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4 maneiras de aumentar a produtividade… descansando

Reporter Global

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É sábado à noite e, em vez de descansar, você está com o laptop no colo, respondendo e-mails ou analisando um documento de trabalho. Por um lado, irrita-se ao se dar conta da própria situação. Sabe que aquela é uma hora para ficar com a família, assistir a TV ou simplesmente não fazer nada. Por outro lado, não consegue parar de pensar na quantidade de e-mails que aparecerá em sua caixa de entrada assim que a próxima semana começar e na imensa quantidade de tarefas que têm para fazer. Então, é melhor adiantar o que é possível.

Você já deve ter notado, no entanto, que esse raciocínio é uma pegadinha. Primeiro porque nunca, de fato, o trabalho diminui e você se sente aliviado. As tarefas parecem brotar de todos os lados, sempre com uma etiqueta de “urgente” e tudo o que você “adiantou” não adiantou nada. Em segundo lugar porque seu cérebro precisa de descanso. Simples assim.

Diversas pesquisas recentes confirmam que trabalhar quando devia descansar não é uma boa escolha. De acordo com estudos compilados em um artigo da Scientific American e comentados em uma reportagem da revista Inc., as horas dedicadas a uma tarefa não são proporcionais ao nível de produtividade. Muitas vezes, podem até atrapalhar seu trabalho.

A seguir, algumas dicas para ajudá-lo a sair do ciclo vicioso do “não posso parar” e, estranhamente, a sentir-se mais aliviado e produtivo.

1. Pare de trabalhar para se divertir
Tirar o foco do trabalho e jogar videogame por alguns minutos – acredite – pode aumentar sua produtividade. O perigo, nesse caso, é se deixar levar pela diversão e passar mais tempo no intervalo do que trabalhando. Uma técnica chamada Pomodoro Technique sugere a medida de 25 minutos de trabalho para cada cinco de diversão.

Não necessariamente o intervalo precisa ser dedicado ao videogame. Escolha qualquer outra atividade que o ajude a relaxar. Levantar da mesa, dar uma volta, tomar um café, falar com um colega já podem ser eficientes.

Além do benefício de descontrair o cérebro, provavelmente você terá um novo olhar quando voltar ao trabalho. Muitas vezes, travamos em um ponto da tarefa, sem encontrar a solução de um conflito – seja uma palavra adequada para explicar algo, seja uma estratégia de negócio. De repente, depois de alguns minutos longe do tema, as ideias ficam mais claras e a resposta surge sem esforço.

2. Tire mais férias ao longo do ano
Se afastar do trabalho por alguns dias é fundamental. Mas fazer isso uma vez por ano é pouco. Estudos mostram que os benefícios dessa prática para o cérebro se dissipam rapidamente quando volta à rotina. Então, o ideal seria descansar por dez dias ou uma semana algumas vezes por ano.

3. Tire pelo menos um dia de folga na semana
Não trabalhar um dia por semana tende a clarear a visão do trabalho e aumenta o discernimento na hora de organizar as atividades. Ao contrário do que se pode imaginar, as pessoas que participaram um estudo sobre o tema sentiram-se mais produtivas e orgulhosas do trabalho realizado do que quando não se permitiam a folga.

4. Que tal um cochilo – ou uma prática de meditação – no meio do dia?
Nem sempre temos condições de tirar um cochilo no meio do dia. Mas, segundo pesquisas recentes, essa prática seria boa para o cérebro. Há evidências biológicas de que as pessoas que têm esse hábito ficam mais alertas e produtivas, além de cometer menos erros do que aquelas que não dão uma dormidinha.

Se um cochilo não for possível, pelo menos pratique alguma técnica de meditação, de cinco, dez ou 20 minutos durante a tarde. Isso ajudará a baixar a frequência do seu cérebro e tende a fazê-lo se sentir mais feliz e descansado ao longo do dia.

Época Negócios

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O Brasil se tornou uma nação de inadimplentes

Reporter Cidades

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Os números são alarmantes, principalmente porque o Brasil é o país dos juros altos. Neste cenário, os idosos estão cada vez mais afundados em dívidas, em grande parte para ajudar filhos e parentes, e acabam pagando um preço alto por isso, ou pior ainda, acabam não conseguindo arcar com todas as suas despesas, que normalmente são altas, principalmente com medicamentos, plano de saúde e alimentos.

Alguns especialistas acreditam que muitos idosos não alcançam uma aposentadoria tranquila pela falta de planejamento. Mas em alguns casos, quando há o planejamento, o mesmo acaba arruinado pela família, geralmente por filhos adultos ou parentes dependentes.

Um agravante para esses números são os empréstimos consignados. Como esse tipo de crédito é amplamente oferecido, com fácil acesso aos aposentados, muitos acabam recorrendo a eles para socorrer os familiares e as contas da casa. Ainda que utilize taxas menores, se comparadas a outros empréstimos, o crédito consignado acaba corroendo boa parte da renda do idoso.

São mais de 63,2 milhões de pessoas com contas atrasadas

Se as pessoas que têm dívidas em atraso no Brasil formassem um país, haveria uma nação maior do que a Colômbia e quase o dobro do Peru. Enquanto cerca de 63,2 milhões de pessoas vivem com contas atrasadas no Brasil, a população colombiana, por exemplo, é de 50,2 milhões de pessoas. O país imaginário só não seria maior do que o México, que tem 134,3 milhões de habitantes. Os dados são do professor do Insper, Ricardo Rocha.

O especialista utiliza as informações para abordar a troca de foco da educação financeira no Brasil. Na opinião de Rocha, é preciso olhar com atenção para todos os indivíduos, sobretudo os de mais baixa renda. “O crédito é fundamental na gestão das finanças pessoais e, de maneira correta, ajuda as famílias a construírem patrimônio. Então, é preciso gastar um pouco mais de tempo ensinando as pessoas a refletirem sobre o crédito, e não só sobre investimentos.

O endividamento das famílias, como visto, é um problema sério no Brasil. No entanto, é uma situação que, muitas vezes, pode ser corrigida com educação financeira, controle pessoal e organização, temas que são debatidos no Curso de Direito da Unijuí e que permitem a nós, estudantes, uma formação mais completa e antenada com as necessidades do mercado de trabalho!

 Luiz Carlos Nunes Castanho, acadêmico de Direito da Unijuí

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Você sabe o quanto paga de impostos em cada compra?

A Lei 12.471/12 nos trouxe um tanto de esperança para que essa luta, que nós consumidores vivemos diariamente, seja vencida. Mas, será que isso funciona na prática?

Pável Bauken

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A referida lei determina que, nos documentos fiscais relativos à venda de mercadorias e serviços, deverá constar destacadamente o valor aproximado dos tributos federais, estaduais e municipais cobrados dos contribuintes. Nossa Constituição Federal ganha destaque, na medida que estabelece: “A lei determinará medidas para que os consumidores sejam esclarecidos acerca dos impostos que incidam sobre mercadorias e serviços”. Podemos presenciar então, a necessidade e o dever de informar aos cidadãos consumidores o custo tributário embutido em cada mercadoria comprada.

Apesar da regulamentação tardia do dispositivo constitucional pela Lei 12.741/12, o consumidor consegue ter noção da carga tributária que está suportando como contribuinte de fato, muito embora não seja uma tarefa simples apurar o valor exato dos tributos embutidos no preço, ante os inúmeros tributos diretos e indiretos e a complexidade na apuração destes. Precisar o valor de tributos que compõem o preço de venda é uma tarefa complexa e depende, principalmente, de que os fornecedores e os demais integrantes da cadeia comercial indiquem aos adquirentes o montante de tributos recolhidos em cada etapa da comercialização. É claro que, se isso realmente funcionar na prática, o consumidor ficará chocado ao verificar o quanto lhe é cobrado de impostos!

A Lei 12.471/12 é uma grande conquista cidadã e devemos exigi-la para que haja o mínimo de transparência fiscal em nosso País. Ademais, sonhar é sempre possível e assim sonhamos com o dia em que o governo, que já gasta uma fábula com propagandas eleitorais, possa reservar, nos canais de comunicação, alguns minutos ou disponibilizar aplicativos de fácil compreensão e manuseio, para prestar contas de sua administração de forma concisa e didática. Algo bem simples, mas capaz de informar com clareza o quanto foi arrecadado e o quanto foi gasto com educação, segurança, saúde, aposentadorias, assistência social, pagamento de juros, despesas administrativas, investimentos em infraestrutura, etc. Há muitas formas a serem estudadas para que possamos nos manter esclarecidos e informados. Além disso, nosso papel é exigir e fiscalizar a destinação do arrecadamento de tantos tributos. Não podemos deixar esta tarefa para terceiros, como cidadãos consumidores e pagadores de impostos temos o dever de participar da gestão tributária de nosso País!

Cabe a nós manter a chama acesa e não deixar de reivindicar nossos direitos. Saber o que é feito com as finanças do País (nosso dinheiro) é um deles!

Katryanne Miranda Machado, acadêmica de Direito da Unijuí

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Os cinco erros mais comuns que todo iniciante no Marketing digital comete

Reporter Cidades

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É um desafio grande elencar apenas os 5 erros mais comuns quando damos início a essa aventura no mundo do Marketing digital, mas esses cinco erros me permitiram evoluir com eles e me aprimorar cada vez mais, até atingir o sucesso online:

1° erro – Acreditamos que por termos acesso à internet e já termos seguidores nas redes Sociais, podemos vender nossos produtos. Achamos que basta postar uma bela foto e pronto: a venda vai acontecer. Esse é o exato momento em que mais de 70% dos iniciantes desistem;

2° erro –  Acreditar nos milhares de Gurus que vendem soluções rápidas quase instantâneas para ganhar dinheiro, e a velha fórmula mágica de fazer determinada estratégia ou usar as redes sociais ficar milionário em pouco tempo;

3° erro – E o mais comum, é pegar o link do produto que você está tentando vender e mandar ver, sair pregando em tudo que é lado. Não pode ver uma publicação que vai nos comentários e deixa lá a sua obra registrada, achando que isso vai te trazer o tão sonhado comprador;

4° erro – Postar só propaganda do seu produto nas Redes Sociais. As pessoas odeiam propagandas, mas adoram comprar soluções! Portanto antes de postar, pesquise o que seu Público-alvo deseja, se coloque no lugar do outro, se pergunte se você gostaria de ver aquilo que você está postando.

5° erro – E o mais grave de todos: é não investir em conhecimento, achar que é uma besteira pagar um curso com um profissional que estudou muito, que já cometeu os 4 erros acima, achar que tudo é muito caro, que não precisa usar plataformas de ferramentas profissionais para automatizar seu trabalho. Acredite, se você cair nesse erro então talvez você acabe gastando muito mais tempo e dinheiro.

Esses 05 erros são os mais recorrentes e os mais primários. Existem outros muito piores, mas infelizmente ou felizmente a maioria passa por todos eles. Quem desperta para trabalhar da forma correta busca em primeiro lugar conhecimento e depois a forma de aplicar esse conhecimento. Por último, automatizar seu sistema de vendas com ferramentas que vão levar seu negócio on-line a ter uma alavancagem que não conseguimos realizar no corpo a corpo.

Então se você leu até aqui, quer dizer que é uma pessoa que quer começar da maneira correta, ou corrigir o que você acreditou que estivesse certo. Mas não se desespere, nós temos a solução para os seus problemas! Podemos te ensinar desde a maneira correta de postar na Redes Sociais, até usar o mais complexo funil de vendas. Basta que você goste de aprender e dedique um tempo a esse aprendizado.

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