apenas para os codificadores.

Como o blockchain é usado em contratos, é provável que seja necessário que equipes de advogados especialistas em tecnologia analisem as complexidades de como as cadeias de blocos se encaixam no direito contratual tradicional.

Até o Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês) incluiu “especialistas em blockchain” em uma lista de profissões cuja importância aumentará nos próximos quatro anos.

É a primeira vez que esses profissionais ficam no topo da lista de habilidades profissionais do LinkedIn.

A empresa mediu a demanda por mão de obra observando os perfis de seus usuários para determinar a frequência com que as pessoas eram contratadas de acordo com suas habilidades.

A seguir, as 10 habilidades (ou conhecimentos) mais procuradas no mundo:

– Gerenciamento de blockchain;
– Computação na nuvem: a tecnologia que permite armazenar e gerenciar dados na internet. Envolve a arquitetura, design e entrega de sistemas em nuvem;
– Raciocínio analítico: a capacidade de interpretar dados e descobrir ideias que ajudem a tomar decisões de negócios.
– Inteligência artificial: a combinação de algoritmos para máquinas desenvolverem capacidades semelhantes às do ser humano.
– Design UX (Experiência do usuário): design com foco na experiência dos usuários do produto, em particular na tecnologia.
– Análise comercial
– Marketing
– Vendas
– Computação científica
– Produção de vídeo

Na área de “soft skills”, relacionada à capacidade dos trabalhadores em estabelecer relacionamentos, a criatividade ficou no topo da lista.

No entanto, a inteligência emocional subiu para o “top 5”, entendida como a capacidade de perceber, avaliar e responder aos colegas.

Em ordem decrescente, os mais importantes são: criatividade, persuasão, colaboração, adaptabilidade e inteligência emocional.

Época Negócios

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Novas formas para a resolução de conflitos

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Teilor Kretschmer
Acadêmico do curso de Direito da Unijuí

Todos os dias, centenas de novos casos são abertos no Sistema judiciário brasileiro. De acordo com os dados anuais do Conselho Nacional de Justiça, em 2019 mais de 500 mil novos casos entraram em tramitação nesse sistema que já está sofrendo com uma demanda muito grande. Além disso, este mesmo documento evidenciou que o tempo médio de julgamento de um processo é entre um e dois anos, demonstrando, portanto, que além do investimento financeiro, há a necessidade de um investimento de tempo pessoal e profissional.

Muitos casos não possuem outra solução que não seja o processo judiciário legal, porém, uma parcela significativa de casos poderia ser solucionada de outra maneira muito mais rápida, mais humanitária e mais breve. Trata-se da mediação de conflitos.

A mediação de conflitos é um método alternativo para a resolução de conflitos sem que seja necessário adentrar o sistema judiciário. É um método consensual, ou seja, acordado entre ambas as partes conflitantes, que envolve a cooperação de ambas as partes através de um procedimento organizado e assistido por uma terceira pessoa que fará a mediação.

A pessoa mediadora tem a função de auxiliar as partes na busca por um acordo comum e satisfatório para ambos, além de atuar de maneira neutra e imparcial. A pessoa responsável pela mediação é uma pessoa especializada nessa área e capacitada para coordenar a situação e preparada para agir com situações que podem vir a acontecer.

O processo de mediação normalmente segue um cronograma de sessões, onde cada sessão inclui: explicações, agenda, mapeamento do conflito, verificação de interesses e necessidades, propostas de soluções, filtro de soluções, solução definitiva. Ainda, a mediação pode acontecer toda ela em conjunto entre ambas as partes, ou pode ser iniciada em particular com cada uma das partes e em conjunto apenas no momento do filtro de soluções.

A mediação de conflitos pode ser utilizada em casos de conflitos trabalhistas, consumeristas, em casos de pessoas físicas e jurídicas e é indicado, especialmente, em casos de conflito em relações duradouras, tais como divórcio, sociedade, familiares, seguradoras, entre outras.

O sistema judiciário brasileiro visa promover a justiça, no entanto talvez não seja a única opção. A mediação como alternativa na resolução de conflitos pode ser uma estratégia na garantia e manutenção da justiça para todas as pessoas além de reduzir custos para ambas as partes, facilitar a busca por uma solução permanente e menos danosa, mais rápida, que respeita o tempo, voz e vontade de todas as pessoas envolvidas, preservando as relações.

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A importância da aprovação do Projeto de Lei nº 3.515/2015

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Gabrieli Pereira Faleiro

A Câmara dos Deputados aprovou em 11 de maio de 2021 o Projeto de Lei nº 3.515/2015, conhecido como Projeto de Lei do Superendividamento, cujo objetivo central é incluir no Código de Defesa do Consumidor um capítulo acerca da prevenção e tratamento do cidadão superendividado.

A conceituada professora Cláudia Lima Marques delineia o superendividamento como a “impossibilidade global de o devedor pessoa física, consumidor, leigo e de boa-fé, pagar todas as suas dívidas atuais e futuras”. Este fenômeno afeta não somente o consumidor e seu núcleo familiar com a respectiva privação de um mínimo existencial, mas também aos credores e a economia em geral.

De acordo com a Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNLD) há, aproximadamente, 61 milhões de brasileiros inadimplentes e, desta totalidade, metade é classificada como superendividada. Mesmo que referido quadro seja um problema antigo para o Brasil, os reflexos da pandemia causada pela covid-19 agravam esta situação, considerando a interrupção de boa parte das atividades comerciais e a suspensão temporária dos contratos de trabalho, o que modificou significativamente o poder aquisitivo do brasileiro.

Nesse sentido, o PL 3.515/2015 tem como objetivo a repactuação de dívidas, momento em que o consumidor, em audiência de conciliação presidida por juiz de direito ou conciliador, com a presença de todos os credores, apresentará proposta de pagamento de suas dívidas com prazo máximo de cinco anos. Em havendo conciliação, o acordo terá eficácia de título executivo e será removida a inscrição do consumidor nos cadastros de proteção de crédito como forma de evitar a exclusão destes indivíduos do mercado de consumo.

Ademais, referida inovação amplia de forma significativa a educação para o consumo consciente. Nesse viés, ganha extrema relevância os núcleos de conciliação e mediação de conflitos, que se apresentam como uma solução extrajudicial e, na maioria das vezes, mais ágil e eficaz para discutir o superendividamento.

Assim, tendo em vista que no ano de 2019 existiam, aproximadamente, 79 milhões de processos tramitando no Brasil, provocando a sobrecarga do Poder Judiciário, somado ao contexto da pandemia, situação que agravou este quadro, a renegociação de dívidas de forma extrajudicial apresenta-se como uma alternativa célere para retomar o equilíbrio financeiro do consumidor, como mencionado anteriormente.

Além da reabilitação do consumidor para o mercado de consumo, o projeto trará para os fornecedores, diferentemente do que estamos habituados atualmente, a obrigação de manter uma relação transparente com o consumidor no que diz respeito à concessão de crédito, tendo em vista que poderá ter seus interesses prejudicados em caso de superendividamento. O PL 3.515/2015, portanto, além de proteger o consumidor de boa-fé, propaga no Brasil a cultura do pagamento. Trata-se de uma real oportunidade de recomeço para o consumidor superendividado.

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AMAR É ACEITAR A PESSOA COMO ELA É

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Sempre me causa estranheza ver as pessoas declararem seu imenso amor por outra pessoa, mas no final das contas quererem mudar tudo nela, reclamar de cada atitude e brigar por tudo o que a pessoa faz que é contrário ao que ela própria faria. Amor antes de tudo é aceitação do outro, é aceitação de suas manias, suas formas de pensar e sua essência. É aceitar que essa pessoa veio de outro lar, de outra criação e que com a mais absoluta certeza não será uma cópia sua e não fará coisas somente para te agradar, e ainda bem, pois podemos aprender muito com isso.

Relacionamentos devem fazer a gente crescer e é incrível quando isso acontece, é ótimo quando percebemos que o outro considera algo que dizemos, percebe que sua opinião é importante e consiga rever posturas diante de determinadas situações e posturas antigas, mas impor nossas ideias ao outro por achar que elas são sempre melhores, não gera nada bom para um relacionamento.

Estar com alguém porque quer, porque escolheu, torna mais fácil com que aceitemos seus defeitos, ou pelo menos o que parece um defeito ao nosso olhar, torna mais fácil o “apesar de”, porque reconhecemos que essa pessoa é um ser humano que além de passível de erros e complicações, é passível de mudanças e reflexões. Acolher o outro com as suas qualidades e defeitos, é uma forma de permitir que ele faça parte da nossa vida, é uma forma de boas vindas e também um jeito de deixar que nós sejamos bagunçados por esse outro. Pessoas que se permitem serem bagunçadas e modificadas por outro, tendem a ter relacionamentos amorosos mais satisfatórios.

Temos que pensar se muitas das vezes que batemos o pé para impor nossas vontades, não estamos apenas sendo mimados e controladores. Querer que o outro faça tudo à sua maneira é uma das formas de controle que podem acabar passando desapercebidas no dia a dia dos relacionamentos, por  chegarem de forma sutil, ainda mais quando quem é controlado, acaba mostrando imensa boa vontade e complacência com o controlador, aceitando toda forma de manipulação que o outro institui, o que as vezes faz com que quem tenta manipular e controlar nem sequer perceba que está fazendo isso, mas experimente uma certa felicidade quando consegue “ganhar” todas as discussões.

O ganhar fica entre aspas, porque um relacionamento que é preciso ter essa sensação de vitória nas discussões, não me parece muito saudável, e quando ganhamos uma discussão, podemos estar perdendo tantas outras coisas.

Às vezes, não é culpa do controlador, pelo menos não conscientemente, pois foi assim que ele aprendeu e só assim sabe fazer, repetindo comportamentos aprendidos durante a vida. Para muitos, relacionamentos são verdadeiros campos de guerra, no qual o único objetivo é derrotar o outro com os melhores argumentos.

E antes que alguém questione o que estou chamando aqui de aceitação e diga que não somos obrigados a aceitar abusos de qualquer tipo, digo que concordo totalmente, mas o texto que escrevo, é sobre relacionamentos de amor; o amor pelo outro e também o amor próprio, e é óbvio que escrevo aqui das pequenas tarefas do dia a dia em um relacionamento que muitas vezes poderia ser saudável, mas não é por pura birra. Questões de abuso, de desrespeito, não entram nesse texto e são temas muito mais complexos.

Quem não sabe aceitar as falhas, talvez também não consiga aproveitar as grandes virtudes. O que me faz lembrar de uma frase atribuída a Marilyn Monroe: “Se você não sabe lidar com o meu pior, com certeza não merece o meu melhor”.

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