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Economia

Após reunião, inclusão de Estados e municípios na reforma da Previdência segue sem acordo

Pável Bauken

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O relator da proposta de reforma da Previdência na comissão especial que analisa o tema, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), afirmou que não foi fechado ainda o acordo para incluir estados e municípios em seu parecer. Segundo ele, a solução talvez seja manter o diálogo para incluí-los por meio de uma emenda durante a votação no plenário da Câmara. Moreira participou de reunião na residência oficial do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, com líderes partidários e governadores de diversos estados (PB, AL, CE, ES, PI).

“Ainda tem mais umas horas, está tudo em ordem, os governadores ainda têm uma expectativa, mas o melhor procedimento é no Plenário. O que não é ruim, é bem possível e mais fácil. O Rodrigo Maia vai conversar com alguns líderes”, informou Moreira.

O relator disse que vai apresentar a complementação de voto ainda nesta terça-feira (2) a partir das 16h. O texto ainda não foi divulgado, mas Moreira já havia antecipado que não faria mudanças significativas em seu parecer.

Destaques

Além dos governadores, há uma expectativa de alteração no texto do relator em relação aos destaques propostos pelos parlamentares ligados à segurança pública. O deputado Subtenente Gonzaga (PDT-MG) afirma que os parlamentares querem para os policiais militares dos estados e os bombeiros as mesmas condições de aposentadoria dos militares das Forças Armadas. Segundo ele, caso o texto não apresente essas alterações, a bancada vai votar contra a reforma.

O líder do governo na Câmara, deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO), afirmou que mesmo que os estados e municípios fiquem fora da reforma, os governadores e prefeitos vão fazer suas reformas previdenciárias adaptadas às realidades regionais. Em relação às propostas da bancada do partido do governo, também ligada aos policiais militares, de melhorar as condições de aposentadoria para a categoria no relatório de Moreira, Vitor Hugo quer dialogar com todos para não prejudicar a votação do texto.

“Estamos construindo, conversando com os deputados do PSL para dissuadi-los de apresentar os destaques, para que nós do partido também entremos no acordo para aprovar a reforma. A ala da segurança pública é numerosa, estamos caminhando para essa convergência, e aí vamos aprovar a reforma o mais rápido possível”, disse o líder.

Votação

O líder do PP, Arthur Lira (AL), afirmou que a inclusão dos estados e municípios na reforma pode dificultar a votação no texto. Em relação aos destaques da bancada do PSL, Lira disse que cabe ao governo pedir para que os parlamentares retirem os destaques, caso contrário, vão votar a favor das alterações na aposentadoria de policiais militares

“Temos outras crises para resolver nesse texto. Pensar em estados e municípios vai dificultar mais ainda a votação da reforma. Está uma discussão do governo com o governo. O PSL que está fazendo esses destaques. Se não abrir mão dos destaques, nós vamos apoiar os destaques”, disse Lira.

Fonte Correio do Povo
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Economia

Brasil está saindo da crise causada pela pandemia, diz Bolsonaro

Reporter Plural

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Presidente reafirmou não poder continuar com o auxílio emergencial, pois tem custo de R$ 50 bilhões ao mês

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que o Brasil está saindo da crise provocada pela pandemia do coronavírus. A declaração foi dada em conversa com apoiadores na saída do Palácio do Planalto nesta segunda-feira (19).

O chefe do Estado, no entanto, não deu detalhes sobre a retomada da economia.

“O Brasil está saindo da crise. Pelo que os números estão mostrando o Brasil está saindo da crise”, garantiu.

Bolsonaro ainda reafirmou não poder continuar com o auxilio emergencial por muito tempo.

“Sei que os R$ 600 [atualmente R$ 300] é pouco para quem recebe, mas é muito para o Brasil, dá R$ 50 bilhões por mês. Tem que ter responsabilidade para usar a caneta Bic aí. Não dá para viver, ficar muito tempo mais com este auxílio porque, realmente, o endividamento é monstruoso”, explicou.

Fonte: SBT NEWS

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Economia

Bolsas da Ásia sobem com possíveis estímulos nos EUA e vacina; Xangai recua

Reporter Plural

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Por Sergio Caldas

As bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam majoritariamente em alta nesta segunda-feira, reagindo a expectativas renovadas de que um novo pacote fiscal seja aprovado nos EUA e de que haja uma vacina para o novo coronavírus antes do fim do ano. Os mercados chineses, porém, ficaram no vermelho após o Produto Interno Bruto (PIB) da segunda maior economia do mundo crescer menos do que se esperava no último trimestre.

O índice acionário japonês Nikkei subiu 1,11% em Tóquio hoje, a 23.671,13 pontos, enquanto o Hang Seng avançou 0,64% em Hong Kong, a 24.542,26 pontos, o sul-coreano Kospi se valorizou 0,22% em Seul, a 2.346,74 pontos, e o Taiex registrou ganho de 1,24% em Taiwan, a 12.908,34 pontos.

Investidores ponderam as chances de os EUA lançarem novos estímulos após a presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, dizer ontem que está esperançosa de chegar a um acordo sobre um novo pacote fiscal com a Casa Branca, apesar de “pequenas divergências”. Pelosi e o secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, vêm negociando há meses um projeto bipartidário com medidas econômicas para amenizar os impactos causados pela pandemia de covid-19.

O apetite por risco também ganhou força na Ásia após a Pfizer anunciar, na última sexta-feira (16), que poderá solicitar autorização de uso emergencial de sua possível vacina para o coronavírus até o fim de novembro. A gigante farmacêutica americana está desenvolvendo a vacina em parceria com a alemã BioNTech.

Já na China continental, as bolsas se enfraqueceram após dados mostrarem que o PIB do país teve expansão anual de 4,9% no terceiro trimestre, menor do que o acréscimo de 5,3% esperado por analistas, ainda que números de produção industrial e de vendas no varejo tenham surpreendido positivamente em setembro. O Xangai Composto recuou 0,71%, a 3.312,67 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto teve perda similar, de 0,70%, a 2 249,53 pontos.

Na Oceania, a bolsa australiana seguiu o viés majoritário da Ásia e ficou no azul. O S&P/ASX 200 avançou 0,85% em Sydney, a 6 229,40 pontos, atingindo o maior patamar desde o início de março (Com informações da Dow Jones Newswires).

Fonte: Estadão Conteudo

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Economia

Bolsas da Europa abrem em alta com expectativa de pacote fiscal nos EUA e vacina

Reporter Plural

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Por Aline Bronzati

Com as atenções renovadas para o Brexit, como é chamada a saída do Reino Unido da União Europeia, as bolsas da Europa iniciam a semana em alta, dando sequência ao movimento de recuperação de perdas, engatilhado na última sexta-feira, dia 16 As expectativas em torno de um novo socorro à economia americana e de uma vacina para a covid-19 ainda neste ano superam preocupações com medidas mais duras para conter a escala de novas infecções no Velho Continente enquanto o mundo ultrapassa a marca de 40 milhões de casos da doença.

O tom positivo também é sustentado por dados da economia da China no terceiro trimestre, que embora abaixo do esperado, sinalizam bom presságio quanto à retomada chinesa. Por volta das 7h, no horário de Brasília, o índice europeu de ações Stoxx-600 subia 0,45%, aos 369,14 pontos.

Bancos, com destaque para os suíços, lideram o movimento de alta na manhã desta segunda-feira, 19. As ações do Julius Baer subiam 5,25%, impulsionadas pela divulgação de resultados do terceiro trimestre, e as do Credit Suisse tinham alta de 3,62%.

Apesar da preocupação com a segunda onda de covid-19 – e o impacto econômico da série de bloqueios na Europa em meio à disparada de novos casos -, a expectativa de uma vacina encoraja os investidores. Ontem, foi a vez da Itália anunciar uma série de medidas mais duras de restrição para conter a doença no país

Já as esperanças de um novo pacote fiscal nos Estados Unidos antes das eleições americanas seguem renovadas – com os investidores reagindo a qualquer avanço nesse sentido. A presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, afirmou, neste domingo, que um acordo precisa ser definido em até 48 horas.

O sentimento de ansiedade também é nutrido ao longo desta semana por conta do empurra-empurra do Brexit. A despeito da falta de convergência entre Reino Unido e União Europeia, o mercado ainda prevê que um meio termo será alcançado – as negociações devem ser retomadas esta semana – enquanto o setor privado reforça a pressão para um acordo em meio à covid-19, que desafia, principalmente, os pequenos negócios.

A libra esterlina, que vem sendo pressionada pelo impasse do Brexit, está mais forte nesta manhã. Às 7h, a moeda britânica avançava a US$ 1,2997, de US$ 1,2924 no fim da tarde de sexta (16). “A libra esterlina está um pouco mais firme na manhã desta segunda-feira diante de conversas sobre o ‘Internal Market Bill'”, diz o chefe de pesquisa do London Capital Group (LCG), Jasper Lawler, mencionando a proposta de lei do mercado interno britânico que pode alterar parte do acordo de retirada do Brexit

Entre as bolsas da Europa, o índice CAC-40, de Paris, avançava 0,82% e o FTSE-100, de Londres, tinha alta de 0,05%. Enquanto isso, o Dax-30, de Frankfurt, subia 0,19% e o Ibex-35, de Madri, tinha elevação de 0,46%. Já o índice FTSE-MIB, de Milão, apresentava valorização de 0,41% e o PSI-20, de Lisboa, alta de 0,53%.

 

Fonte: Estadão Conteudo

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