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Tecnologia

Anatel prevê leilão do 5G no final do primeiro semestre de 2021

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Marcello Casal JR/Agencia Brasil


 

Edital deverá exigir das empresas compromisso com investimentos

 

Integrantes da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e o ministro das Comunicações, Fábio Faria, reuniram-se na tarde desta terça-feira (24) com o presidente Jair Bolsonaro, no Palácio do Planalto, para tratar da preparação do leilão da rede móvel 5G.

Sorteado como relator do processo na agência reguladora, o conselheiro Carlos Manuel Baigorri afirmou que o cronograma prevê a sessão de lances no fim do primeiro semestre do ano que vem. “A previsão é ter um edital aprovado na Anatel no começo do ano que vem, sendo que a sessão de lances deve acontecer ao final do primeiro semestre. Esse é o cronograma com que trabalhamos e vamos persegui-lo, apesar dos desafios que se colocam à nossa frente”, afirmou o relator a jornalistas após a reunião.

Além de ser aprovado pela Anatel, o edital deverá ser analisado pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Segundo o presidente da Anatel, Leonardo Euler de Morais, o edital do 5G não terá objetivo arrecadatório, e será construído para exigir das empresas vencedoras maiores compromissos de investimento no setor.

“Deverá ser o maior leilão de direito de uso de radiofrequência da história do Brasil. E nós estamos trabalhando com uma abordagem que privilegia compromissos de investimento em detrimento de uma abordagem meramente arrecadatória. O Brasil ainda tem lacunas de infraestrutura de telecomunicações, seja na parte de acesso, seja na parte de transporte. Esse leilão é uma oportunidade singular de nós preenchermos essas lacunas”, destacou.

A tecnologia 5G de internet móvel, em sua máxima potência, deverá oferecer altíssimas velocidades de internet no Brasil, até 20 maiores do que a 4G, além de maior confiabilidade e disponibilidade. Essa tecnologia terá também capacidade para conectar massivamente um número significativo de aparelhos ao mesmo tempo.

Entre as empresas do setor, a chinesa Huawei desponta como uma das principais fornecedoras de equipamentos paras operadores de telecomunicações que devem disputar o leilão. O grupo chinês disputa o mercado internacional com tecnologia dos Estados Unidos (EUA) e da Europa e chegou a ter suas operações restringidas no país norte-americano, no ano passado, após uma ordem do presidente Donald Trump, que alegou ameaça à segurança nacional, por supostos dispositivos de vigilância embutidos nos aparelhos da empresa.

Questionado por jornalistas se o governo brasileiro poderia estabelecer algum tipo de restrição à participação de grupos chineses, como tem sido defendido por uma aliança de países liderada pelos EUA, Fábio Faria disse que o trabalho de sua pasta era na parte técnica. “Aqui não tratamos de geopolítica, o que foi tratado aqui são os técnicos da Anatel, os conselheiros que vieram conhecer o presidente da República”, afirmou.

Além do ministro Fábio Faria e dos conselheiros da Anatel, participou da reunião o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, responsável pela área de inteligência do governo federal. Segundo Fábio Faria, por se tratar de um assunto ligado à segurança nacional, é praxe que o ministro da área acompanhe o debate sobre novas tecnologias da comunicação. “Em todos os países, o [equivalente ao] GSI participa, porque se trata também de segurança nacional. Então, o GSI participa e participará. Tem um papel fundamental”, respondeu o ministro ao ser perguntado por um repórter.

 

 

Agencia Brasil

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Tecnologia

Cinco tendências digitais para o varejo em 2021

Reporter Global

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A pandemia empurrou o Brasil para uma grande aceleração no varejo on-line. Para além do momento de isolamento social, o comportamento do consumidor mudou e alguns pontos devem ser mantidos para o futuro, estimulando a transformação digital das lojas e impulsionando um movimento que já estava desenhado: o crescimento da digitalização e da integração de diferentes canais dentro de grandes plataformas no dia a dia dos consumidores.

 

 

Para Tiago Mello, diretor de produtos da Linx Digital, o desafio do varejista neste ano será conquistar e fidelizar o cliente no espaço digital, um ambiente com o qual muitos tiveram contato pela primeira vez em 2020. “O consumidor venceu as barreiras do digital e gostou da experiência e flexibilidade de comprar em casa. Para o varejista, 2021 deve ser marcado por transformações digitais, com investimentos para se fazer mais visível e relevante em um ambiente extremamente competitivo, além de fidelizar o comprador que é impactado e assediado o tempo todo pelo mercado”, explica o executivo.

 

Com base no aprendizado e na análise de toda a movimentação gerada ao longo de 2020, Mello elencou as principais tendências para o varejo em 2021

 

Marketplaces

 

Mello aponta que a integração de canais se fará mais necessária do que nunca. Os marketplaces, que ganharam espaço ao longo de 2020, serão um dos pontos principais de mudança. “Todo varejista, desde o pequeno ao grande, precisará estar conectado de forma eficiente e rápida. Os marketplaces promovem essa otimização, pois permitem que lojas menores alcancem clientes distantes dentro de uma plataforma segura”. Além disso, há uma movimentação para que lojas virtuais se transformem em marketplaces que ofereçam a retirada direto no próprio varejista. Dessa forma, a estratégia digital também pode gerar resultados expressivos nos estabelecimentos físicos.

 

Entregas estratégicas

 

Em 2020, o grande destaque ficou para as entregas em domicílio utilizando as lojas físicas mais próximas do cliente como centro de distribuição, agilizando prazo e reduzindo custo de frete – somente na Black Friday, cerca de 63% das compras on-line foram entregues pela modalidade. Para este ano, Mello defende que os “lockers”, os famosos armários com senhas espalhados em locais de grande circulação, devem ganhar atenção, pois trazem comodidade para o cliente. “O varejo caminha cada vez mais para operações e opções de entregas descentralizadas, aproximando-se do cliente e de sua rotina”.

Para que os lockers se tornem realidade, os lojistas precisam investir em soluções de integração dos canais físicos e digitais – estratégia chamada de omnicanalidade. “Só assim, os varejistas estarão prontos para fornecer uma experiência de compra completa, com opções diversas e que deixarão o cliente confortável com qualquer decisão tomada, seja a compra na loja e entrega em casa, compra on-line e retirada na loja, entregas rápidas ou até mesmo a nova onda de retirada ‘drive-thru’ e ‘lockers’. Aquele que estiver preparado para todos os cenários e para o novo consumidor digital certamente conquistará destaque em meio a tantos outros”, aponta o especialista.

 

Superapps

 

Com a onda de superapps surgindo em todo o mundo, o varejista precisa começar a se planejar e se posicionar para essa nova vitrine. Para isso, o executivo acredita no potencial da mídia nativa (publicidade inserida nas plataformas de maneira muito próxima às postagens originais). “Mídias sociais, como Facebook e Instagram, já costumam utilizar esse tipo de ferramenta, que passou a ganhar espaço dentro dos marketplaces. Na mídia nativa, existem duas grandes vantagens, uma para o cliente e outra para o anunciante. A primeira é que não há interrupção da navegação, já que a mensagem do anúncio está inserida em meio aos conteúdos. A segunda é que a marca, que anuncia em espaços privilegiados e de alta visibilidade, conquista mais segmentação e personalização para aprimorar a experiência do seu consumidor”, diz.

 

Reconquista de clientes (retargeting)

 

No universo on-line, um dos maiores desafios é convencer o cliente a finalizar a compra, ao invés de abandonar o carrinho ou apenas pesquisar o produto. Sem a possibilidade do contato presencial, as estratégias de marketing digital ganharam força em 2020 e uma boa aposta para 2021 será o retargeting. “Estratégias de mídia, como disparo de e-mail marketing, promoções e distribuição de vouchers entre outros, chamam a atenção do cliente no e-commerce e devem ganhar espaço como forma de estimular o consumidor a finalizar a compra”, destaca o diretor de produtos. Na última Black Friday, cerca de 51 milhões de ações de retargeting foram aplicadas pelos clientes da Linx, o que gerou um aumento de 6,9% nas compras por e-mail, indicando que o cliente foi recuperado pela marca.

 

Toque humano

 

Assim como no universo do trabalho, no qual as empresas estão aprendendo a manter as relações humanas no meio digital, os varejistas também devem fazer a lição de casa. “É muito fácil o cliente se sentir apenas um número na loja on-line. A missão do varejista é levar uma experiência única, humanizar o atendimento e toda a navegação na plataforma”, explica.

O impacto das ações realizadas pelas empresas também passou a ser muito mais observado pelos clientes ao longo desses meses de pandemia, e definiram a fidelidade ou não à marca. Empresas que demonstraram preocupação genuína com a pandemia da Covid-19 e seus inevitáveis desdobramentos ganharam a confiança dos clientes. “O propósito deve ser o pilar central no próximo ano, de forma transparente e de acordo com os valores já propostos anteriormente. Afinal, é importante utilizar dados e ferramentas para entender os sentimentos das pessoas e o que interessa para elas. Isso precisa gerar conexões afetivas, e não apenas efetivas. Esse deve ser o foco das marcas”, finaliza Mello

 

 

FONTE: Estadão

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Tecnologia

Próximo relógio da Samsung deve medir diabetes sem picadas.

Reporter Regional

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O próximo Galaxy Watch pode vir com um recurso importante para pessoas diabéticas. Segundo o site coreano ETNews, a Samsung deve adicionar um monitor de glicose nos novos modelos de smartwatch Galaxy Watch 4 ou Galaxy Watch Active 3.

A funcionalidade simplificará o monitoramento dos níveis diários de açúcar ao usar um sensor óptico para realizar as leituras. Assim, o usuário não precisa tirar sangue da ponta do dedo como acontece mesmo em testes rápidos.

A Samsung está trabalhando em tecnologias não invasivas para monitorar a glicose no sangue há alguns anos. No ano passado, por exemplo, a companhia e o MIT criaram um método de monitoramento chamado espectroscopia Raman.

Com ele, lasers são usados no processo para identificar as composições químicas presentes no sangue. Como cita a própria marca sul-coreana, ele apresenta as “maiores precisões de previsão entre as tecnologias não invasivas”.

Durante a CES 2021, a startup japonesa Quantum Operation revelou um sistema de espectroscopia bem semelhante. Presente em um dos protótipos de smartwatch da fabricante, ele faz a leitura dos níveis de glicose em apenas 20 segundos.

Fonte: TecMundo.

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Tecnologia

Kia deve assumir o desenvolvimento do carro da Apple.

Reporter Regional

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carro elétrico da Apple está cada vez mais próximo de ser realidade. A companhia de tecnologia norte-americana teria firmado uma parceria com a Hyundai e a montadora sul-coreana colocou a empresa-irmão Kia Motors como responsável pelo projeto.

A informação foi divulgada pelo jornal sul-coreano Edaily na última terça-feira (19) e publicada pela agência Reuters. Apesar de citar fontes não identificadas ligadas às companhias automotivas, a notícia fez as ações da Kia subirem 20% em Seul.

Depois da repercussão na mídia, a Kia emitiu um comunicado revelando que está analisando a cooperação na produção de veículos elétricos com empresas estrangeiras. No entanto, a nota não fez menção a possível ligação com o projeto da Apple.

Por outro lado, como aponta o site norte-americano Digital Trends, o veículo da companhia de tecnologia está envolto em segredo há vários anos. Dessa forma, não seria surpresa que a montadora emitisse uma resposta enigmática sobre o assunto.

Caso os boatos se confirmem, o “Apple Car” ainda deve demorar para chegar às ruas. Conforme um documento divulgado pela Apple em dezembro de 2020, é possível que o lançamento do veículo elétrico apenas aconteça entre 2025 e 2027.

Experiência e excelência em carros elétricos

A Kia é uma das marcas pioneiras no conceito moderno de carro elétrico. Em 2014, a companhia lançou a primeira geração do Soul EV e seguiu evoluindo desde então. Atualmente, seu catálogo também inclui o elogiado crossover elétrico Niro.

Recentemente, a montadora sul-coreana anunciou planos para o lançamento de sete novos modelos elétricos até 2027. Entre eles, está um veículo autônomo previsto para chegar ao mercado ainda em 2021.

Além de toda experiência da Kia, o carro elétrico da Apple pode ser construído usando a plataforma altamente modular dos veículos da Hyundai. Fator que traria muitos benefícios para as marcas envolvidas no futuro “Apple Car”.

Fonte: TecMundo

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