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Abono do PIS/Pasep começa a ser pago na próxima quinta-feira

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O pagamento do abono salarial do Programa de Integração Social (PIS) e do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), exercício 2019/2020, começa na quinta-feira (25) da próxima semana. A liberação do dinheiro para os cadastrados no PIS vai considerar a data de nascimento e os do Pasep, o dígito final do número de inscrição.

Os trabalhadores que nasceram entre julho e dezembro receberão o abono do PIS ainda este ano. Já os nascidos entre janeiro e junho terão o recurso disponível para saque em 2020. Recebem também este ano os servidores públicos cadastrados no Pasep com dígito final do número de inscrição entre 0 e 4. Os com final entre 5 e 9 receberão no próximo ano.

A data para o fechamento do calendário de pagamento do exercício 2019/2020 está prevista para o dia 30 de julho de 2020. A estimativa é de que sejam destinados R$ 19,3 bilhões a 23,6 milhões de trabalhadores. O pagamento do abono salarial referente ao PIS será feito pela Caixa em suas agências em todo o país; e o abono do Pasep será pago no Banco do Brasil.

Quem tem direito

Para ter direito ao abono salarial do PIS/Pasep é necessário ter trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2018, com remuneração média de até dois salários mínimos. Além disso, o trabalhador tem de estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter tido seus dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Para os trabalhadores que tiverem os dados declarados na Rais 2018 fora do prazo e entregues até 25 de setembro de 2019, o pagamento estará disponível a partir de 4 de novembro de 2019, conforme calendário de pagamento aprovado, e, após este prazo, somente no calendário seguinte.

Fonte Agência Brasil

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Sicredi vê contratação de seguro agrícola crescer 31% em 2021

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A contratação de seguro agrícola junto ao Sicredi somou 20.709 apólices de janeiro a agosto de 2021, 31% a mais do que em igual período de 2020, quando a instituição registrou 15.838 apólices contratadas. Os dados representam mais de 829 mil hectares cobertos e R$ 3,8 bilhões em valor segurado aos associados. No primeiro semestre, o Sicredi também contabilizou mais de R$ 45 milhões em indenizações, das quais R$ 12,9 milhões, ou 28,6%, para associados do Paraná e de São Paulo.

Na avaliação do gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Devanir Brisola, o incremento reflete a preocupação cada vez maior do produtor rural em planejar e fazer a gestão de riscos da lavoura. “No Paraná, por exemplo, é comum no período de geadas algumas culturas terem seu desenvolvimento prejudicado, como o milho safrinha, para o qual há perspectivas de perdas de até 70%, estimam produtores. Por isso, seguimos direcionando nossas ações para diminuir os riscos e proteger os investimentos dos produtores rurais associados”, diz Brisola em nota.

O Sicredi também participou do projeto-piloto do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) voltado a produtores do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), com 3.329 apólices contratadas para soja e milho e mais de 64 mil hectares segurados. Do total de apólices, 74% foram contratadas no Paraná.

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Ameaça nas estradas

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Com altas sucessivas no preço do diesel e o valor dos fretes abaixo do piso, caminhoneiros se dizem traídos pelo presidente e querem repetir a greve de 2018

Há pouco mais de um mês, centenas de caminhoneiros chegaram a Brasília com a promessa de tomar o Supremo Tribunal Federal (STF) em apoio ao presidente Jair Bolsonaro. Hoje, muitos deles não podem nem ouvir o seu nome. Diante de um aumento de 24% no preço do litro do diesel em 2021, a categoria se prepara para uma greve nacional dentro de duas semanas, no dia 1º de novembro (segunda-feira).

O movimento já começou para alguns segmentos, como os tanqueiros (profissionais que transportam combustíveis), paralisados desde a manhã da quinta-feira 21. Eles também interromperam os fluxos em bases de abastecimento de veículos em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Para novembro, as expectativas são de que a greve se prolongue por dias — repetindo a de maio de 2018, cujo impacto foi sentido até no resultado do PIB daquele ano. E, embora a demanda principal seja pela redução imediata do custo do diesel, reajustado para cima nove vezes só esse ano, há outros motivos para os caminhoneiros estarem insatisfeitos com o presidente. “Naquela paralisação de três anos atrás, Bolsonaro fez muitas promessas de que tudo seria diferente”, critica Wanderlei Alves, o “Dedeco”, um dos líderes do movimento desde aquela época. “Eu sabia que, quando Jair Bolsonaro se tornasse presidente, não iria contrariar os interesses da Petrobras.”“Como eles não fizeram nada nos últimos anos, agora só há a alternativa de tentar desarmar nossa mobilização”, diz Dahmer. Por outro lado, dar de costas para o setor pode ser um tiro no pé para o governo. Os caminhoneiros foram uma das bases de sustentação de Bolsonaro na eleição, e parte deles até mesmo endossou os discursos golpistas no feriado da Independência.

A resposta será dada apenas em novembro, mas as perspectivas são tensas. “A gente deveria paralisar por 10 dias para o presidente sentir na pele”, diz “Dedeco”. “Mas não vai acontecer porque ele tem as polícias nas mãos, e elas não vão deixar os caminhoneiros pararem tanto tempo”.

fonte: istoé

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Polícia Civil lança Curso de Entrevista na Atividade de Inteligência

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Nesta segunda-feira (25/10), a Polícia Civil, por meio do Gabinete de Inteligência e Assuntos Estratégicos – GIE lançou pela primeira vez o Curso de Entrevista na Atividade de Inteligência que visa capacitar os profissionais de inteligência do Gabinete de Inteligência e das Divisões de Inteligência Policial e Análise Criminal na temática e conta com a participação de outros órgãos de inteligência vinculados às esferas federal e Estadual.

Serão 50 horas aula dedicadas ao aperfeiçoamento nessa ação de busca fundamental para a atividade de inteligência. Além da Polícia Civil há participantes do Ministério da Justiça, Brigada Militar, Polícia Federal, Secretaria de Justiça e Sistema Penal e Socioeducativo e Exército Brasileiro.

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