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Economia

Arrecadação soma R$ 119,825 bi, melhor resultado para setembro em 6 anos

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A arrecadação de impostos e contribuições federais somou R$ 119,825 bilhões em setembro, o melhor resultado para o mês nos últimos seis anos. Com a retomada da atividade econômica e o fim do adiamento do pagamento de tributos adotado pela Receita Federal nos piores meses da crise da pandemia de covid-19, o resultado representa um aumento real (descontada a inflação) de 1,97% na comparação com o mesmo mês de 2019.

Em relação a agosto deste ano, houve redução de 4,37% no recolhimento de impostos. Ainda assim valor arrecadado no mês passado foi o maior para meses de setembro desde 2014, quando a arrecadação no nono mês do ano foi de R$ 122,554 bilhões.

O resultado das receitas veio dentro do intervalo de expectativas das instituições ouvidas pelo Projeções Broadcast, que ia de R$ 105,70 bilhões a R$ 127,15 bilhões, mas acima da mediana de R$ 118,50 bilhões.

Fatores

De acordo com a Receita Federal, a arrecadação de setembro decorre do comportamento das principais variáveis macroeconômicas no mês e da redução a zero da alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) incidente sobre o crédito, medida que vale até o fim deste ano.

O Fisco destacou ainda o crescimento de 38,90% nas compensações tributárias em relação a setembro do ano passado. Por outro lado, a Receita detectou o recolhimento atípico de R$ 2,5 bilhões em Imposto de Renda de Pessoas Jurídicas (IRPJ) e Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL).

Acumulado

No acumulado do ano até setembro, a arrecadação federal somou R$ 1,026 trilhão, o menor volume para o período desde 2010, quando as receitas somaram R$ 1,023 trilhão no período. Devido aos impactos da pandemia de covid-19 no primeiro semestre, o montante ainda representa um recuo real de 11,70% na comparação com os primeiros nove meses de 2019.

Desonerações

As desonerações concedidas pelo governo resultaram em uma renúncia fiscal de R$ 87,780 bilhões entre janeiro e setembro deste ano, valor maior do que em igual período do ano passado, quando ficou em R$ 72,786 bilhões. Apenas no mês de setembro, as desonerações totalizaram R$ 10,696 bilhões, também acima registrado em setembro do ano passado (R$ 8,393 bilhões).

Um fator que impacta as desonerações neste ano é a suspensão da alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) que incide sobre operações de crédito por 270 dias.

A medida foi anunciada no começo de abril por 90 dias e renovada por novos períodos de 90 dias em julho e neste mês – até o dia 31 de dezembro.

 

Fonte: Estadão Conteúdo

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Economia

Serasa promove Feirão do Limpa Nome em seis capitais e pela internet

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O Feirão do Limpa Nome, promovido pela Serasa, acontece de forma online – no site serasalimpanome.com.br e aplicativo – com mais de 100 empresas dispostas a negociar com os inadimplentes.

A estrutura física do feirão acontece em seis capitais brasileiras – São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Fortaleza e Manaus. Os descontos oferecidos são os mesmos dos canais digitais e chegam a 99% do valor da dívida.

Segundo a gerente da Serasa Limpa Nome, Aline Maciel, em entrevista à CNN Rádio, a vantagem para as empresas e consumidores é clara: “Os consumidores que negociam podem voltar a ter crédito, voltam a consumir, no período do Natal, com cautela, para começar o ano bem, para as empresas, tem o caixa, o final de ano é importante.”

“A Serasa lançou também o programa de Auxílio Dívida. Quem acessar o aplicativo e pagar até o dia 30, à vista, dívidas acima de 200 reais, tem 50 reais de retorno”, diz Maciel.

A especialista da Serasa explicou que a partir do pagamento da primeira parcela do acordo feito, o cliente tem até 5 dias para o nome sair do cadastro de inadimplentes.

“O site tem todo o passo a passo, quais as empresas participando do Feirão, todas se engajaram para condições diferenciadas, com pagamento em até 72 vezes”, completou.

FONTE:CNN

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Economia

Lucro dos 5 maiores bancos sobe 36% e chega a R$ 26,2 bi no 3º trimestre

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Os cinco maiores bancos de varejo brasileiros em total de ativos – Itaú Unibanco, Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal e Santander Brasil – tiveram lucro líquido de R$ 26,2 bilhões no terceiro trimestre, o que representa uma alta de 36% em um ano.

O resultado foi impulsionado pela maior concessão de crédito e por um salto nas receitas com tarifas. Ambos os indicadores refletiram a reabertura das atividades econômicas, mas podem arrefecer nos próximos trimestres, diante da alta dos juros e da desaceleração da economia brasileira que já aparece em alguns indicadores.

Com a reabertura dos negócios, os clientes dos grandes bancos passaram a fazer mais transações, usando mais cartões e comprando mais produtos como seguros, títulos de capitalização e consórcios.

Como resultado, as receitas com prestação de serviços e tarifas dos cinco maiores bancos cresceram 5% em um ano, somando R$ 37,2 bilhões. O Itaú ficou com o maior faturamento, de R$ 10,1 bilhões. A Caixa, ao contrário de seus concorrentes, viu essa receita cair na comparação anual, embora em nível modesto, de 1,1%.

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Economia

Cooperativas da região de Santa Rosa participam de Oficina com Potenciais Compradores

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Oportunidade de aproximar relações entre cooperativas da Fronteira Noroeste e das Missões e de acessar informações sobre relações comerciais e contábeis para a comercialização de produtos da agricultura familiar, a Oficina com Potenciais Compradores, organizada pela Unidade de Cooperativismo da Emater/RS-Ascar (UCP), reuniu representantes de 18 cooperativas no auditório da Acisap, nesta quarta-feira (17/11). De um lado, os participantes tiveram a oportunidade de compreender critérios para acessar novos mercados e, de outro, potenciais compradores demonstraram as demandas existentes.

A região vive em um contexto de cooperativismo fortalecido em diferentes setores. Somente no ramo agropecuário são 46 cooperativas, que contemplam aproximadamente 44 mil associados. A Unidade de Cooperativismo tem a oportunidade de atender a 22 cooperativas desta região por meio do Programa Mais Gestão da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater).

O coordenador da UCP, Marcos Eduardo Servat, destacou o assessoramento à gestão das cooperativas, lembrando também do papel destas no desenvolvimento local. “O que caracteriza o processo de desenvolvimento é o protagonismo dos atores locais na formulação de estratégias, na tomada de decisões e na sua implementação”, salientou.

Os participantes da oficina tiveram a oportunidade de acompanhar explanações sobre padrões e procedimentos em compras de alimentos praticados pelas redes de supermercados, com esclarecimentos apresentados pelo gerente de varejo e agroindústria da Cotrirosa, Dilmar Hofferber, e pelo coordenador de compras da Coopermil, César Carpenedo.

O tema “A contabilidade nas propriedades rurais e a emissão de nota fiscal pelo produtor” também foi abordado na participação do diretor da Somma Contabilidade e Assessoria, Marcos Volnei dos Santos. Ao final, o público teve a oportunidade de buscar mais informações sobre os temas abordados na oficina, com uma rodada de perguntas aos painelistas.

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