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ACISAP traz Greta Paz

Reporter Cidades

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Para comemorar o mês da mulher, a ACISAP traz a empreendedora *Greta Paz no dia 30 de março, às 19:30, no Imigrantes Hotel, palestrando sobre Empreendedorismo Feminino. *

Formada em jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, com especialização em broadcast journalism pela New York Film Academy, tem vasta experiência em produção de vídeos e marketing digital. Greta é uma das fundadoras e Diretora da Eyxo. Fundou a MPQuatro, e já trabalhou com empresas como GNT, Tramontina, Unisinos, Heinken e Carrefour.
Em seu histórico, em abril de 2013, Greta fundou sua primeira empresa voltada à estratégia de comunicação com foco no Youtube, a MPQuatro. Cinco anos depois, criou a Eyxo, focando em experiência de conteúdo, contando histórias de marcas. Hoje, a empresa atua em dois polos: Porto Alegre e São Paulo, e tem como clientes Unilever, 99, O Boticário, ESPN, Banco 24 Horas e John Deere, dentre outros.

Com a empresa Eyxo Estratégias de Inovação, Greta recebeu recentemente a certificação internacional de empresas pertencentes ao ‘Sistema B’, que é dado a organizações que tem em seu trabalho uma responsabilidade social elevadíssima e por isso prestam um impacto positivo na sociedade.

Greta Paz aparece na lista ‘Under 30’ da Forbes – Jornalista é tida como uma das jovens mais promissoras do País pela publicação.

Convites na ACISAP, ou nos patrocinadores do evento à R$ 50,00 para associadas e R$ 60,00 para não associadas. Após a palestra será servido coquetel com música ao vivo.

Patrocinadores: Casa Treter, Divace, Óptica Santa Rosa, Sandra Tomasi Advogada

Apoiador: FEMA

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ET de Varginha completa 25 anos e ufólogo diz ter novas evidências.

Reporter Regional

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Basta ouvir o nome de Varginha que a pergunta não tarda: “Essa não é a cidade do ET?”. A história do ET de Varginha completa 25 anos nessa quarta-feira (20). O evento que deu visibilidade mundial à cidade de Varginha, ainda desperta curiosidade e espanto anos depois. Atualmente, alguns ufologistas creem em uma versão que ainda não foi contada.

Marco Aurélio Leal é membro da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU). Ele afirma que o caso de Varginha é muito difícil de ser concluído. Segundo ele, a falta de testemunhos oficiais dificulta a resolução do caso.

“O que se sabe é somente 40% de tudo o que ocorreu. Isto graças às narrativas de testemunhas civis e militares. Enquanto uma autoridade que participou do evento na época não aparecer para falar como os fatos aconteceram, não saberemos o que realmente foi capturado em Varginha. Afinal, podem ser outras questões como até experimento militar”, disse Marco.

O estudioso no assunto e corretor de imóveis João Marcelo Marques Rios acompanha o caso Varginha desde 2014. João e outros três amigos possuem um grupo em que falam com testemunhas sobre o dia 20 de janeiro de 1996. Eles afirmam ter reunido um material bastante esclarecedor e com depoimentos de pessoas que atuaram na cidade durante a suposta aparição.

“Conversamos em duas oportunidades com um militar da reserva do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais e ele nos confirmou pela 1ª vez e, de forma histórica, que realmente houve uma ligação para a central por volta de 9h da manhã informando a presença de algo estranho no bairro Jardim Andere”, contou.

João Marcelo também contou que uma testemunha, que na época tinha 14 anos, viu o exército isolando uma área abaixo da Rua Suécia, a 50 metros de distância de uma linha férrea desativada.

“Ele notou que algo foi transportado dentro de um saco. Outra autoridade da época disse também que ficou sabendo da movimentação estranha e resolveu checar. Ao se aproximar do Hospital Humanitas, teria visto tudo isolado pelo exército e algo sendo transportado e colocado na caçamba de um caminhão”, disse.

Essa mesma testemunha tentou saber o que era, mas recebeu a informação de que o assunto era de segurança nacional.

“Essa importante testemunha teria uma foto da criatura capturada. Infelizmente, e como ocorreu muitas vezes durante nossa investigação, o depoente se afastou e não atende mais a nossas ligações”, lamentou Marcelo.

Marcelo contou ao G1 que também ouviu a população de Varginha sobre o aparecimento do extraterrestre. Ainda de acordo com o estudioso no assunto, o funcionário de um hospital também confirmou a presença do exército no local. O médico que teria atendido a criatura também foi localizado pela equipe de pesquisa.

Fonte: G1

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Confiança do empresário do comércio cai 2,2% em janeiro, diz CNC

Reporter Global

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Efeitos da pandemia influenciam desempenho do setor

 

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) caiu 2,2% em janeiro de 2021 e passou para 105,8 pontos. Segundo explicou a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que mede o indicador, ainda que tenha registrado a segunda queda mensal consecutiva, o índice permanece no patamar de otimismo, que é acima de 100 pontos pelo quarto mês consecutivo. Na comparação anual houve variação negativa de 16,4%.

O presidente da CNC, José Roberto Tadros, destacou que os efeitos da pandemia ainda influenciam a confiança dos comerciantes. Ele disse que, tradicionalmente, janeiro é um mês mais modesto para o consumo. “Passado o período natalino e diminuído o efeito do aumento da renda com o 13º salário, as famílias estão mais dispostas a realizar gastos nos serviços de lazer, por força das férias escolares”, comentou.

O índice referente à satisfação dos comerciantes com as condições atuais e o que avalia as expectativas no curto prazo registraram quedas e, por serem dois dos principais índices do Icec, impactaram o resultado negativo do indicador principal.

Enquanto o referente à satisfação dos comerciantes com as condições atuais passou para 80,5 pontos com o recuo de 5,8%, o indicador que avalia as expectativas no curto prazo apresentou retração pela segunda vez consecutiva, agora de 2,3% e atingiu 142,1 pontos. Mesmo assim, é o único dos indicadores do Icec acima dos 100 pontos.

O economista da CNC responsável pela pesquisa, Antonio Everton, considerou entre os motivos para a influência que levou ao resultado negativo podem estar o aumento do dólar, o endividamento das empresas, o reajuste dos aluguéis e a cautela do consumidor nas compras.

“A predominância das percepções adversas também pode ter relação com a necessidade de se fazer investimentos em tecnologia e logística para avançar no e-commerce”, acrescentou.

 

 

Investimentos

O único a apresentar resultado positivo (1%) foi o índice que mede as intenções de investimento. Com isso, alcançou 94,9 pontos, voltando a crescer após ligeiro recuo em dezembro. Um outro destaque também foi a intenção de contratação de pessoal. Esse índice teve alta de 2,1% e fechou o mês com 121 pontos.

O economista informou que, nos últimos quatro anos, a intenção de aumentar o quadro de funcionários tem registrado variações positivas em janeiro.

“O planejamento dos empresários pode incluir aumento do número de pessoal para os próximos meses se a recuperação do emprego, consumo e da geração de renda permanecer em um ritmo satisfatório”, finalizou.

 

 

FONTE: Agencia Brasil

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Nova portaria muda regras para PRF atuar em operações conjuntas

Reporter Global

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) publicou hoje (19), no Diário Oficial da União (DOU), uma nova portaria que estabelece diretrizes para a atuação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em operações conjuntas com outros órgãos federais, estaduais e municipais.

 

 

A portaria (42/2021) substitui outra (739/2019) que chegou a ser suspensa em janeiro do ano passado pelo então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, enquanto ele estava responsável pelo plantão judicial.

À época, Toffoli atendeu pedido da Associação de Delegados da Polícia Federal (ADPF), para quem a norma autorizava a PRF a realizar investigações e atuar na prevenção e repressão a crimes federais, o que seria competência exclusiva da PF, no entender dos delegados.

A suspensão acabou depois derrubada pelo relator do caso, ministro Marco Aurélio, que atendeu pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) e restabeleceu a vigência da portaria. Essa decisão foi depois confirmada pelo plenário do Supremo.

Agora, contudo, a nova portaria, que substitui a antiga, passa a não trazer menção à participação da PRF em operações conjuntas caso “os crimes objetos de apuração tenham sido praticados em rodovias federais, estradas federais ou em áreas de interesse da União”.

A norma – publicada nesta terça-feira (19) – tampouco elenca a “investigação de infrações penais” entre as hipóteses que autorizam a PRF a prestar apoio operacional, conforme constava na norma anterior.

 

 

Outras diferenças

A antiga portaria (739/2019) estabelecia diretrizes para a PRF atuar em operações conjuntas com órgãos do Ministério Público, da Receita Federal e do Sistema Único de Segurança Pública (Susp) – como PF, Força Nacional e polícias Civil e Militar dos estados.

Agora, o novo texto inclui no rol de cooperação, além dos integrantes do Susp, “outros órgãos das esferas federal, estadual, distrital ou municipal”, sem especificar quais.

Outro trecho suprimido foi o que circunscrevia a atuação da PRF a “operações conjuntas nas rodovias federais, estradas federais ou em áreas de interesse da União”, conforme constava na antiga portaria. Agora, a nova norma estabelece diretrizes para a atuação do órgão somente em “operações conjuntas”, sem fazer referência a local.

Outro trecho da antiga norma, agora revogada, autorizava a PRF a atuar, especificamente, “em vias urbanas, rodovias, terminais rodoviários, ferrovias e hidrovias federais, estaduais, distrital ou municipais, portos e aeroportos”.

Novamente, a nova portaria não traz esse tipo de especificação, estabelecendo como condição para a atuação do órgão em operações conjuntas apenas a autorização de seu diretor-geral, que deve considerar “a pertinência, a conveniência e a necessidade da medida”.

Pela nova portaria, a PRF pode: designar efetivo para integrar equipes na operação conjunta; prestar apoio logístico; atuar na segurança das equipes e do material empregado; ingressar nos locais alvos de mandado de busca e apreensão, mediante previsão em decisão judicial; lavrar termos circunstanciados de ocorrência; e praticar outros atos relacionados ao objetivo da operação conjunta.

 

 

FONTE: Agencia Brasil

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