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7 maneiras de pendurar quadros sem furar a parede

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Uma das mazelas da vida em um apartamento alugado é querer mudar a atmosfera do espaço e não poder colocar um quadro na parede. Ou será que não pode mesmo? Para pendurar uma bela imagem emoldurada você não precisa abrir buracos pelo imóvel! Existem muitas soluções, de imperceptíveis até estilosas, para trazer a sua cara para o apê sem prego ou parafuso.

1. Massa adesiva

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Seus pôsteres e molduras leves podem ter as paredes do apê como lar com estas massas adesivas! É só retirar um pedaço, enrolar e colar na parte de trás dos papéis.

2. Fita dupla face de espuma

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Uma das maneiras mais práticas e que melhor suporta o peso das molduras é a colagem com fita dupla face de espuma, tipo banana. É só alinhá-la à borda dos quadros, com cuidado, e eles permanecerão em sua parede por muito tempo.

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Cada 15 cm da Fita Scotch Fixa Forte da 3M suporta 500 gramas.

3. Fixação com velcro

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Este fecho adesivo suporta, em par, até 500 gramas. De um lado, a fita adesiva para ser colada no quadro e na parede. Do outro, uma superfície de pequenos ganchos tipo velcro.

Lembre-se sempre de alinhar bem os adesivos nas duas extremidades do quadro e na parede — queremos um mural prático, não torto!

4. Ganchos adesivos

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Os ganchos adesivos são seus melhores amigos — eles não só servem como cabideiros e porta chaves improvisados no hall, como seguram quadros. Tudo depende do tamanho e da fixação do adesivo. Os modelos variam dos transparentes e quase invisíveis até brancos e coloridos. Para saber como aplicar e qual o peso que suportam, confira a embalagem de cada produto e marca.

5. Fecho metálico adesivo

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Seu quadro ou porta retrato vem com uma parte específica para encaixe em um prego? É só colar este fecho metálico na parede e pendurar!

6. Suportes perfurados

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O mais bacana deste tipo de suporte é que ele pode ser improvisado com materiais simples — até mesmo pallets funcionam. Crie uma grade com as tábuas e prenda os pregos na madeira, nos espaços em que você gostaria de pendurar os quadros. Depois, encoste a estrutura entre a parede e o sofá — o apoio do móvel vai ajuda-lo a suportar o peso dos quadros sem tombar.

7. Fios

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Você pode instalar barbantes e outros tipos de fio em qualquer lugar da casa usando os suportes adesivos transparentes da Command, específicos para esta tarefa! A solução é ideal para criar um mural de fotos polaroid, por exemplo, conferindo uma atmosfera jovem e boêmia ao ambiente.

Fonte Casa Cláudia / Abril

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Sem carteira assinada por opção para ganhar mais

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Maria Cristina dos Santos, de 49 anos, decidiu abrir mão da carteira assinada após mais de 10 anos trabalhando como empregada doméstica, faxineira, cobradora, entre outras ocupações. Desde o final do ano passado, ela passou a atuar como diarista, cobrando R$ 170 por dia de serviço.

“Eu trabalhava numa casa de família e dormia no emprego. Tinha dia que eu começava às sete e esticava até às 9 horas da noite. Como diarista eu mesmo faço o meu horário e ganho bem mais, diz.

Por ora, ela ainda não decidiu se formalizar como Microempreendedor Individual (MEI). Mas, mesmo sem a cobertura da Previdência Social e outros benefícios da CLT, ela afirma que atuar na informalidade está valendo mais a pena.

“As empresas estão pagando muito pouco. Oferecem 1 salário mínimo e, depois de todos os descontos, você recebe R$ 900. O que dá para um chefe de família fazer com isso?”, afirma.

A diarista sonha cursar enfermagem para buscar no futuro um trabalho de melhor remuneração. Mas, por ora, o seu foco é conseguir mais uma casa para fazer faxina, para ter 5 diárias fixas por semana. “Estou procurando, é que está difícil mesmo”, diz.

‘Única solução era inovar’

Letícia Emanuele Nogueira, de 26 anos, ficou cerca de 4 anos em empregos com carteira assinada, mas, quando chegou a pandemia, ela e o marido passaram a fazer parte das estatísticas de desemprego e do empreendedorismo de necessidade.

Sem renda e com dois filhos pequenos, o casal decidiu abrir um negócio na área de TI e design. Os dois uniram suas especialidades e passaram a prestar serviços de formatação e manutenção de computadores, desenvolvimento web e design gráfico.

“Vimos que a única solução era inovar para conseguir renda, e foi o que fizemos. Abrimos o nosso próprio negócio”, conta.

Leticia lembra que no começo não aparecia nenhum cliente e que até dava saudade dos tempos de salário fixo. Somente após 8 meses é que a empreitada começou a dar frutos. Mas, pesando tudo o que aconteceu, ela acha que a mudança trouxe a oportunidade de dar uma guinada em sua vida profissional.

“Olhando para trás, se não tivesse perdido meu emprego CLT talvez não tivesse essa coragem de trabalhar por conta própria”, afirma a empreendedora, que está para concluir a faculdade de pedagogia.

Seus planos são continuar com seu negócio – ela está providenciando a papelada para virar MEI – e prestar concurso público. Voltar para a CLT está fora de cogitação. “Mas o futuro é sempre incerto, isso a pandemia me mostrou”, pondera.

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Mundo

Brasil perde 2,8 milhões de trabalhadores com carteira em 8 anos

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O emprego com carteira assinada tem perdido protagonismo e espaço no mercado de trabalho brasileiro. A participação desta modalidade no total da população ocupada no setor privado ficou em 38,1% no 1º trimestre de 2022 e segue bem distante do pico de 43% alcançado em 2014.

Segundo levantamento da LCA Consultores, a partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) do IBGE, o número de trabalhadores com carteira assinada diminuiu em 2,8 milhões entre 2014 e 2022, enquanto que o de trabalhadores por conta própria ou sem registro em carteira aumentou em 6,3 milhões em 8 anos.

Em números absolutos, o contingente atual de trabalhadores com carteira assinada no 1º trimestre de 2022 totalizou 36,3 milhões, contra 39,1 milhões no 1º trimestre de 2014. O cálculo considera a soma dos trabalhadores do setor privado no regime CLT e domésticos com carteira assinada, sem incluir trabalhadores do setor público, que emprega 11,2 milhões, o correspondente a uma fatia de 11,8% dos ocupados.

Mesmo com o aumento do número de brasileiros com emprego formal nos últimos meses, o percentual dos ocupados com carteira assinada permanece abaixo do patamar pré-pandemia (38,7%).

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Mundo

Pegar Covid 2 ou mais vezes ao ano pode se tornar comum

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Ter Covid uma, duas ou até três vezes ao ano pode ser uma realidade concreta para pessoas que seguirem expostas sem barreiras à variante ômicron e suas subvariantes. O cenário é traçado por especialistas que conduziram um estudo na África do Sul e confirmado também pela experiência prática de médicos brasileiros ouvidos pelo g1.

Na África do Sul, pesquisadores da Universidade Stellenbosch analisaram quase 3 milhões de testes positivos de laboratório registrados até janeiro deste ano. Em artigo publicado na revista científica “Science”, eles apontam que reinfecções eram eventos raros, quase nulos, nas ondas provocadas pelas variantes beta e delta. Entretanto, depois de 31 de outubro de 2021, com o aparecimento da ômicron, a pesquisa localizou indivíduos que tiveram até três casos de reinfecção.

“A culpada foi a variante Ômicron que surgiu rapidamente, com múltiplas mutações na proteína spike. A principal vantagem dessa variante é sua capacidade de evitar a imunidade adquirida naturalmente (por infecção anterior)”, apontam os pesquisadores.

Nas ondas pré-ômicron da pandemia, casos de reinfecção eram raros e investigados: estudo na “The Lancet” associava as ocorrências pontuais à queda da imunidade após seis meses da imunidade adquirida. No recente estudo africano, as reinfecções foram verificadas em intervalos menores: 90 dias (três meses).

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