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Alunos da FEMA tem palestra sobre a Semana da Pátria e o Dia do Soldado

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Em alusão a Semana da Pátria, iniciada neste domingo (1/Set) e ao Dia do Soldado Brasileiro (25/Ago), a FEMA promoveu um momento muito importante na manhã desta terça-feira (3/set), no Clube Concórdia, envolvendo alunos do 8º e 9º ano do Ensino Fundamental II, e Ensino Médio, em torno da história e da atuação do Serviço Militar, em palestra proferida pelo Comandante do 19º Regimento de Cavalaria Mecanizado (Regimento San Martín), base do Exército em Santa Rosa, Tenente-Coronel Márcio Saldanha Walker.

O Comandante, que é natural de Santa Rosa e tem uma história escolar fortemente ligada a FEMA, demonstrou sua admiração pela Instituição, detalhou os com orgulho e bom humor os principais pontos da sua trajetória de vida pessoal e formação profissional, denotando aos jovens a fundamental importância da valorização das raízes, da família, da escola e do comprometimento social que todos podem e devem assumir.

Percorrendo a história das datas festivas em questão, o Comandante do 19º RC MEC colocou com propriedade a grandeza da atuação dos profissionais do Exército, que desempenham a nobre missão de proteger o país. Uma área que é almejada e disputada por milhares de jovens – homens e mulheres – que lutam para servir a nação seguindo carreira militar.

Além de detalhar a atuação do 19º RC MEC na chamada Faixa de Fronteira – mais de 300 km de área, incluindo 50 municípios – o Comandante relatou algumas situações que vivenciou em missões no Brasil e no exterior, inclusive na África. A miséria que infelizmente ainda assola milhões de pessoas em todo o mundo, requer reflexão e atitudes. E assim, transmitiu uma mensagem primordial: de valorização ao que há de melhor no Brasil, nos municípios de origem, nos lares na relação familiar e em suas comunidades em geral. E evidenciou a responsabilidade que cada um carrega de somar na superação das dificuldades e melhoria do contexto que são parte.

O conteúdo exposto pelo Militar Superior contou com a atenção e interação dos estudantes, que fizeram perguntas prontamente respondidas, demonstrando a atenção que tiveram ao que foi exposto.

Ao final do evento, o Coordenador do Ensino Fundamental II e do Médio, Professor Délcio Haubert, agradeceu ao Tenente-Coronel pela disponibilidade em compartilhar seus conhecimentos com os alunos da FEMA, e juntamente com uma das alunas e a com a Orientadora Educacional, Rochelli Colossi, entregou um mimo ao Palestrante.

A FEMA promove eventos desta natureza por ser comprometida em envolver seus alunos no que há de mais relevante na busca pelo conhecimento que soma, que prepara a vida e transforma as realidades.

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Audiência Pública debate Feminicídio e Violência Doméstica em Santa Rosa

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Sexta-feira, 22, 18h30m, Câmara de Vereadores

Será realizada nesta sexta-feira, dia 22 de outubro, a partir das 18h30min, na Câmara de Vereadores de Santa Rosa, uma Audiência Pública da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul para discutir o Feminicídio e a Violência Doméstica no Município de Santa Rosa.

As pessoas também poderão acompanhar o evento de forma virtual pelo canal da Assembleia Legislativa no YouTube.

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Caminhada Outubro Rosa

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Evento se realizará sexta-feira, 22, às 16h

Nesta sexta-feira, dia 22 de outubro, , às 16 horas, o Grupo Mama Viva e a FUMSSAR realizarão a tradicional CAMINHADA OUTUBRO ROSA.
O ponto de encontro inicial da caminhada será na Praça da Bandeira, em frente ao Centro Cultural (antiga Prefeitura).

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O Senado aprovou hoje (19) a criação do Programa Gás para os Brasileiros, o chamado auxílio gás

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O programa vai auxiliar famílias de baixa renda na compra do gás de cozinha. O projeto de lei (PL) prevê que cada família receba bimestralmente o equivalente a 40% do preço do botijão de gás. O projeto retorna à Câmara.

De acordo com o PL aprovado, serão beneficiadas famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com renda familiar mensal per capita menor ou igual a meio salário-mínimo, ou que morem na mesma casa de beneficiário do Benefício de Prestação Continuada (BPC).

O programa será financiado com recursos dos royalties pertencentes à União na produção de petróleo e gás natural sob o regime de partilha de produção, de parte da venda do excedente em óleo da União e bônus de assinatura nas licitações de áreas para a exploração de petróleo e de gás natural. Além disso, serão utilizados outros recursos que venham a ser previstos no Orçamento Geral da União e dividendos da Petrobras pagos ao Tesouro Nacional.

Entre as justificativas do autor do projeto, senador Eduardo Braga (MDB-AM), está o aumento do preço do gás de cozinha nos últimos meses o que tem feito com que famílias optem pelo o uso de lenha, carvão e, até mesmo, etanol para o preparo dos alimentos o que provocou o aumento de doenças pulmonares e acidentes com queimaduras.

Para ele, o projeto traz “justiça social”, devolvendo à população parte do lucro da Petrobras obtido no mercado. “Estamos fazendo uma justiça social quando estabelecemos fontes de financiamento que não são fiscais. A fonte de financiamento diz respeito aos dividendos que a União recebe pelas suas ações da Petrobras, pelo lucro que a União obtém. Estamos pegando o lucro das ações da Petrobras e devolvendo pro povo humilde.”

Na avaliação do relator do projeto no Senado, Marcelo Castro (MDB-PI), a mais recente política de preços da Petrobras, adotada na gestão do presidente Michel Temer, com a estatal sob comando de Pedro Parente, pavimentou a crise dos combustíveis vivida hoje.

“A primeira providência que ele [Parente] tomou foi eliminar os subsídios, deixar de controlar os preços da Petrobras e atrelou os preços dos combustíveis ao mercado internacional, ao preço em dólar do barril de petróleo. Então, eliminando o subsídio dos combustíveis, evidentemente, eliminou o subsídio do GLP, do gás de cozinha”, disse o senador.

“Com a política que foi feita, nós sabemos das consequências, da greve dos caminhoneiros. Mas o fato é que, à medida em que o petróleo aumenta de preço, imediatamente, de 15 em 15 dias, aumenta de preço aqui no Brasil. Se o dólar se valoriza e o nosso real se desvaloriza, aumenta de preço também. E isso levou ao que nós estamos vivendo hoje: uma gasolina de R$ 7 o litro e o GLP de R$ 100, R$ 120, R$ 130”, acrescentou.

O PL retorna para nova apreciação dos deputados porque Castro alterou a forma de financiamento do programa. O texto que saiu da Câmara previa o uso de recursos da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), imposto sobre a importação e a comercialização de gasolina. Mas o relator entendeu que o aumento de tributos provocaria “um indesejável impacto inflacionário”.

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