Argentina recebe primeiro lote de doses da vacina russa Sputnik V – Portal Plural
Connect with us

Medicina & Saúde

Argentina recebe primeiro lote de doses da vacina russa Sputnik V

Publicado

em

Foto: Esteban Collazo/AFP


A Argentina recebeu seu primeiro lote de 300 mil doses da vacina contra a covid-19 Sputnik V, elaborada pelo Centro de Epidemiologia e Microbiologia Nikolai Gamaleya, na Rússia. Com o a primeira leva do imunizante, o país deve iniciar em breve seu plano de vacinação. O acordo assinado pelo governo argentino prevê o fornecimento de 25 milhões de doses.

A Sputnik V foi aprovada “em caráter de emergência” pelo Ministério da Saúde argentino na quarta-feira, 23. É a primeira autorização que o imunizante russo recebe na América Latina, informou um comunicado do Fundo de Investimento Direto da Rússia, que participou do financiamento do desenvolvimento da vacina.

Ainda na quarta-feira, o órgão regulador de alimentos e medicamentos da Argentina (ANMAT) autorizou o uso da vacina contra a covid-19 da Pfizer/BioNtech, enquanto o governo negocia um acordo com a empresa.

O país também já tem convênios para fornecimento de vacinas com a Universidade de Oxford associada à farmacêutica AstraZeneca, e faz parte do mecanismo Covax da Organização Mundial de Saúde (OMS).

A Argentina tem mais de 1,5 milhão de casos confirmados do novo coronavírus e contabiliza mais de 42 mil mortes. (Com agências internacionais)

Estadão com agências internacionais

Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Medicina & Saúde

Estado distribui 308 mil doses da Astrazeneca para antecipar segunda aplicação

Entrega às 18 coordenadorias regionais de saúde (CRS) será na quarta-feira, dia 14/7

Publicado

em

Antecipação da segunda dose é para garantir melhor resposta imune à variante delta - Foto: Felipe Dalla Valle / Palácio Piratini / Arquivo

A Secretaria da Saúde (SES) irá distribuir 308.575 vacinas Astrazeneca às 18 coordenadorias regionais de saúde (CRS) a partir das 10h da quarta-feira (14/7). Os imunizantes serão para a segunda dose de quem recebeu a primeira há 10 semanas, pelo menos, de acordo com nova resolução entre Estado e municípios de adiantar o prazo de aplicação entre doses deste fabricante e da Pfizer. Cada CRS poderá buscar, por via terrestre, as vacinas dos municípios de sua abrangência.

No total, a SES tem 687.105 doses da Astrazeneca reservadas na Central Estadual de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (Ceadi), em Porto Alegre, para dose 2 (D2). As demais doses serão distribuídas mais perto da data de conclusão do intervalo do próximo lote, que fecha em 23 de julho. Na próxima remessa de Astrazeneca que chegar ao Estado, ainda ficarão reservadas 77.530 para alcançar o quantitativo de imunizantes da D2 que vence em 23 de julho.

Quanto a Pfizer, até o início de agosto não há intervalo entre doses fechando 10 semanas. Na próxima remessa que chegar ao Estado, deverão ficar reservadas 108.930 doses desse fabricante.

A organização da aplicação das segundas doses, assim como das primeiras, é de responsabilidade dos municípios, que podem escolher a melhor estratégia para atingir o público-alvo em cada situação.

De acordo com a secretária da Saúde, Arita Bergmann, o adiantamento do intervalo entre doses não prejudicará o calendário vacinal estabelecido pelo governo do Estado. A previsão de vacinar 100% da população maior de 18 anos com pelo menos uma dose de vacina contra a Covid-19 é 20 de setembro. “Queremos celebrar que o Rio Grande do Sul é o Estado que mais aplica a primeira dose no país, graças à mobilização da população e da organização dos municípios”, disse a secretária.

O novo intervalo entre doses

A decisão de reduzir de 12 para 10 semanas o intervalo entre a dose 1 e a dose 2 da Astrazeneca e da Pfizer foi tomada na segunda-feira (12/7), durante reunião da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), com representação do Estado e dos municípios.

O objetivo é garantir melhor resposta imune para a variante delta, uma vez que foram detectados dois casos suspeitos desta cepa no Estado. As amostras foram enviadas para a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, e os resultados devem sair até sexta-feira (16/7). Apenas uma dose da vacina é pouco efetiva para essa variante.

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Medicina & Saúde

Butantan recebe ingrediente para 20 milhões de doses de vacina

É a maior remessa de matéria-prima vinda da China até agora

Publicado

em

© REUTERS/Amanda Perobelli/Direitos Reservados

O Instituto Butantan recebeu hoje (13) uma remessa de 12 mil litros de ingrediente farmacêutico ativo (IFA) para produção de vacina CoronaVac contra covid-19. A remessa, a maior até agora de matéria-prima vinda da China, é suficiente para o envase de 20 milhões de doses do imunizante.

A carga saiu de Pequim no último domingo (11), fez escalada na Suíça, e chegou no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo, às 4h30 de hoje.

A preparação das vacinas para aplicação pelo Programa Nacional de Imunizações deve ser feita em um período de 15 a 20 dias. O imunizante será, então, disponibilizado para aplicação em todo o país.

O Butantan já disponibilizou 53,1 milhões de doses da vacina elaborada em parceria com o laboratório chinês Sinovac. O instituto assinou dois contratos com o Ministério da Saúde para o fornecimento de 100 milhões de doses do imunizante até o final de agosto.

ebc

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Medicina & Saúde

Casos suspeitos da variante delta no RS serão analisados na Fiocruz

Publicado

em



O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) irá enviar para a Fiocruz, nesta segunda-feira (12/7), amostras de dois prováveis casos da variante delta do coronavírus (B.1.1.617.2 – de origem na Índia) identificados no RS. Na Fiocruz, as amostras (de secreção de naso-faringe) passarão por exames mais detalhados para confirmação. É a primeira vez que casos suspeitos dessa linhagem do vírus são identificados no Rio Grande do Sul.

As amostras foram analisadas no Laboratório Central do Estado (Lacen/RS) e Centro de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CDCT) em testes preliminares. Na Fiocruz, no Rio de Janeiro, as amostras passarão por um sequenciamento genômico, que fornece detalhes do perfil de mutações e classifica com precisão a linhagem de cada amostra. Será um sequenciamento completo. Os testes que vêm sendo aplicados pela Secretaria da Saúde (SES) indicam se determinada amostra é uma provável VOC (variante de preocupação, da sigla em inglês) a partir da identificação genes específicos que são diferentes entre os tipos de vírus.

Os casos suspeitos se referem a um morador de Gramado e outro de Santana do Livramento. Nos últimos dias, as vigilâncias municipais adotaram as medidas sanitárias necessárias, com a identificação das pessoas e rastreamento de contatos dos casos, além do isolamento e coleta de amostras para RT-PCR (inclusive de contatantes). Essas amostras estão sendo enviadas ao Lacen para análise. Se forem casos positivos, serão realizados testes para identificar a provável linhagem.

Além desses dois casos de prováveis delta, três possíveis casos da variante alfa (B.1.1.7, origem no Reino Unido) foram identificados e estão em investigação para confirmação.

Variantes do coronavírus

Algumas linhagens do Sars-CoV-2 (causador da Covid-19) preocupam quanto a alterações no seu comportamento por carregarem algumas mutações específicas. A maioria dessas mutações está concentrada na proteína spike, a responsável por reconhecer as células humanas e ajudar o vírus a penetrar nessas células do indivíduo.

Quando comprovadas essas alterações e identificada uma ameaça à saúde pública ou ao controle do vírus, se denomina então de “variante de preocupação” (VOC – do inglês variants of concern).

Variantes de preocupação (VOC) são aquelas para as quais existem evidências científicas de uma mudança no comportamento do vírus. As principais mudanças que requerem atenção são aumento da transmissibilidade, aumento dos casos graves, redução significativa da neutralização por anticorpos gerados durante infecção prévia, eficácia reduzida de tratamentos ou vacinas ou falhas de detecção no diagnóstico.

Os exemplos mais conhecidos e de maior preocupação entre as VOCs já identificadas são alfa (B.1.1.7, origem no Reino Unido), beta (B.1.351, origem na África do Sul), gama (P.1, origem no Brasil) e a delta (B.1.617, origem na Índia).

No Rio Grande do Sul, assim como no Brasil, a linhagem predominante em mais de 99% dos casos analisados é a gama (P.1).

ebc

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Trending

© 2021 PORTALPLURAL.COM.BR Todos os direitos reservados.


×

Powered by WhatsApp Chat

×