Agroindústria de embutidos é inaugurada em Cândido Godói – Portal Plural
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Agroindústria de embutidos é inaugurada em Cândido Godói

Reporter Cidades

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O casal Ivanda Regina Schneider e Laércio Dillmann concretizou um importante passo para a permanência no meio rural, com geração de renda e qualidade de vida. Foi inaugurado, nesta quarta-feira (11/03), o prédio que irá abrigar a Agroindústria de Embutidos D’Schneider, na Linha São João, em Cândido Godói. Importante contribuição para a economia local e para a promoção da sucessão familiar no meio rural, o município já soma oito agroindústrias em atividade.

O extensionista rural do Escritório Regional da Emater/RS-Ascar de Santa Rosa, Jorge Lunardi, afirma que apenas em 2020 foram recebidas 11 solicitações de inclusão de agroindústrias da região de Santa Rosa, além de outras 163 já inclusas, no Programa Estadual de Agroindústria Familiar, coordenado pela Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) e executado pela Emater/RS-Ascar. A agroindústria de Ivanda e Laércio é uma delas, resultado da vocação do casal pela atividade rural e pelo gosto de processar e transformar carnes.

A produtora conta que o interesse surgiu também da demanda existente por embutidos no município, sendo que o que era consumido localmente vinha de vários outros municípios da região. “No princípio fomos surpreendidos de certa forma pelo jeito como as pessoas receberam nossa ideia, faziam perguntas do tipo ‘por que gastar tanto dinheiro?’, e comentários como ‘trabalha frio, não precisa tanta frescura’”, relatou. Foi no diálogo que o casal se perguntou: e por que não trabalhar legalmente? “É sempre melhor trabalhar sem medo, divulgar o produto, buscar novos mercados, qualificar o serviço, e tivemos a certeza que lutaríamos para transformar o sonho em realidade”, afirmou.

Para se preparar para as atividades, Laércio participou de curso de Processamento de Carnes no Centro de Treinamento da Emater/RS-Ascar, no ano passado, em Nova Petrópolis. Além disso, o extensionista do Escritório Municipal da Emater/RS-Ascar, Valdir Rudi Neuhaus, assessorou os demais passos para a legalização. Também foi elaborado projeto técnico para financiamento da construção e de equipamentos para o empreendimento. “Este curso foi um grande diferencial, onde se trabalhou boas práticas de produção, legislação e as mais diversas receitas”, acrescentou Ivanda.

A família Schneider já possui uma agroindústria de doces e salgados com resultados exitosos, experiência que inspirou e contribuiu para que Ivanda também decidisse assumir o desafio, ao lado do esposo.

Outro apoio importante foi da Secretaria Municipal de Agricultura de Cândido Godói e do Sistema de Inspeção Municipal (SIM), que auxiliaram com orientações para a legalização e regularização dos produtos.

A partir do início da produção, a comunidade terá a oportunidade de consumir produtos como salames, salsichão, mortadela, costelinha defumada e filé defumado produzidos em Cândido Godói. Após consolidar-se no mercado local, a ideia é investir em estrutura de logística para atender a região. “Estamos honrados em tornar realidade um sonho da família, e não estamos vindo para competir, mas oferecer um produto de qualidade e diferente”, reiterou Ivanda.

Durante a inauguração, os proprietários contaram com o apoio da comunidade e de diversas lideranças locais, representadas no ato pelo prefeito de Cândido Godói, Valdi Luís Goldschmidt, por vereadores, pelos representantes do Escritório Regional da Emater/RS-Ascar, gerente Ademir Renato Nedel e extensionistas Jorge Lunardi e Lisete Primaz, pela equipe municipal da Emater/RS-Ascar, pelo secretário municipal da Agricultura, Jeferson Ivan Persch, pelo médico veterinário da Secretaria de Agricultura, Oberdan Rhoden, bem como por representantes da Cresol e das Lojas Quero-Quero, integrantes de Associações, familiares, amigos e vizinhos. Também esteve presente o Padre Valcir Puhl, que realizou a benção do empreendimento.

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Good News

Gangorra que uniu imigrantes no muro da fronteira dos EUA ganha prêmio

Reporter Global

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Lembra das gangorras que permitiram que famílias mexicanas brincassem de lados opostos do muro da fronteira EUA-México?

 

 

O projeto das três gangorras ganhou o prêmio “Design do Ano 2020” pelo Museu de Londres.

O arquiteto norte-americano Ronald Rael é o criador das gangorras instaladas entre as barras de ferro da cerca metálica que separa os Estados Unidos (EUA) do México, e que foi uma promessa de Donald Trump.

Aliás, o novo presidente dos EUA, Joe Biden, já anunciou inclusive a suspensão da construção, motivo de comemoração para os mexicanos.

 

Surpresa

“Estamos totalmente surpresos com esta honra inesperada”, disse Ronald Rael, que idealizou as gangorras juntamente com a arquiteta Virginia San Fratello.

O projeto de arte transformou a parede da fronteira de 6 metros em um plaground – convidando famílias de cada lado para se divertirem juntas.

Três gangorras rosa foram colocadas nas aberturas da parede e permitiram que crianças, e até mesmo alguns adultos, de Juárez e do subúrbio de Sunland Park, no Novo México se unissem de alguma maneira.

Ele usou a barreira do governo norte-americano como suporte para instalar o brinquedo e fazer com que pessoas dos dois lados possam brincar. O resultado? As imagens viralizaram nas redes sociais (vídeo abaixo)

 

Inovação

O projeto foi indicado junto com 70 outros, que incluíam uma renderização em 3D do vírus que causou Covid-19.

Entre eles, cenografia de Lee Ha Jun do filme sul-coreano vencedor do Oscar Parasite – Parasita – e o colete à prova de facadas da bandeira projetado por Banksy que foi usado pelo rapper britânico Stormzy em Glastonbury em 2019.

Os Beazley Designs of the Year são o Oscar do mundo do design “, disse Razia Iqbal, jornalista que presidiu o painel de jurados do Design Museum.

O prémio, observou ela, destaca trabalhos que ultrapassam os limites da criatividade e inovação.

 

 

 

FONTE: Só Noticia Boa

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Mundo Animal

Dono leva cão para último passeio antes da despedida final: “Ele foi o melhor amigo que já tive”

Reporter Global

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Descoberta de um câncer em estágio avançado em seu amigo canino fez com que seu dono decidisse passar os últimos momentos fazendo o que o animal mais amava!

 

 

Os animais de estimação são os membros da família que escolhemos ter ao nosso lado.

Quando um passa a fazer parte da rotina da casa, esperamos que ele viva uma boa e longa vida. Criamos facilmente apego aos animais que nos cercam, é como se, depois de um tempo, eles compreendessem o que se passa dentro da nossa cabeça. Os cachorros, por exemplo, sabem quando estamos para chegar, e nos recebem com o maior amor e carinho do mundo, estão sempre bem dispostos e têm um sentimento puro incondicional.

Depois que criamos o vínculo, a pior coisa que existe é quando, por algum motivo, temos que nos despedir do nosso companheiro. Sempre parece que os animais podiam viver mais, sempre fica a sensação de que eles partem cedo demais. Em Hermosilla, no México, o professor da Universidade Tecnológica de Guaymas, Jesus Villelas Rivera, passou por algo parecido.

Um eterno apaixonado pelos cães da raça boxer, Jesus tinha um fiel companheiro chamado Mace. Segundo ele, o nome foi dado porque, em espanhol, “macermoso” significa mais bonito, um nome que se encaixava no companheiro canino.

Uma das coisas de que Mace mais gostava eram os passeios regulares de carro. O cachorrinho entrava na traseira da caminhonete de Jesus e aproveitava a vista, o vento nos pelos e o momento que passava com seu dono.

Era um relacionamento maravilhoso! Mas, infelizmente, uma triste notícia deixou Jesus abalado e inconformado: Mace tinha um câncer em estágio avançado.

A doença era devastadora, além de acabar com a qualidade de vida do cãozinho, também fazia com que ele sentisse profundas dores.

Descoberta de um câncer em estágio avançado em seu amigo canino fez com que seu dono decidisse passar os últimos momentos fazendo o que o animal mais amava!

Os animais de estimação são os membros da família que escolhemos ter ao nosso lado.

Quando um passa a fazer parte da rotina da casa, esperamos que ele viva uma boa e longa vida. Criamos facilmente apego aos animais que nos cercam, é como se, depois de um tempo, eles compreendessem o que se passa dentro da nossa cabeça. Os cachorros, por exemplo, sabem quando estamos para chegar, e nos recebem com o maior amor e carinho do mundo, estão sempre bem dispostos e têm um sentimento puro incondicional. do nosso companheiro. Sempre parece que os animais podiam viver mais, sempre fica a sensação de que eles partem cedo demais. Em Hermosilla, no México, o professor da Universidade Tecnológica de Guaymas, Jesus Villelas Rivera, passou por algo parecido.

Um eterno apaixonado pelos cães da raça boxer, Jesus tinha um fiel companheiro chamado Mace. Segundo ele, o nome foi dado porque, em espanhol, “macermoso” significa mais bonito, um nome que se encaixava no companheiro canino.

Uma das coisas de que Mace mais gostava eram os passeios regulares de carro. O cachorrinho entrava na traseira da caminhonete de Jesus e aproveitava a vista, o vento nos pelos e o momento que passava com seu dono.

Era um relacionamento maravilhoso! Mas, infelizmente, uma triste notícia deixou Jesus abalado e inconformado: Mace tinha um câncer em estágio avançado.

A doença era devastadora, além de acabar com a qualidade de vida do cãozinho, também fazia com que ele sentisse profundas dores.

 Em uma comovente publicação na página “Perros Boxer en Hermosillo” (cachorros boxer em Hermosillo), Jesus conta que Mace estava perdendo a luta contra o câncer, e tinha aceitado isso. Mesmo com profunda tristeza, ele revelou que havia decidido sacrificar Mace, seu cachorro e melhor amigo, para que ele pudesse descansar em paz.

A decisão já havia sido tomada, para reduzir o sofrimento de Mace, então era melhor deixá-lo partir. Uma coisa tão difícil de decidir, se perguntassem a qualquer um, ninguém iria querer ver seu querido companheiro de estimação sofrendo. Jesus, perto da despedida, decidiu fazer uma última coisa: levar Mace para seu último passeio!

Jesus conta que foi um momento de profunda tristeza para ele e que estava com o coração partido e a alma cheia de dores. O “macermoso” melhor amigo que Jesus teve passeou pelas ruas de sua cidade como sempre gostou, para Jesus, aquele foi um momento só para os dois.

Ele aproveitou e agradeceu a Mace por todos os momentos felizes que passou ao seu lado, agradeceu-lhe por ser nobre, leal e amoroso.

As fotos tiradas no dia do último passeio mostram que Mace estava em paz, aproveitando cada segundo dentro da picape de seu dono, sentindo o vento bater no rosto e observando as pessoas na rua, coisas que ele sempre gostou de fazer.

Também é possível sentir um pouco do sofrimento de Jesus naquele momento – em várias fotos, ele aparece aos prantos, inconsolável. Na última foto disponível, vemos Mace já adormecido, enquanto Jesus o acompanha à clínica, provavelmente o momento mais triste que já tenha vivido.

 

Infelizmente, Mace se despediu naquele mesmo dia, mas sentindo que era amado e respeitado. Eles eram melhores amigos, e o cãozinho teve a possibilidade de ter um dono muito amoroso e cativo.

Podemos ter certeza de que Mace está em um lugar melhor agora, sem sofrer ou sentir dor alguma, sabendo que Jesus foi seu grande amigo e companheiro!

 

 

FONTE: O Segredo

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Destaque

É lei: furar fila da vacinação contra Covid pode dar até 12 anos de prisão

Reporter Global

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Não pense que vai ficar por isso mesmo! A turma do “se colar, colou”, que entrou no esquema de furar fila da vacinação em pelo menos 10 estados brasileiros e no Distrito Federal (veja abaixo) pode se dar mal.

 

 

Isso vale para quem aplica a dose e para quem recebe a agulhada sem estar nas prioridades estabelecidas pelo Ministério da Saúde.

O alerta é do promotor de Justiça Clayton Germano, da 2ª Promotoria de Defesa da Saúde do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Ele integra a força-tarefa no combate à covid-19 do Ministério Público do Distrito Federal.

Além de ser coisa de gente mau-caráter e egoísta, isso pode ser enquadrado em crimes de:

 

  • Peculato: praticado por servidor que se apropria de um bem público em prejuízo da coletividade, que prevê pena de 2 a 12 anos de prisão e
  • Improbidade administrativa: crime cometido por agente público, durante o exercício de função pública ou decorrente desta.

E Clayton lembra que o servidor público – que tem a guarda das vacinas contra Covid-19 e aplicou a dose em quem, neste momento, não teria direito – também pode perder o cargo.

Quem se envolve na fraude também poderá ter de pagar multa.

 

Denúncias em 10 estados e DF

Clayton abriu uma investigação para apurar denúncias de favorecimento da aplicação da CoronaVac no Distrito Federal. O caso é mantido sob sigilo. Mas não é apenas no DF.

Promotores de Justiça e procuradores da República de diferentes regiões estão instaurando procedimentos para apurar denúncias semelhantes em ao menos 10 estados, de acordo com levantamento da Agência Brasil.

Entre eles no Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.

 

Afastado do cargo

Em Pires do Rio, município a 150 km de Goiânia, o secretário municipal de Saúde Assis Silva Filho foi afastado do cargo por ter furado a fila e imunizado a própria esposa.

O pedido de afastamento dele foi feito pelo Ministério Público do Estado de Goiás e acatado pela comarca da cidade.

Assis Silva assumiu que furou a fila para “preservar a saúde da mulher da minha vida”.

Ele também é pastor da igreja Vitória em Cristo.

 

 

FONTE: Só Noticia Boa

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