Acesse aqui
Rádio Web Portal Plural
Abate de suínos cresce no 2º trimestre e chega a 12 milhões – Portal Plural
Connect with us

Geral

Abate de suínos cresce no 2º trimestre e chega a 12 milhões

A produção pecuária recuou no abate de bovinos e frangos no período

Pável Bauken

Publicado

em

© Divulgação Governo Federal


A produção pecuária do Brasil recuou no abate de bovinos e frangos entre abril e junho deste ano. O abate de suínos foi o único que teve crescimento, tanto em relação aos primeiros três meses de 2020, quanto frente ao segundo trimestre de 2019. Aumentou 5,9% de abril a junho de 2020, em relação ao mesmo período de 2019.

Já o de bovinos caiu 9,7% e o de frangos, 1,6%, na mesma comparação. Se comparado ao primeiro trimestre deste ano, o abate de bovinos também registrou recuo, mas de 1,2%, e o de frangos de 7,2%. Nesse caso, o de suínos novamente teve resultado melhor e cresceu 1,6%.

É o que mostram os primeiros resultados da produção animal entre abril e junho de 2020 das Pesquisas Trimestrais do Abate: primeiros resultados – 2º trimestre de 2020, que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje (13).

Conforme a pesquisa, foram abatidas 7,17 milhões de cabeças de bovinos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária no segundo trimestre de 2020. A produção de carcaças bovinas atingiu 1,85 milhão de toneladas, o que significa redução de 6,6% na comparação com igual trimestre do ano anterior e aumento de 0,5% em relação aos primeiros três meses de 2020.

O abate de suínos alcançou 12,07 milhões de cabeças de abril a junho deste ano. O peso acumulado das carcaças somou 1,10 milhão de toneladas, uma elevação de 8,2% em relação ao segundo trimestre de 2019 e de 3,2% em comparação com o trimestre anterior.

Entre abril e junho de 2020, foram abatidas 1,40 bilhão de cabeças de frango. O peso acumulado das carcaças atingiu 3,21 milhões de toneladas, recuo de 4,0% em relação ao mesmo período em 2019 e queda de 7,7% frente ao trimestre anterior.

A aquisição de leite cru, feita pelos estabelecimentos que atuam sob algum tipo de inspeção sanitária federal, estadual ou municipal ficou em 5,69 bilhões de litros, resultado que representa queda de 2,9% em comparação ao segundo trimestre do ano passado e mais acentuada (9,7%) em relação aos primeiros três meses de 2020.

Os curtumes pesquisados receberam menos quantidade de couro entre abril e junho deste ano. Eles informaram que conseguiram 7,25 milhões de peças de couro no período, uma retração de 13,7% em comparação ao mesmo período em 2019. No entanto, em relação ao trimestre anterior em 2020, a redução é de 3,6%. O IBGE destacou que “os curtumes investigados pela Pesquisa Trimestral do Couro são aqueles que efetuam curtimento de, pelo menos, 5 mil unidades inteiras de couro cru bovino por ano”.

A produção de ovos de galinha registrou aumento de 1,9% em relação a igual período de 2019, mas estabilidade frente ao primeiro trimestre de 2020. O total produzido ficou em 965,41 milhões de dúzias.

ebc

Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Bolsonaro defende normas adotadas em nova portaria sobre aborto

Obrigatoriedade de profissionais ou estabelecimentos de saúde informarem sobre estupro às autoridades permanece no texto

Reporter Cidades

Publicado

em



O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), defendeu a portaria 2.561, publicada há um dia no Diário Oficial da União (DOU) para estabelecer novas regras a respeito do aborto legal. O chefe do Executivo falou sobre o tema durante uma transmissão ao vivo pela internet, na noite desta quinta-feira (24).

Ao dizer que notícias falsas referentes à portaria emitida pelo ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, estavam circulando, Bolsonaro pontuou: “Primeira coisa, ninguém pode facilitar o aborto. É proibido por lei, a não ser em três casos. Mas a acusação é que ele deixava de exigir numa das etapas a ultrassonografia. E eu fui ver a portaria nova. É bem clara: na segunda fase, ultrassonografia. Não entendo como que o pessoal inventa essas coisas”.

Na sequência, o presidente completou: “E no tocante também dizendo que ele tinha liberado da obrigatoriedade de informar a autoridade policial. Tá aqui no artigo sétimo, inciso I: comunicar o fato à autoridade policial responsável”.

Ainda no vídeo, Bolsonaro fez um alerta para que as pessoas não acreditem facilmente em “em qualquer coisa que tá na internet”.

A portaria 2.561 veio para substituir uma que estava valendo desde o final de agosto e causava polêmica por, entre outros motivos, obrigar as equipes ou estabelecimentos de saúde a notificaram a autoridade policial em casos de suspeita ou confirmação do crime de estupro. Por outro lado, na prática, o novo texto não altera essa orientação.

No Brasil, o aborto é permitido em caso de risco de morte da mãe, em gravidez provocada por estupro e quando há gestação de feto com anencefalia, que significa má formação do cérebro.

SBT

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Geral

Metade dos LGBTs não se assume no trabalho por medo de preconceito

Pesquisa inédita revela homofobia e transfobia no ambiente de trabalho e mostra dificuldades da ascensão

Reporter Cidades

Publicado

em



Um estudo da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) mostrou que metade dos LGBTs esconde a orientação sexual no ambiente de trabalho por medo de represália por parte dos colegas. O levantamento também mostra que 35% daqueles que decidiram se assumir homossexuais já sofreram algum tipo de discriminação velada ou direta.

A pesquisa originou o Observatório da Empregabilidade LGBT, idealizado pelo psicanalista e ativista pelos direitos LGBTI+ Eliseu Neto. Ela aponta as dificuldades vividas por esta comunidade no ambiente de trabalho, aponta a necessidade de mudanças e indica meios para que ela aconteça.

“A nossa ideia foi criar um observatório que pudesse dizer como isso acontece. Mostrar que é altíssimo o número de pessoas que não falam da sua orientação sexual, que tem medo de falar disso no trabalho e que sente a necessidade de esconder, porque entende o que é a homofobia e o que ela traz”, afirma Neto.

Para Neto, apesar dos recentes avanços na legislação em apoio à população LGBTI+, como a criminalização da LGBTfobia, essa evolução não é refletida na sociedade e, consequentemente, no ambiente de trabalho. A consequência disso é a falta de gays e lésbicas em posições de liderança: “O preconceito vai te excluindo. Você não é chamado para as reuniões, você não tem a mesma voz, o mesmo tipo de respeito dos seus pares. Essa LGBTfobia institucional vai tirando as oportunidades de crescimento da população LGBT”, diz.

Segundo a pesquisa, apenas 13% dos LGBTs afirmaram ocupar ou terem ocupado anteriormente um cargo de diretoria. Outros 15% ocupavam ou ocupam cargos de coordenação e gestão, enquanto 54% ocupam cargos de entrada, como analistas, assistentes ou estagiários.

“O que a gente conseguiu perceber até agora é isso. Mais dificuldade de crescer na carreira, de conseguir cargos, menor relação com os espaços de chefia, e isso é muito desumano”, afirma Neto.

A situação é ainda pior para a população transexual, principalmente para mulheres trans e travestis. Muitas sequer chegam ao mercado de trabalho pela exclusão que sofrem ainda no ambiente escolar: “Até 2017, nem o nome social elas tinham respeitado. (…) A gente tem meninas que morrem de infecção urinária por ficarem o dia inteiro na escola sem poderem ir ao banheiro”, conta Neto.

Este é o mesmo pensamento da presidente da Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero da OAB/DF, Cintia Cecílio. Para ela, é importante que existam políticas públicas para a inclusão da população transexual. Como muitas não têm oportunidades de estudar e são expulsas de casa, a prostituição acaba sendo a única alternativa de sobreviver: “É nossa obrigação fazer com que essas mulheres que estão nas ruas, saiam das ruas. É nossa obrigação enxergá-las como seres humanos, que tenham oportunidades para estudar, para ter uma profissão diferente da prostituição”, afirma.

Um projeto da OAB/DF para o próximo ano é criar um selo que certifique empresas mecanismos para que transexuais tenham acesso ao mercado de trabalho. “Se um estabelecimento pega uma pessoa trans que está na rua e coloca em funções que não precisem de uma profissionalização tão grande, como repositor de supermercado ou na área da limpeza, já dá uma oportunidade de tirar essa pessoa da rua e ela estudar e depois estar em um emprego melhor.”, conta Cecílio.

Hoje, já existe nacionalmente o portal Transempregos, que é um programa de empregabilidade voltado para pessoas trans e travestis. O site recebe currículos de transexuais e encaminha para vagas que aceitam transgêneros, além de reunir cursos profissionalizantes e de capacitação.

Pela pesquisa, 82% dos entrevistados LGBTs afirmaram que ainda falta muito para que as empresas acolham melhor. O Observatório traz propostas de como melhorar o ambiente de trabalho e políticas que diminuam a homofobia e transfobia também nas escolas. O estudo mostra que consumidores tendem a escolher empresas com base no seu posicionamento. “Uma empresa que tem um quadro bem diverso é uma empresa que tem uma saúde muito melhor. Hoje a sociedade compra isso. O cliente também compra”, afirma Cecílio.

Acesse a pesquisa completa do Observatório de Empregabilidade LGBT clicando aqui.

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Geral

Celso de Mello antecipa aposentadoria do STF

Ministro deve deixar a Corte no dia 13 de outubro

Reporter Cidades

Publicado

em

© Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil Justiça

O ministro Celso Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitou hoje (25) aposentadoria antecipada e deve deixar a Corte no dia 13 de outubro. 

Mello está no STF desde 1989, quando foi nomeado pelo então presidente José Sarney. O ministro se aposentaria compulsoriamente em 1º novembro ao completar 75 anos, idade máxima para manutenção de servidores públicos na ativa.

Com a decisão pessoal de Mello, caberá ao presidente Jair Bolsonaro indicar um ministro para vaga. Antes de tomar posse, o indicado deverá ser aprovado pela Comissão de Constituição de Justiça do Senado e pelo plenário da Casa.

Carreira

Ao se aposentar, Celso de Mello completa 50 anos no serviço público. Formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, em 1969. Em 1970, foi aprovado em primeiro lugar no concurso público para promotor e ingressou no Ministério Público de São Paulo. Antes de ser nomeado para o Supremo, em 1989, ocupou o cargo de consultor-geral da República.

ebc

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Trending

© 2020 PORTALPLURAL.COM.BR Todos os direitos reservados.


×