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Agricultores de Tuparendi e Porto Mauá trocam experiências sobre sistema de irrigação – Portal Plural
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Agro

Agricultores de Tuparendi e Porto Mauá trocam experiências sobre sistema de irrigação

Pável Bauken

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O funcionamento do sistema de irrigação por aspersão convencional de pastagens perenes, implantado na propriedade de Jorge e Rosane Grzeca, levou os agricultores tuparedienses Osmar e Neidi Gehrke, de São Marcos, até Porto Mauá, nesta quinta-feira (24/10). A visita aos Grzeca foi acompanhada pelo técnico do Escritório Municipal da Emater/RS-Ascar de Tuparendi, Albino Motter, e pelo técnico em agropecuária Charles Fernantes e pelo engenheiro agrônomo Germano Büttow, ambos da Emater/RS-Ascar de Porto Mauá.

Chamou a atenção do casal de Tuparendi, a utilização do injetor de Venturi para aplicação de fertilizantes nas pastagens juntamente com a água de irrigação. O injetor Venturi profissional cria um diferencial de pressão formando um vácuo. Como a água flui através do orifício Venturi cônico, uma rápida mudança na velocidade ocorre. “Esta alteração de velocidade cria uma pressão reduzida, o vácuo, que succiona o líquido a ser injetado no sistema”, explica Büttow. Uma vez que a taxa de injeção varia de acordo com a pressão, deve-se utilizar uma válvula para regular o fluxo, além de ser interessante usar manômetros para calibrar o sistema.

A utilização do sistema Venturi proporciona uma maior agilidade e praticidade na aplicação de fertilizantes e agroquímicos via água de irrigação, o que diminuiu, conforme Büttow, a mão-de-obra necessária para a operação. “A equipe municipal da Emater de Porto Mauá agradece a família Grzeca por abrir as portas da propriedade para essa troca e aprimoramento de conhecimentos, demonstrando e valorizando o uso de tecnologias em nosso município”, destaca o engenheiro agrônomo.

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Agro

Maior agilidade na concessão do selo Sabor Gaúcho atrai novas agroindústrias

Reporter Global

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A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) concedeu em 2020, até o mês de setembro, 417 selos Sabor Gaúcho a 417 agroindústrias do Rio Grande do Sul.

 

Foram 300 agroindústrias que aguardavam as mudanças nas regras de concessão do selo e 117 que fizeram a solicitação após a nova resolução. O selo Sabor Gaúcho indica que a agroindústria é proveniente da agricultura familiar e está legalizada sob o ponto de vista ambiental, tributário e sanitário junto ao Peaf.

“A importância do selo está na procedência da agricultura familiar e no seu particular saber fazer, com uma produção de baixa escala e voltada para a fabricação de produtos que trazem identidade com o tradicional, proporcionando a venda em mercados de cadeia curta, minimizando o uso de aditivos e dando mais segurança ao consumidor final”, explica Maluza Machado, Chefe da Divisão de Organização de Agroindústrias Familiares da Seapdr.

A mudança que simplificou a concessão do selo foi definida por meio da resolução nº 001/2020, publicada em 7/2/2020, que estabelece que os empreendimentos rurais já inclusos no Programa Estadual de Agroindústria Familiar (Peaf) passam a ser automaticamente habilitados a utilizar a marca de certificação nos rótulos de seus produtos. A medida também dispensa a renovação de autorização de uso a cada cinco anos.

O secretário Covatti Filho afirma que com a mudança na resolução simplificou um processo que acabava por penalizar o pequeno produtor. “Neste novo formato, as agroindústrias aceleram o processo, uma vitória tanto para quem dependia de um processo demorado quanto para o Estado, que reduz a quantidade de processos administrativos a serem analisados”, afirma o secretário.

Atualmente, para fazer o selo Sabor Gaúcho basta estar incluso no Peaf. “Até o início de 2020, era necessário assinar um contrato com o Estado, documento que passava por análise jurídica para depois ser liberado. O processo todo demorava cerca de três meses”, diz Maluza.

A resolução 001/2020 também estabelece a prestação de serviços da Seapdr para apoio aos Serviços de Inspeção Municipal (SIM) na estruturação do Sistema Unificado Estadual de Sanidade Agroindustrial Familiar, Artesanal e de Pequeno Porte (Susaf) e participação na operacionalização e na concessão do Selo Arte.

Mais informações sobre o selo Sabor Gaúcho pelo email: [email protected]

 

 

Estado.rs.gov

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Agro

Governo zera imposto de importação da soja e do milho

Reporter Global

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Medidas são temporárias e têm o intuito de conter a alta dos preços

 

Maior exportador mundial de soja, o Brasil decidiu suspender a cobrança de impostos de importação do grão, bem como do farelo e do óleo de soja, até 15 de janeiro de 2021. A decisão da Câmara de Comércio Exterior (Camex), do Ministério da Economia, se aplica também à importação de milho, cuja alíquota de importação será zerada até 31 de março do próximo ano.

As medidas temporárias foram foram aprovadas ontem (16), durante reunião do Comitê Executivo de Gestão – órgão da Camex responsável por, entre outras coisas, estabelecer o percentual ou valor aplicado no cálculo de um tributo e formular diretrizes da política tarifária na importação e na exportação.

A proposta de reduzir as alíquotas da soja partiu do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, enquanto o Ministério da Economia propôs à Camex que zerasse o tributo cobrado das importações de milho como forma de conter a alta de preços dos alimentos.

No fim de setembro, quando teve início o plantio da safra de soja para 2020/2021, a Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja) estimou que a área semeada com a principal commoditie brasileira deve aumentar 3,8% em comparação ao ciclo 2019/2020, e que a produção crescerá 3,4% relação ao período anterior, podendo superar 129 milhões de toneladas.

De acordo com a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), a soja em grãos, o farelo de soja e o milho estão entre os cinco principais produtos exportados pelo Brasil durante o mês de setembro, junto com o açúcar de cana em bruto e a carne bovina in natura. Somados, os cinco produtos representam mais da metade (55,4%) de toda a exportação nacional mensal – que foi 4,8% superior ao resultado do mesmo mês de 2019. Além disso, a soja em grãos ocupa o topo do ranking dos produtos exportados que o país vendeu para outras nações entre janeiro e setembro, com um acréscimo de US$ 5,9 bi em relação ao período anterior, o que representa um ganho da ordem de quase 28%.

Arroz

No começo de setembro, o governo já havia adotado medida semelhante em relação ao arroz em casca e beneficiado, cujo imposto de importação foi zerado até 31 de dezembro deste ano. Na ocasião, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou que a medida era necessária para tentar conter a alta do preço do produto e evitar um eventual desabastecimento.

“As medidas que podiam ser tomadas, foram tomadas, para fazer a estabilidade e o equilíbrio para esse produto”, disse a ministra em um vídeo publicado em suas redes sociais. “O Brasil abriu mão, tirou a alíquota de importação, para que o produto [arroz] de fora pudesse entrar e trazer um equilíbrio para os preços. Abrimos somente uma cota, porque não temos necessidade de muito arroz, mas isso é uma cota de reserva, para que possamos ter a tranquilidade de que o preço vai voltar, vai ser equilibrado, e que o produto continuará na gôndola para todos os brasileiros”, disse Tereza Cristina, à época.

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Agro

OFICIALIZADO: Governo divulga regulamento para financiamento de terras para agricultores familiares

Reporter Plural

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Divulgação/Mapa

Dentre os principais ajustes apresentados no texto está a inclusão da definição do Programa Nacional de Crédito Fundiário – Terra Brasil e a simplificação do acesso a essa política pública.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, por meio da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo, publicou, no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 16,  portaria com o novo Regulamento Operativo do Fundo de Terras e da Reforma Agrária e do Subprograma de Combate à Pobreza Rural. O documento contém a definição de diretrizes gerais do fundo público para o financiamento de compra de terras para camponeses, agricultores familiares e trabalhadores rurais, além de normas para a gestão e a destinação dos recursos.

Dentre os principais ajustes apresentados no texto está a inclusão da definição do Programa Nacional de Crédito Fundiário – Terra Brasil e a simplificação do acesso a essa política pública.

“Estamos focados em medidas capazes de desburocratizar e ampliar o acesso dos agricultores familiares ao crédito rural. Para isso, no ano passado iniciamos o processo de reformulação do programa de crédito fundiário, com o objetivo de atender efetivamente aqueles que precisam acessar a compra da terra e  garantir mais agilidade na concessão dos financiamentos”, destaca o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo, Fernando Schwanke.

Para reduzir o fluxo de tramitação das propostas de financiamento e tornar o processo mais eficaz, no âmbito do Terra Brasil, as diversas etapas de controle social, com sindicatos, conselhos municipais e conselho estadual foram transformadas na “Etapa Única de Controle Social no Município”, por meio do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável (CMDRs).

A publicação garante ainda, segundo o ministério, uma maior autonomia ao agricultor, que passa a poder comprovar o seu trabalho na atividade rural por meio de uma autodeclaração de elegibilidade, acompanhada de documentação probatória de experiência, renda e patrimônio.

O novo regulamento também substitui a necessidade de apresentação de uma “Proposta de Financiamento” pela elaboração de um “Projeto Técnico de Financiamento”, contendo viabilidade e capacidade de pagamento com responsável técnico (ART). A mudança visa a redução das etapas de análise e a realização da gestão de riscos agropecuários e climáticos, com a melhoria no planejamento das atividades do produtor e a viabilidade produtiva da propriedade rural.

Com a alteração, será exigido maior empenho, horas de trabalho e despesas obrigatórias às empresas de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), responsáveis por auxiliar o agricultor na elaboração do novo formato de projeto. Por isso, de acordo com o novo texto, o valor destinado à Ater, passa a ser de até R$10 mil. Desses, até R$ 2.500 podem ser destinados ao pagamento dos custos de apoio à elaboração do projeto técnico de financiamento.

Outra novidade está relacionada ao valor para investimentos básicos e produtivos, que, no âmbito do Fundo de Terras, se encontrava restrito a R$ 27.500. No novo regulamento, houve o aumento desse teto, que, agora, pode chegar, por beneficiário, a 50% do valor total do financiamento. A medida visa permitir maior flexibilidade no planejamento das atividades e os investimentos necessário para viabilizar o imóvel rural a ser adquirido com o crédito.

Além de promover a ampliação da participação dos governos municipais na execução do Terra Brasil e maior autonomia do Mapa na normatização do Programa, o novo regulamento também apresenta informações adicionais sobre: regime jurídico do imóvel financiado; detalhamento das competências das instituições públicas e privadas de Ater; previsão de sanções pela não observância dos normativos, de informações falsas e danos ao Fundo de Terras e da Reforma Agrária; e criação de instância recursal: ampla defesa e contraditório.

Política Pública

O Programa Nacional de Crédito Fundiário – Terra Brasil oferece condições para que os agricultores sem acesso à terra ou com pouca terra possam comprar imóvel rural por meio de um financiamento. Além da terra, os recursos financiados podem ser utilizados na estruturação da propriedade e do projeto produtivo, na contratação de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) e no que mais for necessário para que o agricultor desenvolva as suas atividades de forma independente e autônoma.

Fonte: Canal Rural

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