Aparições – Portal Plural
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Estrada Iluminada

Aparições

Nilton Moreira

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Sempre me perguntam se é possível uma pessoa que já morreu aparecer entre os chamados vivos, e eu respondo que sim, até porque a morte como conotada pela maioria das pessoas não existe! O que realmente acontece é que apenas passamos do plano carnal para o plano espiritual, mas continuamos com a mesma individualidade com um corpo fluídico.

Quanto ao tornar-se visível um desencarnado, temos a experiência corriqueira por ocasião do sono, onde nos encontramos na espiritualidade com vários irmãos nossos que partiram antes, entrando com eles em comunicação. As pessoas que, quando se acham na solidão ou na obscuridade, se enchem de medo, mas um malfeitor vivo é bem mais perigoso do que um desencarnado. “Uma senhora do nosso conhecimento teve uma noite, em seu quarto, uma aparição tão bem caracterizada que ela julgou estar em sua presença uma pessoa e a sua primeira sensação foi de temor. Certificada de que não havia pessoa alguma, disse: Parece que é apenas um espírito; posso dormir tranquila.”

“Os desencarnados nem sempre podem manifestar-se visivelmente, mesmo em sonho e malgrado ao desejo que tenhais de vê-los. Pode dar-se que obstem a isso causas independentes da vontade deles. Quanto às pessoas que vos são indiferentes, se é certo que nelas não pensais, bem pode acontecer que elas em vós pensem.

Os animais como por exemplo cavalos, empinam e recusam-se a andar para frente por motivo de aparições que assustam os cavaleiros que os montam.

Muito mais frequentes do que julgamos são as aparições, porém, muitas pessoas deixam de torná-las conhecidas por medo do ridículo, e outras as atribuem à ilusão. Se parecem mais numerosas entre alguns povos. A credulidade então faz que se vejam efeitos sobrenaturais nos mais vulgares fenômenos: o silêncio da solidão, o mugido da floresta, as rajadas da tempestade, o eco das montanhas, a forma fantástica das nuvens, as sombras, as miragens, tudo enfim se presta à ilusão para imaginações simples e ingênuas, que de boa-fé narram o que viram, ou julgaram ver. Porém, ao lado da ficção, há a realidade, mesmo que não queiramos admitir.

Muitas vezes vemos pessoas que não identificamos como conhecidas cruzarem conosco e não demostrarem a mínima atenção a nossa presença, são os chamados Agênere.

Portanto não nos surpreendemos se nos depararmos por ai com alguém que já se foi. Não é comum mas é normal amigos.

A vida continua.

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Alcoólicos Anônimos

Nilton Moreira

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Em meio há muitas cidades que desempenhamos nossa atividade como policial, numa fundamos o Grupo Alcoólicos Anônimos, e em outras muitas palestras procedemos. Foi uma maneira de auxiliar esses irmãos que entravavam e ainda estão no embate contra a dependência.

Desde muito tempo o alcoolismo passou a ser tratado como doença e não mais como mera falta de vergonha na cara ou irresponsabilidade como muitos ainda hoje pensam e dizem.

É sim no primeiro momento, nos primeiros goles uma falta de cuidado com o corpo, mas também é muitas vezes ato de aguçar o espírito que somos a reencontrar alguma realidade de vida passada, pois não sabemos o que fomos e se anteriormente éramos dependentes desta droga, e ao ingerirmos os primeiros goles tudo volta à tona.

Também vi inconsequências de pais com o filhinho no colo que davam prova da bebida que ingeriam a estes pequeninos, não por maldade, mas por irresponsabilidade, querendo dizer que o filho para ser macho tinha de beber. Triste isso.

Fico pensando nos dias de hoje como as provações na Terra são peculiares a cada um dos habitantes, pois enquanto uns tem menos dificuldades outros tem ingredientes a mais, como o caso dos alcóolatras que tendo de evitar a bebida pelo menos 24 horas, e depois mais 24 horas tem de conviver hoje com a pandemia que requer uma higiene com álcool em gel.

Digo isso pois em meio a literatura e as conversas com estes irmãos doentes em recuperação, sabemos que devem evitar o uso de desodorantes, perfumes e aromatizantes como vinagres que possuam na composição álcool. Todo o cuidado é pouco para evitar eclodir o desejo, já que sabemos que o alcoolismo não tem cura.

Hoje em cada local que adentramos está presente o álcool para procedermos a assepsia para evitar a contaminação e fico imaginando como a provação de ser dependente de alcoólicos é complicado, mas certamente esses irmãos que lutam para ficarem sóbrios estão sendo amparados pela Espiritualidade Maior, e conseguem passar por esta dificuldade, e com perseverança obterão êxito.

Hoje sabemos que o álcool é absorvido pelo organismo até em contato com a pele. Portanto meus amigos, não devemos esmorecer diante de qualquer entrave. Enfrentemos nossos traumas e atinjamos limites pois as provações estão ai, uns com graus mais difíceis que outros. É da Lei Divina. Força a todos e mais 24 horas.

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Somos energia!

Nilton Moreira

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Chegamos neste Planeta e ocupamos um corpo previamente preparado para nós, que nos é disponibilizado por ocasião do nascimento de uma criança. Certamente é uma felicidade impar, tanto para os pais da criança e para a alma que passa a habitar o referido corpo.

A alma/espírito já existia anteriormente e procede de outra esfera, pois como o Mestre disse “O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do espírito é espírito“.

Portanto somos um espírito com um corpo de carnal. Ora, o espírito é pura energia, se é que pode dizer-se assim, é o que possibilita existir raciocínio ao corpo, e esta energia é que é responsável por difundir o que sentimos uns pelos outros, fazendo nosso cérebro funcionar.

Quando encontrarmos uma pessoa na rua sem estar planejado e esta pessoa nos é querida, imediatamente corremos ao encontro dela e abraçando-a, isto faz expandir uma energia de amor salutar nas duas pessoas, sendo que aquele abraço precede de uma eletrização tão intensa que repercute no nosso corpo inteiro.

A aura que se forma da união daqueles corpos materiais é refletida e pode ser vista por quem é médium vidente.

Esse abraço energético é capaz de reequilibrar as energias de ambos os corpos e também promover no momento a cura para muitos males, pois o cérebro recebendo a informação de que aquele é um encontro de amor vai repercutir no cérebro invisível que passa a emanar a energia que se expande produzindo uma aura salutar.

Hoje, com os dias de pandemia estamos privados desse abraço fraterno, nos limitando ao soquinho de mão que também não deixa de ser um contato que acaba expandindo a energia porém com menos intensidade, mas temos ainda um outro recurso que podemos utilizar que é a prece. Esta transcende a distância e chega onde quisermos, pois é conduzida pelo pensamento que é a linguagem utilizada no plano espiritual e que é perfeitamente ouvida quando entramos em concentração mental.

O importante é que pensemos sempre em boas coisas, tenhamos metas edificantes, procurando desejar a outrem que seja auxiliado em seus pensamentos e atos para se tornar melhor, pois lembremos que embora distantes nosso pensamento chegará a essas pessoas, e seremos responsáveis se estivermos contribuindo para algo de ruim a elas.

De maneira nenhuma podemos deixar de expandir nossas energias a quem amamos, mas a quem não nos é agradável não devemos desejar o mal. Apenas ignoremos e estaremos evitando que a energia negativa nos atinja.

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Amor ao Planeta

Nilton Moreira

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Desde os primórdios o homem sente a necessidade de acreditar em alguma coisa que lhe permita pelo menos transferir responsabilidades. Também tem a tendência de acreditar que tenha algo de Maior no Universo, o que costumamos chamar de Deus.

Mas têm aqueles que negam essa Inteligência Suprema, mas ao dizerem que não acreditam Nele já o estão admitindo no seu íntimo, até porque trazemos gravado na consciência o princípio Divino, ou seja, Suas Leis Imutáveis, pois somos uma Centelha Divina espalhada pelo universo como bem disse o filósofo Léon Denis.

Quando enveredamos por caminhos tortuosos ferindo os princípios mais dinâmicos que são os que agridem a vida planetária, estamos de certa forma transgredindo estas Leis. Hoje nos deparamos com várias destruições, como por exemplo as relacionadas com o meio ambiente, poluição de rios jogando dejetos neles, desviando seus cursos para implantação de hidroelétricas que modificam o cenário harmônico, queimadas com propósito de expansão pecuária, caça e pesca predatória, tudo em nome do progresso e do poder econômico.

Os elementos que possuem energia, fluido, vitalidade, são na realidade nossos irmãos inferiores de planeta. Temos um vínculo muito grande na escala da Criação Divina, portanto devemos respeitá-los e utilizá-los da maneira mais racional possível, pois do contrário teremos de prestar contas ao Criador se assim não agirmos.

Paremos um pouco para pensar como estará o Planeta daqui há 100 anos se não colocarmos um freio na destruição! É verdade que os cientistas a cada dia descobrem outras esferas, mas até agora nenhuma se prestou para que pudéssemos lá viver com a matéria orgânica densa que serve de invólucro ao nosso corpo astral. Isto é importante meditar, pois nos parece que a preservação ambiental está diretamente ligada à sobrevivência de nossa espécie.

Não vamos só fazer apologia em qualidade de vida, mas também na continuidade dela. Façamos a pergunta: Como estamos preparando o Planeta para nossos netos? Certamente cada um de nós vai encontrar neste questionamento uma resposta objetiva do que poderá evitar ou fazer melhor.

Há quase 2000 anos um Homem nos deixou a mensagem Cristã, evocando o amor, mas em verdade a maior parte do Planeta ainda não entendeu Seus ensinamentos. Quem sabe agora pela dor que todos estamos passando possamos dar um salto de qualidade e evoluir moralmente em benefício do Planeta e assim nos beneficiarmos a todos.

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