Após temporal, família fica ilhada em shopping no Rio e é ‘resgatada’ por Papai Noel taxista – Portal Plural
Connect with us

Curiosidades

Após temporal, família fica ilhada em shopping no Rio e é ‘resgatada’ por Papai Noel taxista

Reporter Cidades

Publicado

em



 

Fantasiado, motorista surpreendeu mãe e filhas ao parar durante chuva forte na Zona Norte. Foto do encontro foi publicada em rede social.

Nenhum táxi vazio passava na alagada Praça Saes Peña, na Tijuca, Zona Norte do Rio, após o temporal que caiu sobre a cidade nesta segunda-feira (23). Uma mãe e as duas filhas haviam feito as compras de Natal e deram sorte ao encontrar um único amarelinho livre. Ao volante, ele: Papai Noel.

“Foi um milagre de Natal. No meio do dilúvio, fomos resgatadas pelo Papai Noel”, riu a estudante Beatriz Freire Ferreira ao contar a história ao G1.

Todo de vermelho, gorro, barbas e cabelos brancos, o motorista surpreendeu toda a família. O nome dele continua sendo uma incógnita. Em meio à surpresa, a identidade do “bom velhinho” acabou ficando em segundo plano.

“Perguntamos como é ser o Papai Noel, qual a reação das crianças quando entram no táxi e sugerimos que, quando passe a chuva, ele ande com o vidro baixo para as pessoas verem”, acrescentou Beatriz.

Do taxista natalino, só descobriram que é um vizinho de bairro e que não faz ponto fixo na região.

A foto, no entanto, foi parar nas redes sociais e viralizou. “As pessoas estão abismadas e rindo”, diverte-se a estudante.

O espanto foi tão grande que, até quem estava do lado de fora do carro, não se conteve. Para se proteger da chuva, as três se acotovelavam com outros clientes do shopping, embaixo da marquise.

Quando viu um táxi livre, a irmã de Beatriz, Vitória, saiu em disparada.

“A gente estava desabrigada, cheia de sacola de compra de natal, e nos abrigamos debaixo de uma marquise. Então passou um táxi livre, minha irmã saiu correndo para fazer sinal, abriu a porta e deu um grito. Quem estava debaixo da marquise também começou a gritar: ‘Papai Noel, Papai Noel’.”

Papai Noel que 'resgatou' família de temporal em shopping no Rio — Foto: Arquivo pessoal
Fonte: G1.com
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Curiosidades

Quem é a pessoa estampada nas cédulas do real?

Pável Bauken

Publicado

em



Todos os dias da nossa vida nós pegamos em dinheiro, notas vão e vem o tempo todo, seja para comprar uma balinha ou para pagar as contas. Nos acostumamos tanto a isso que deixamos de prestar atenção aos pequenos detalhes. Por exemplo, quem é a mulher estampada nas nossas notas?

Após sucessivas trocas monetárias (réis, cruzeiro, cruzeiro novo, cruzado, cruzado novo) o Brasil adotou o Real em 01 de julho de 1994. A moeda foi implantada no mandato do presidente Itamar Franco, sob o comando de Fernando Henrique Cardoso. O nome “Real” foi escolhido por fazer referência à primeira moeda do Brasil, os “Réis”, e principalmente por trazer um sentido de realidade, ou seja, uma moeda que demonstra o real valor da unidade.

Sim é uma mulher e o nome dela é “Marianne”. Que representa a razão, a pátria e principalmente as virtudes da república.

A origem do nome é bem incerta, mas a maioria dos historiadores concordam que se trata da junção de dois nomes de mulher mais comuns na frança: Mari e Anne. Sendo assim, Marianne se tornou o símbolo da república.

Antigamente era comum representar ideais, fenômenos e entidades abstratas, em deuses e personificações alegóricas, esta prática foi menos comum na idade media, mas acabou ressurgindo durante o renascimento.

Segundo os pesquisadores a razão pela qual foi escolhida uma mulher para representar a república, foi que uma alegoria feminina simbolizava uma ruptura com o antigo regime autocrático chefiado por homens.

Ela também está na estátua da liberdade

A Estátua da Liberdade — localizada em Nova York —, como você deve saber, foi um presente da França aos EUA em comemoração ao centenário da assinatura da Declaração da Independência.

A estátua foi produzida pelo escultor francês (e maçom) Frédréric Auguste Bartholdi, trata-se de uma versão maçônica de Marianne. Mas voltando ao assunto das cédulas, se você observar a nota de US$ 1 com um pouco mais de cuidado, vai encontrar na face reversa o famoso “olho que tudo vê”, mais um famoso símbolo da maçonaria que todos os dias passam pelas mãos de milhões de pessoas, assim como a moça das notas de real.

Fatos desconhecidos

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Curiosidades

Fim do mistério de 2 mil anos: identificado o líquido contido em um antigo vaso chinês

Pável Bauken

Publicado

em



Um grupo de arqueólogos encontrou em maio passado um recipiente em forma de cisne com mais de dois mil anos durante escavações na localidade de Sanmenxia, na China. Dentro da jarra havia três litros de um estranho líquido marrom, o que intrigou os pesquisadores. Agora, o mistério chegou ao fim: a substância foi finalmente identificada.

Segundo o Instituto Arqueológico de Sanmenxia, trata-se de um licor medicinal alcoólico do início da Dinastia Han Ocidental (206 a.C. – 25 d.C.). Esse tipo de álcool era usado para parar sangramentos e combater inflamações.  “Agora vamos continuar a analisar os isótopos de carbono e nitrogênio, além de fazer outras pesquisas no líquido, para obter mais informações sobre suas matérias-primas, processo de fabricação e funções”, disse Yang Yimin, professor da Universidade da Academia Chinesa de Ciências.

Os estudiosos acreditam que o recipiente foi feito inspirado em um cisne-branco (Cygnus olor). “A jarra de bronze com cabeça de cisne é um achado raro. É a primeira vez que encontramos um item do tipo nessa área” disse o pesquisador Yan Fei.

De acordo com os pesquisadores, a tumba onde o líquido foi encontrado pertencia a um homem com cerca de 1,80 metros de altura. Devido à má preservação dos ossos, sua idade e causa da morte ainda são desconhecidas.  Na tumba também foram encontrados outros objetos, como um capacete e uma espada feita de ferro e jade.


Fontes: Clarín e china.org.cn

Imagem: Li Lijing/Xinhua/Reprodução

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Curiosidades

A incrível história dos indígenas brasileiros que enfrentaram nazistas na Segunda Guerra

Pável Bauken

Publicado

em



Após navios mercantes brasileiros terem sido torpedeados por forças nazistas, o Brasil declarou guerra à Alemanha e à Itália em 22 de agosto de 1942. Dois anos depois, a Força Expedicionária Brasileira (FEB) entrou em combate na Europa. O que poucos sabem é que dos cerca de 25 mil soldados de nosso país que lutaram na Segunda Guerra Mundial, centenas eram indígenas.

A história da participação dos indígenas na Segunda Guerra foi resgatada por uma reportagem da Folha de S.Paulo. A maior parte dos índios que integraram a FEB no combate aos nazistas era da região do atual estado do Mato Grosso do Sul. Entre eles, estavam homens de etnias como guarani, terena, kinikinau e cadiuéu.


Venceslau Ribeiro (à direita)

Segundo pesquisadores, o Nono Batalhão de Engenharia de Combate era integrado por diversos indígenas da etnia terena. Um deles, chamado Venceslau Ribeiro, inclusive chegou ao posto de segundo sargento. Essa unidade capturou uma bandeira nazista após a rendição da 148ª Infantaria do exército alemão, em abril de 1945. Guardada como um troféu de guerra, ela está exposta no Museu Marechal José Machado Lopes, em Aquidauana (MS).


Venceslau Ribeiro 

Também em Aquidauana, na aldeia de Ipegue, o jornalista Geraldo Ferreira, que se dedica a preservar a história dos indígenas da FEB, encontrou o túmulo do terena Irineu Mamede, morto em 1996. Ele foi soldado do Primeiro Regimento de Infantaria (o mesmo que venceu a famosa batalha de Monte Castello). Sua sepultura é decorada com o símbolo da FEB, a ilustração de uma cobra fumando.

No ano 2000, Ferreira entrevistou o veterano indígena Aurélio Jorge. O soldado chegou a aprender palavras em italiano, mas disse que usava o idioma terena durante os combates. O grito de guerra da etnia é “Vukapanavo”, que pode ser traduzido como “avante!”.

A FEB permaneceu ininterruptamente 239 dias em combate. A divisão brasileira lutou contra 9 divisões alemãs e 3 italianas. Morreram 450 praças, 13 oficiais e 8 pilotos brasileiros durante a guerra. Além disso, houve aproximadamente 12 mil feridos nos combates.


Fonte: Folha de S. Paulo

Imagens: Diretoria do Patrimônio Histórico e Cultural do Exército/Divulgação

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

ENQUETE

Trending

© 2020 PORTALPLURAL.COM.BR Todos os direitos reservados.


error: Conteúdo protegido, para ter acesso seja nosso parceiro entre em contato no whats (55) 984161736
×