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Angelo Zeni lança “Coisas da Vida…”

Pável Bauken

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A Editora Café Pequeno assina a edição e organização do terceiro livro do professor, escritor e multiprofissional Angelo Elocir Zeni. A obra foi apresentada aos leitores na segunda-feira, 16, na Câmara de Vereadores, pois é o local onde atualmente o autor trabalha como assessor do presidente Migue Knorst. Aos vereadores e assessores legislativos, Zeni brindou com um exemplar, bem como ao prefeito Alcides Vicini.

Angelo Elocir Zeni, nascido em três Passos, é formado em Filosofia pela Universidade Federal de Pelotas, bacharel em Direito, pós-graduado em Direito Público e Mestre em Educação nas Ciências pela UNIJUI. Atualmente é doutorando na área de Direito Constitucional na Universidade de Valladolid – UVA, Espanha. Atuou como professor de Filosofia na UNIJUI. Foi secretário de Cultura e Turismo de Santa Rosa, diretor geral da SEMA, trabalhou para os deputados estaduais Raul Carrion e Juliano Roso. É professor e advogado.

O livro é uma reflexão filosófica sobre a existência humana e o que a permeia, daí o título “Coisas da Vida… como ela se apresenta”. Não são conselhos, tampouco autoajuda. São observações que estabelecem um flerte entre a experiência de quem já chegou aos 50 anos e as bases técnicas da filosofia e sociologia. “A vida é diferente da matemática, não é uma ciência exata. Se fosse, seria muito mais monótona e menos complicada… Talvez, a fórmula com resultados exatos, também não conseguiria chegar a soluções desejadas” pondera o autor em um dos textos.

“Coisas da Vida…” é um olhar lúcido às fases da vida e aquilo que interfere em nossas escolhas, no trabalho, escola, família, fé e finanças, dentre outros tópicos, recheado com algumas pitadas bem críticas, a exemplo desta: “Existe um pacto de mediocridade, onde os pais fingem conversar e explicar sobre a orientação sexual e demais questões comportamentais da ordem do dia. E os filhos, por sua vez, fingem com papo reto como se conhecessem e dominassem o tema referente à sexualidade”.

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Emprego cresce na indústria em um movimento atípico para dezembro

Reporter Global

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A pesquisa Sondagem Industrial mostra que, pela primeira vez em dez anos, houve aumento de emprego no mês de dezembro.

 

 

De acordo com o estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado hoje (21), o índice de evolução do número de empregados ficou em 50,5 pontos, acima da linha divisória de 50 pontos, demonstrando crescimento do emprego.

A atividade industrial encerrou o ano relativamente forte, embora os sinais de desaceleração já possam ser percebidos. Segundo a pesquisa, produção industrial caiu em dezembro de 2020, quebrando uma sequência de seis meses consecutivos de crescimento.

O índice de evolução da produção ficou em 46,8 pontos, abaixo da linha divisória de 50 pontos, ou seja, reflete queda da produção na comparação com o mês anterior. Os estoques continuam abaixo do planejado e, segundo a CNI, o problema de escassez de insumos, que já havia ganho importância inédita no terceiro trimestre do ano passado, preocupou ainda mais os empresários.

Por outro lado, a utilização da capacidade instalada é a maior desde 2013 para o mês, as expectativas seguem otimistas e a intenção de investimento aumentou. Todos os índices de expectativas estão acima da linha divisória de 50 pontos. “Isso indica que os empresários seguem com expectativa de crescimento nos próximos seis meses da demanda, da quantidade exportada, do número de empregados e da compra de matérias-primas”, explicou a CNI, em comunicado.

A Sondagem Industrial é uma pesquisa de opinião empresarial, mensal, que apresenta a tendência da atividade industrial e as expectativas dos empresários. É elaborada em parceria com 25 federações de indústria e gera resultados por porte de empresa, regiões geográficas e setores de atividades das indústrias extrativa e de transformação.

Para esta edição, foram entrevistadas 1.887 empresas, sendo 741 de pequeno porte, 669 de médio porte e 477 grandes empresas, entre 4 e 15 de janeiro.

 

 

FONTE: Agencia Brasil

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Conselho do PPI recomenda concessão de florestas no Amazonas

Reporter Global

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Medida ainda depende de aval do presidente da República

 

 

O Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (CPPI) do Ministério da Economia recomendou a qualificação no programa das florestas nacionais de Balata-Tufari, de Pau Rosa e de Jatuarana, localizadas no estado do Amazonas, para fins de concessão florestal.

A resolução é do dia 2 de dezembro de 2020 e foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (21).

A medida ainda depende aval do presidente da República para ser aplicada. A publicação estabelece o Serviço Florestal Brasileiro, enquanto órgão gestor, como responsável por disciplinar e conduzir o processo de outorga da concessão florestal.

Segundo o texto, o conselho considera, entre outros pontos, a necessidade de conservar a cobertura vegetal das florestas brasileiras e a necessidade de gerenciar o patrimônio florestal brasileiro de forma a combater a grilagem de terras e evitar a exploração predatória dos recursos naturais existentes, evitando assim a conversão do uso do solo para outros fins.

 

 

FONTE: Agencia Brasil

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Supremo nega decisão liminar para afastar ministro da Saúde

Reporter Global

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O ministro Ricardo Lewandowski, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou nesta quinta-feira (21) uma liminar (decisão provisória) para afastar o general da ativa Eduardo Pazuello do cargo de ministro da Saúde.

 

 

Na decisão, Lewandowski afirmou que o Supremo não possui autoridade para determinar a medida, pois “compete privativamente ao presidente da República, nos termos do art. 84, I, do texto constitucional nomear e exonerar os ministros de Estado’”.

A liminar havia sido pedida pelo partido Rede, que para justificar o afastamento de Pazuello alegou “diversos equívocos, incluídos os de logística, na condução das atividades ministeriais durante a pandemia do Coronavírus”. A legenda destacou as mais de 210 mil pessoas que morreram de Covid-19 no Brasil e a recente falta de oxigênio em unidades hospitalares do Amazonas e do Pará.

Lewandowski frisou, contudo, que eventual afastamento de ministro de Estado depende da atuação da Procuradoria-Geral da República, a quem cabe apurar os crimes cometidos por essas autoridades, sejam comuns ou de responsabilidade.

“Ainda que, apenas para argumentar, o requerente pretendesse protocolar um pedido de impeachment do titular daquela pasta [Saúde], mesmo assim teria de endereçá-lo ao Procurador-Geral da República, e não diretamente ao Supremo Tribunal Federal”, afirmou o ministro.

Lewandowski reclamou ainda que a solicitação da Rede para afastar Pazuello não veio acompanhada de “quaisquer comprovações empíricas”, tendo sido “baseada em meras notícias jornalísticas, as quais dão conta de uma possível – e, a ser verdade, preocupante – falta de insumos médico-hospitalares na região Norte do País, em especial de estoques de oxigênio”.

O ministro também entendeu que o pedido, feito em uma ação de descumprimento de preceito fundamental, não tem relação com a causa original da ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) aberta pela Rede, que trata da compra de vacinas pelo Ministério da Saúde.

Desde que abriu a ação, em outubro, a Rede vem apresentando sucessivos pedidos adicionais. Além do afastamento de Pazuello, o partido havia pedido que o Supremo obrigasse o governo a prestar informações sobre o estoque de oxigênio no sistema de saúde no País e apresentasse, em 24 horas, um planejamento para a disponibilização do insumo aos estados da região Norte.

As solicitações não foram atendidas por Lewandowski. O ministro destacou que tais providências – requisição de informações e a exigência de execução de políticas públicas – “podem ser levadas a efeito sem a intervenção do Judiciário, por meio da competência atribuída à Câmara dos Deputados e ao Senado”.

Em uma outra ADPF, aberta pelo PCdoB e o PT, Lewandowski determinou que o governo apresente um plano detalhado, e que o atualize a cada 48 horas, sobre o enfrentamento da crise sanitária no Amazonas. Em uma primeira comunicação, a AGU (Advocacia-Geral da União) disse que as autoridades federais sabiam desde 8 de janeiro do risco de falta de oxigênio em Manaus.

 

 

FONTE: O Sul

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