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Economia

Alta do dólar tem um lado bom para o governo federal

Reporter Plural

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GAZETA POVO


Após certa calmaria entre agosto e setembro, o dólar voltou a subir nas últimas semanas, influenciado pelo temor de crise fiscal no Brasil. E ganha impulso extra com as preocupações sobre o impacto, na economia global, da disseminação da Covid-19 na Europa e nos EUA. A alta tem uma série de efeitos sobre o cotidiano de empresas e pessoas. Para exportadores, ela é boa. Para quem compra matéria-prima ou produto importado, é ruim – com isso, afeta a inflação e pressiona os juros. Quem deve em dólar é obviamente prejudicado. Mas, para o governo federal, a cotação mais alta tem um lado excelente.

Ao contrário do que ocorria décadas atrás, hoje o grosso da dívida pública é “interna”, em reais. A “externa”, em moeda estrangeira, é relativamente baixa. Além disso, como as reservas internacionais do país são cotadas em dólar, a valorização da divisa norte-americana eleva o valor, em moeda brasileira, desse estoque – e esse ganho pode ser usado periodicamente no abatimento da dívida pública.

Recentemente o Banco Central foi autorizado a repassar R$ 325 bilhões para o Tesouro usar na gestão da dívida. Esse dinheiro é parte do lucro obtido, no primeiro semestre, com a valorização das reservas. Se o avanço do dólar persistir, nova transferência poderá ser feita mais adiante. De janeiro a junho, o dólar comercial medido pela taxa Ptax deu um salto de 36%. Do início de julho até 28 de outubro, o avanço acumulado foi de 5%.

 

FONTE Gazeta do Povo.

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Economia

Faturamento do setor de máquinas cresce pelo 5º mês seguido, diz Abimaq

Pável Bauken

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O crescimento de 16% do faturamento líquido total do setor de máquinas e equipamentos em outubro, na comparação com o mesmo mês do ano passado, mostra a quinta expansão seguida, de acordo com o Departamento Econômico da Abimaq, entidade que congrega as empresas do setor. É também a maior alta da série.

O aumento está sendo puxado pelo mercado doméstico, especialmente pelo setor de alimentos e, posteriormente, pelo setor automotivo.

Outro indicador de melhora do mercado doméstico no setor de máquinas e equipamentos é o Indicador de Consumo Aparente. Cresceu 3% em outubro ante setembro, 4,9% na comparação com outubro do ano passado e 7,1% no acumulado do ano.

Isso, segundo a Abimaq, deve-se ao aumento dos investimentos no Brasil com máquinas e equipamentos fabricados localmente. A variação cambial ajuda porque reduz as importações de componentes estrangeiros e de produtos terminados.

Por Francisco Carlos de Assis – Estadão

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Economia

Startup de assinatura eletrônica ajuda empresas a se digitalizarem na pandemia

Pável Bauken

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Cansados da demora na coleta das assinaturas dos seus clientes, dois advogados procuraram no mercado uma solução que permitisse que uma pessoa, sem nenhum conhecimento tecnológico, pudesse assinar um documento pelo celular ou computador, mas não encontraram nenhuma solução que os atendesse. Foi daí que surgiu a ideia da ZapSign.

“Precisávamos da assinatura em um documento importante e o cliente estava de férias em um local de difícil acesso. Ele me disse que não havia qualquer impressora onde estava e que não tinha como assinar”, relata Getúlio Santos, advogado e um dos fundadores da ZapSign.

Após pesquisar no mercado, constaram que todas as ferramentas de assinaturas eletrônicas existentes demandavam um grau de conhecimento e familiaridade com tecnologia da pessoa que iria assinar, e nenhuma delas funcionava satisfatoriamente com aplicativos de mensagens.

“Verificamos que as ferramentas disponíveis eram no geral muito boas, mas a experiência do signatário demandava um conhecimento técnico que maioria das pessoas não possui, cadastros complexos, download de softwares, tokens de autenticação”, conta o sócio

Segundo um relatório da Cisco, muitas das pessoas não sabem utilizar os dispositivos digitais, as aplicações de comunicação e as redes Ainda que 90% dos postos de trabalho já exijam competências digitais básicas, 23% dos adultos em todo o mundo ainda não sabem sequer ler nem escrever em formato digital.

Neste contexto, os advogados optaram por desenvolver do zero uma solução 100% focada na experiência de quem assina e não ao contrário. “Nosso conceito básico era muito simples, tem de ser ridiculamente simples de assinar e deve ter validade jurídica”.

Após o desenvolvimento da solução, naquele momento, ainda sem nome, iniciaram a utilização dentro do escritório sem qualquer pretensão de comercializar ou licenciar o produto.

Em março de 2020, logo no início da pandemia, os sócios perceberam que tinham um produto pronto, testado e aprovado pelos seus usuários há mais de 2 anos e com uma demanda crescente, resultado da restrição de mobilidade imposta as pessoas.

“Não havíamos pensado em licenciar o produto, mas com a pandemia tudo mudou, fizemos alguns ajustes, criamos uma empresa e lançamos a nossa ferramenta, agora com o nome de ZapSign…” completa Getúlio. “Logo que lançamos percebemos que a nossa ferramenta solucionava um problema muito comum a muitos brasileiros, sem querer, viramos o primeiro passo rumo a transformação digital de pessoas e empresas”.

De forma simples, a ZapSign, elimina a necessidade de envio físico de documentos para coleta de assinaturas, dispensando não só o deslocamento de pessoas, como também a necessidade de impressão de documentos (o planeta agradece), isso tudo com validade jurídica garantida por diversos mecanismos de autenticação (inclusive selfie).

Os documentos podem ser enviados tanto por e-mail, SMS ou pelos diversos aplicativos de mensagens, atualmente utilizados pelas empresas (ex. WhatsApp, Telegram), fortalecendo ainda mais a tendência de criação dos contactless offices, onde todos os procedimentos estão sendo revistos buscando uma redução de contato humano em prol da segurança dos colaboradores e clientes

Por DINO DIVULGADOR DE NOTÍCIAS – Estadão

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Economia

Microfranquias crescem durante a pandemia

Pável Bauken

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A pandemia dizimou empregos, fazendo muita gente buscar alternativas para gerar renda. Uma das consequências deste movimento é o aumento na procura por microfranquias

Segundo o Portal do Franchising, um dos principais deste segmento, a busca por microfranquias nos meses de maio, junho e julho deste ano foram 14% maior do que nos três meses antecedentes.

Atentas a este cenário, muitas redes vêm buscando adaptar seus negócios a um modelo mais enxuto e outras vêm aprimorando produtos para ampliar seus diferenciais e atrair investidores a exemplo da Santa Carga, empresa 100% brasileira que possui a maior linha de totens carregadores do Brasil e que agora passou a oferecer a modalidade de microfranquias.
O modelo de negócio inclui um totem carregador de celular com wifi que pode carregar até 14 aparelhos de celular ao mesmo tempo. Possuem display de 40” para exibição de publicidade, tornando uma fonte de receita para o franqueado.

Rafael Soares, idealizador da marca Santa Carga, acredita que investir em uma microfranquia traz segurança e retorno rápido para o investidor. “Muita gente sonha em empreender e às vezes não sabe como começar, especialmente agora, com a pandemia. Investir em uma microfranquia é uma ótima alternativa, pois além do retorno do investimento ser rápido, o franqueado recebe todo suporte necessário para o negócio”, explica Soares

“Acredito que as microfranquias vão crescer mais ainda, especialmente as que oferecem a comodidade de trabalhar de casa, como é o nosso caso. Quando o investidor começa a conhecer mais o mercado, acaba abrindo os olhos para esse tipo de negócio, que permite conquistar sua liberdade financeira com baixo risco e custo”, reforça Soares

A visão de Rafael Soares sobre menor risco pode ser corroborada com levantamento da ABF, Associação Brasileira de Franquias, demonstra que a taxa de mortalidade entre franquias foi de apenas 2,9%, revelando que investir em franquias é muito mais seguro diante da crise

Por DINO DIVULGADOR DE NOTÍCIAS

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