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Apesar da queda na moagem, produção de etanol anidro cresce

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O estado de São Paulo registrou moagem de 20,62 milhões de toneladas (-12,95%) e nos demais estados da região Centro-Sul a quantidade processada na quinzena alcançou 15,17 milhões de toneladas (-9,15%)

 

A quantidade de cana-de-açúcar processada pelas unidades produtoras do Centro-Sul alcançou 35,79 milhões de toneladas na 2ª metade de setembro, o que representa uma queda de 11,38% sobre o valor apurado na mesma quinzena da safra 2020/2021 – 40,38 milhões de toneladas. O estado de São Paulo registrou moagem de 20,62 milhões de toneladas (-12,95%) e nos demais estados da região Centro-Sul a quantidade processada na quinzena alcançou 15,17 milhões de toneladas (-9,15%).

Desde o início do ciclo 2021/2022 até 01 de outubro, a moagem acumula queda de 6,86%. Nesse período, a quantidade de cana-de-açúcar processada pelas usinas atingiu 467,44 milhões de toneladas, ante 501,88 milhões de toneladas na mesma data do último ciclo agrícola.

O número de unidades operando até 1º de outubro foi de 225 empresas. Até o momento, 36 empresas já terminaram a produção no ciclo 2021/2022. Está previsto o encerramento de mais 52 unidades produtores para a 1ª quinzena de outubro. As unidades que encerraram a safra até o final de setembro tiveram uma redução de moagem em relação à safra passada de 24,2%.

“Como esperado, a menor oferta de cana-de-açúcar levou a um término antecipado da moagem em muitas unidades produtoras. O estado de São Paulo é quem detém o maior número de unidades cuja moagem já se encerrou, reflexo dos efeitos da condição climática adversa, geadas e, por último, pela incidência de focos de incêndio”, destaca Antonio de Padua Rodrigues, diretor técnico da UNICA.

Produtividade agrícola e qualidade da matéria-prima

Dados preliminares apurados pelo Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) para a primeira quinzena do mês de setembro, considerando uma amostra comum de 104 unidades, registraram produtividade de 58,2 toneladas por hectare colhido no mês ante 74,0 toneladas observadas no mesmo período na safra 2020/2021 – queda de 21,3%.

A qualidade da matéria-prima na 2ª quinzena de setembro, mensurada a partir da concentração de açúcares totais recuperáveis por tonelada de cana-de-açúcar, registrou 155,58 kg de ATR por tonelada, com retração de 3,47% em relação aos 161,18 observados no ciclo passado. No acumulado desde o início da safra até 1º de outubro, o indicador de concentração de açúcares assinala 142,71 kg de ATR por tonelada de cana-de-açúcar, uma retração de 0,1% em relação ao valor observado o ciclo 2020/2021.

Produção de açúcar e de etanol

Apesar da retração na moagem quinzenal, a produção de etanol anidro mantém a trajetória ascendente, com aumento de 8,24% na produção quinzenal. A fabricação do biocombustível atingiu 847,02 milhões de litros na segunda metade de setembro, frente a 782,6 milhões de litros em igual período de 2020.

A produção de açúcar retraiu 19,09% nos últimos quinze dias do mês e atingiu 2,32 milhões de toneladas, ante 2,87 milhões de toneladas verificadas em igual período do ano anterior. A produção quinzenal de hidratado, por sua vez, alcançou 1,14 bilhão de litros, registrando queda de 18,29%

No acumulado desde o início da safra 2021/2022 até 1º de outubro, a produção de açúcar alcançou 29,19 milhões de toneladas, contra 32,06 milhões de toneladas verificadas em igual período do ciclo 2020/2021. A fabricação acumulada de etanol totalizou 22,79 bilhões de litros, sendo 8,9 bilhões de litros de etanol anidro (+24,43%) e 13,89 bilhões de litros de etanol hidratado (-15,37%). Do total fabricado, 1,63 bilhão de litros do biocombustível foram produzidos a partir do milho.

O executivo da Unica, Antonio de Padua Rodrigues, destaca que “da redução total na produção de açúcar, de 2,87 milhões de toneladas em comparação com o mesmo período da safra anterior, 668 mil toneladas se deve à mudança no mix de produção de empresas que destinaram uma parcela maior da matéria-prima processada para o etanol”.

Vendas de etanol

No mês de setembro, as unidades produtoras do Centro-Sul comercializaram um total de 2,46 bilhões de litros de etanol, registrando retração de 15,02% em relação ao mesmo período da safra 2020/2021. Do total comercializado no período, 194,45 milhões de litros foram destinados para o mercado externo e 2,26 bilhões de litros vendidos domesticamente.

No mercado interno, as vendas de etanol hidratado alcançaram 1,31 bilhão de litros, o que representa uma redução expressiva de 25,32% sobre o montante apurado no mesmo período da última safra (1,75 bilhão de litros). A quantidade comercializada de etanol anidro, por sua vez, apresentou aumento de 19,81%, com 954,2 milhões de litros vendidos em 2021 contra 796,45 milhões de litros em 2020.

O diretor da Unica explica que “o ajuste por meio dos preços deve equilibrar o mercado, adequando a demanda as condições de oferta mais limitada do etanol hidratado nessa safra. Por outro lado, os produtores estão priorizando a fabricação de etanol anidro, garantindo o pleno abastecimento da demanda mandatória associada à mistura do biocombustível na gasolina”. O executivo adiciona que “a redução nas saídas de etanol hidratado carburante no mês de setembro está em linha com a demanda apresentada pelas distribuidoras na reunião da mesa de abastecimento. A safra da região Norte-Nordeste, que a pouco se iniciou, já contribui para redução da cabotagem e transferências da região Centro-Sul”.

Desde o início da safra até o final de setembro, o volume acumulado de etanol comercializado pelas empresas do Centro-Sul se equiparou ao mesmo volume vendido em igual período do ciclo anterior: cerca de 14,75 bilhões de litros. Desse total, 929,06 milhões de litros foram destinados à exportação (queda de 35,66%) e 13,82 bilhões ao mercado interno (aumento de 3,87%). Do total comercializado domesticamente, o etanol anidro representou 5,15 bilhões de litros (aumento de 25,07%) e o etanol hidratado corresponde a 8,67 bilhões de litros (queda de 5,62%).

“Apesar da retomada no consumo de combustíveis e da quebra histórica na safra canavieira, estamos em uma condição de equilíbrio entre a oferta e a demanda por etanol. A antecipação do cenário observado garantiu o correto funcionamento do mercado, com redução de demanda por hidratado e estímulos à fabricação de etanol anidro”, explicou Rodrigues.

 

FONTE: PORTAL DO AGRONEGOCIO

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Como implementar o employer branding na sua empresa

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Para todas as empresas, de qualquer porte, é fundamental selecionar e reter os melhores talentos disponíveis no mercado. Essa é uma missão que só pode ser mantida com um time de RH que atua de forma estratégica, em parceria com os demais times e gestores.

 

Uma forma direta de alcançar o objetivo de atrair, reter e encantar é adotar estratégias de employer branding. Aplicando esse conceito, pode-se garantir maior produtividade e reduzir os gastos com contratação e capacitação.

A ideia final é chegar num status orgânico de interesse de candidatos e manutenção de talentos. Ou seja, busca-se trazer os melhores talentos do mercado e motivá-los a ficar de forma.

Além disso, com uma marca empregadora forte e concisa, há valor agregado ao marketing. Afinal, trata-se de um esforço conjunto das duas áreas (também o RH), para estabelecer um mecanismo orgânico em que as pessoas veem sua empresa como uma grande referência no mercado.

Neste artigo, você vai entender de vez o que é employer branding, o motivo de grandes empresas investirem nessa estratégia e um passo a passo simples de como começar a implementá-lo. Continue lendo!

O que é employer branding?
Employer branding é um conjunto de estratégias utilizadas para aperfeiçoar e melhorar os processos de atração e retenção de talentos. O objetivo final é criar uma percepção positiva sobre a empresa como local de trabalho.

Diferente da “reputação da marca”, ou “marca comercial”, em que o objetivo é atrair novos clientes com conteúdos e anúncios, o objetivo da marca empregadora é fazer com que colaboradores internos ou de outras empresas vejam a sua como um bom lugar para trabalhar.

Quando bem executado, seus processos seletivos passam a ser mais visados e competitivos, possibilitando mais assertividade na montagem de times de alta performance. Ainda, o destaque da sua marca pode atrair investidores, parceiros de negócio e até clientes!

Os responsáveis pela marca empregadora
Marketing ou Recursos Humanos, qual é o departamento responsável pelo employer branding? Uma aplicação eficiente não deve se tornar um jogo de responsabilidades. Para alcançar o objetivo final, que servirá a empresa como um todo, deve haver um esforço multidisciplinar.

O RH vai ser o responsável por conduzir os processos e a formulação de planos para chegar em cada grupo de funcionários. Já o marketing, traz sua expertise com estratégias de divulgação criativas, trazendo ações de endomarketing para garantir que as novas políticas e filosofias cheguem aos clientes internos.

Também, é preciso entender que essas frentes são as potencializadoras da estratégia, sua implantação depende do engajamento de todos os líderes, diretores e C-levels. No fim, é importante que todos contribuam com ideias para fortalecer os conceitos de bem-estar e satisfação coletiva.

Por que investir em employer branding?
Estamos tratando com um mercado de trabalho cada vez mais competitivo e fluído. Por característica geral, as gerações mais novas (de Millenials a Geração Z) tendem a não se fixar em uma empresa ou carreira se não houver satisfação.

Aprendizado, experiências de vida, autodesenvolvimento, realização profissional e financeira, espaço para explorar seu potencial, representatividade, sustentabilidade… Esses são apenas alguns dos gatilhos que podem motivar um indivíduo a querer trabalhar na sua empresa e até se tornar um promotor ativo da sua marca.

Esse senso de pertencimento e significância em relação ao seu negócio influencia diretamente na montagem de times de alto desempenho. Ainda, você pode reduzir as taxas de turnover, mantendo esses bons profissionais por mais tempo no seu quadro.

O sucesso de uma estratégia de employer branding traz uma série de benefícios palpáveis para a empresa, veja alguns a seguir:

Atração e retenção de talentos;
Crescimento no número de candidaturas às suas vagas;
Economia com recrutamento e aumento da quantidade de indicações;
Ganho de produtividade entre seus colaboradores;
Fortalecimento da marca como um todo e crescimento nas vendas.
Implementando: o employer branding em 6 passos
Interessou-se no potencial das estratégias de employer branding e ainda não sabe por onde começar? Separamos o processo de implantação dessa estratégia em 6 passos para facilitar a sua jornada.

Confira!

Conheça a fundo os valores do negócio
A primeira etapa envolve transmitir e consolidar uma cultura atraente e motivadora, que inspire o desenvolvimento da marca empregadora. Junte-se ao seu time de recursos humanos e entenda a fundo a sua cultura organizacional.

Planeje as ações e objetivos
Essa é a etapa em que você define os objetivos da empresa com esse projeto e as táticas a serem utilizadas. Esse detalhamento é fundamental, pois pode haver necessidade de mudanças profundas na cultura da empresa.

Aqui, é importante definir um cronograma, discriminar os recursos disponíveis para o projeto, definir os profissionais envolvidos e estabelecer indicadores viáveis para mensurar a eficiência das estratégias.

Faça um diagnóstico do ambiente atual
Antes de promover qualquer alteração, deve-se eliminar os achismos. Vá direto à fonte das informações, pesquise a percepção dos seus colaboradores em relação ao ambiente de trabalho e da marca como um todo.

Nessa etapa, você ainda pode segmentar essas percepções por grupos e perfis de funcionários. Dessa forma, terá uma visão direcionada às diferentes demografias da sua organização.

Lembre-se de tocar em todos os pontos críticos da percepção de marca desses funcionários. Ou seja, fatores de ordem financeira (benefícios e remuneração) e fatores de ordem cultural (ética, lideranças, flexibilidade etc.).

Defina as prioridades
O ideal é que se formule uma estratégia que aborde todas as áreas da empresa. Entretanto, se identificar que existem grupos ou times mais críticos para agir ou se tiver restrições de recursos, defina aqueles que devem ser priorizados.

Por exemplo, se a área comercial é a que identifica maior taxa de turnover e percepções mais negativas sobre a empresa, é possível trabalhar planos de relacionamento específicos para esse time. Algo comumente utilizado são planos de compensação e prêmios, associados às metas e ao propósito da empresa.

Aperfeiçoe a comunicação interna
Comunicação eficiente é a chave para a transmissão contínua dos elementos culturais da sua marca. Se há atritos, certamente as mensagens não está chegando aos interlocutores como deveriam.

Também, em um nível micro, há a preocupação com a comunicação entre gestores e seus subordinados. As posições de liderança são as principais fontes de replicação de memes e hábitos desejáveis, e se há gargalos nessa comunicação a base das operações não está sendo alimentada.

Por isso, aqui vão algumas dicas para eliminar esses atritos:

Crie uma cultura forte de feedbacks e 1on1’s (se possível), para aproximar líderes e demais colaboradores;
Ofereça um espaço simplificado para consulta das regras, valores e boas práticas da empresa;
Promova a capacitação dos seus gestores de times;
Conte com canais de comunicação corporativa que permitam trocas de mensagens e arquivos de forma simples e intuitiva (é muito comum que a equipe escolha um só como foco para conversar entre si, como WhatsApp, Slack, Discord etc.)

Agregue valor para os funcionários
O último passo incorre na elaboração das ações que serão tomadas, finalmente, para colocar sua estratégia de employer branding em prática.

O valor agregado aos colaboradores internos e aos perfis ideais que deseja atrair deve ser o seu guia. Pense em formas de desenvolver o employee experience no seu ambiente de trabalho, seja ele presencial ou remoto.

Confira algumas tendências atuais do mercado de trabalho.

Eventos de integração entre os funcionários.
Horários flexíveis.
Dress code mais livre.
Respeito à diversidade e à identidade de cada funcionário.
Ambiente que valoriza a liberdade criativa e a cocriação.
Planos de carreira que indiquem perspectiva de crescimento.
Investimento na capacitação multidisciplinar dos colaboradores, para além dos limites das suas funções corporativas.
Gestão horizontal.

 

fonte: Mundo RH

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Casa do Esqueceram de Mim clássico, com decoração temática, está para alugar

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Oferta é limitada a uma única noite na temporada de Natal

 

Já pensou passar uma noite, bem no meio da temporada de Natal, na casa do clássico Esqueceram de Mim? Pois saiba que a residência dos McCallister no filme estrelado por Macaulay Culkin estará disponível no próximo dia 12 de dezembro!

A oferta limitada foi feita pelo Airbnb, e a corrida para fazer a reserva especial começa no próximo dia 7, às 16h (horário de Brasília).

Vale lembrar que a casa dos McCallister fica na cidadezinha de Winnetka, no Illinois (EUA), e que o fã que reservar a pernoite terá que arcar com os próprios custos de viagem.

Além da decoração temática natalina, com várias referências ao filme – como uma lata de tinta pendurada por um barbante em cima da escada! -, a pessoa que for passar uma noite na casa ainda vai ganhar refeições natalinas de cortesia e outros brindes.

A franquia Esqueceram de Mim, lançada em 1990 pelo filme dirigido por Chris Columbus, já tem seis filmes ao todo. O mais recente, Esqueceram de Mim no Lar Doce Lar, chegou ao Disney+ no mês passado.

 

fonte: Omelete

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Cafeína pode te ajudar a ver objetos em movimento

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Já é conhecido que a cafeína pode deixar o usuário mais alerta e acordado, não à toa que o produto também é utilizado como estimulante. No entanto, uma nova pesquisa mostrou que o café pode ter influência na visão, mais especificamente na hora de enxergar objetos em movimento.

 

“Muito do que acontece em nosso ambiente está se movendo – como tentar cruzar um cruzamento movimentado como um pedestre ou encontrar algo em uma prateleira enquanto caminha pelos corredores de um supermercado”, explicou a Dra. Kristine Dalton, da Waterloo’s School of Optometry & Vision Science, que liderou o estudo.

“Testar a acuidade visual em condições dinâmicas pode fornecer mais informações sobre nosso desempenho funcional nesses cenários do que apenas as medições de acuidade visual estática tradicionais”, completou.

Cafeína e acuidade visual
A acuidade visual é a nitidez com que a pessoa enxerga. Quando vamos ao oculista, por exemplo, normalmente o exame realizado para ver se existe alguma deficiência na visão, como miopia, é um teste de acuidade visual. No caso, a acuidade visual dinâmica serve para identificar objetos em movimento e foi o foco do teste.

“Embora já saibamos que a cafeína aumenta a velocidade dos movimentos rápidos dos olhos, queríamos investigar mais como exatamente a cafeína melhora o processamento visual e facilita a detecção de estímulos visuais em movimento testando a acuidade visual dinâmica”, disse a co-autora Beatríz Redondo, do Departamento de Óptica da Universidade de Granada.

Usando um teste baseado em computador projetado e validado na Universidade de Waterloo, a pesquisa testou habilidades de acuidade visual dinâmica de cada participante foram medidas antes e 60 minutos após a ingestão de cafeína. Metade dos participantes do estudo ingeriu uma cápsula de cafeína (4mg), enquanto a outra metade ingeriu uma cápsula de placebo.

“Nossas descobertas mostram que o consumo de cafeína pode realmente ser útil para a função visual de uma pessoa, aumentando o estado de alerta e a sensação de vigília”, disse Dalton. “Isso é especialmente verdadeiro para as tarefas diárias críticas, como dirigir, andar de bicicleta ou praticar esportes, que exigem que prestemos atenção a informações detalhadas sobre objetos em movimento ao tomar decisões”, finalizou.

 

fonte: Olhar Digital

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