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2ª Guerra: histórica tomada de Monte Castello completa 75 anos

Além do poder bélico alemão, o inverno foi adversário do Brasil

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© Agência Brasil


O dia 21 de fevereiro de 1945 marcou a participação dos militares brasileiros na 2ª Guerra Mundial. A data refere-se à Tomada de Monte Castello, um objetivo estratégico contra o Exército alemão, a fim de garantir a evolução dos Aliados para o Norte da Itália. Não foi uma tarefa fácil.

Antes, os brasileiros já haviam tentado obter êxito nos dias 24, 25 e 29 de novembro, e também em 12 de dezembro de 1944. Além da artilharia inimiga do alto da montanha, os brasileiros enfrentaram o inverno rigoroso na Europa.

Setenta e cinco anos após aquele episódio, ex-combatentes da Força Expedicionária Brasileira (FEB) lembram em detalhes aqueles momentos, como o então cabo Vasco Duarte Ferreira, que tinha apenas 20 anos de idade quando foi para o front de batalha. Ele atuou como radiotelegrafista. “Era uma montanha sobre uma outra montanha. Eu carregava o equipamento que pesava mais de 10 quilos com uma antena de mais de três metros”, diz o pracinha às vésperas de completar 96 anos de idade.

Confira essa e outras histórias sobre a Tomada de Monte Castello no especial  Vitória no inverno: os 75 anos da Tomada de Monte Castello.

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Tóquio inicia estado de emergência na iminência da Olimpíada

Abertura dos Jogos está programada para 23 de julho

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© Reuters/Kim Kyung-Hoon/Direitos Reservados

A cidade de Tóquio, sede da Olimpíada que começa neste mês, entrou em um novo estado de emergência para conter a covid-19 nesta segunda-feira (12), menos de duas semanas antes de os Jogos começarem, em meio a dúvidas sobre a possibilidade de as medidas conterem um aumento de casos da doença.

Na semana passada, os organizadores anunciaram que os espectadores serão proibidos em quase todos os locais de competição. Os espectadores estrangeiros já haviam sido barrados meses atrás, e agora as autoridades estão pedindo aos moradores que assistam o evento pela televisão para manter a circulação de pessoas, que poderia disseminar o contágio, no mínimo.

Pesquisas de opinião mostram de forma contínua que o público japonês está preocupado com a realização da Olimpíada durante a pandemia.

A maneira como o primeiro-ministro Yoshihide Suga lida com a pandemia –incluindo uma distribuição de vacinas inicialmente lenta– mina seu apoio. A questão é especialmente delicada antes de uma eleição nacional e da definição da liderança do partido governista no final deste ano.

“Pediríamos às pessoas que apoiem os atletas de casa”, disse o secretário-chefe de gabinete, Katsunobu Kato, em um programa de televisão dominical.

Os Jogos, adiados em um ano por causa da pandemia, ocorrerão de 23 de julho a 8 de agosto, e o estado de emergência – o quarto da capital – dura até 22 de agosto, pouco antes do início da Paralimpíada.

O governo e os organizadores veem os Jogos há tempos como uma chance de exibir a recuperação japonesa de um terremoto e uma crise nuclear devastadores ocorridos em 2011.

No sábado (10), o governador do município de Fukushima, o local de um desastre nuclear, disse que os espectadores também serão proibidos nos jogos locais de softball e beisebol, revertendo uma decisão anterior.

Novak Djokovic, o tenista número um do mundo, disse no domingo que está dividido a respeito da participação na Olimpíada de Tóquio desde a decisão dos organizadores de impedir a presença dos torcedores e de limitar o número de pessoas que ele pode levar ao evento.

Alguns dos maiores nomes do tênis, como Rafael Nadal, Dominic Thiem, Stanislas Wawrinka, Nick Kyrgios, Serena Williams e Simona Halep, já disseram que não atuarão nos Jogos.

O Japão registra mais de 815.440 casos de covid-19 e quase 15 mil mortes. Aumentos recentes em Tóquio são particularmente preocupantes em meio a uma vacinação que começou lenta e enfrenta problemas de suprimento depois de ter acelerado. Só cerca de 28% da população já recebeu ao menos uma dose de uma vacina contra covid-19.

ebc

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Gigante, deficitária e pública: assim como Correios, americana USPS é estatal

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Os Estados Unidos mantêm serviço de entrega nos mesmos moldes dos Brasil

 

Uma das promessas de campanha do presidente Jair Bolsonaro, era a privatização de empresas públicas, como os Correios. Agora, passados mais de dois anos, e com a capitalização da Eletrobras avançando no Congresso, o governo volta a dar mais atenção à venda do serviço público de entregas.

O plano é vender 100% do capital da estatal, segundo o secretário especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia, Diogo Mac Cord, em entrevista ao jornal O Globo desta segunda-feira (6).

No entanto, o plano enfrenta resistência de funcionários, associações, políticos e até do procurador-geral da República (PGR), Augusto Aras, que considera inconstitucional a venda de todos os serviços dos Correios, já que se trata de um serviço essencial e, por isso, deve ter sua universalização garantida pelo Estado.

O problema, segundo a equipe econômica, é que o negócio dos Correios não é sustentável financeiramente. Até voltou a dar lucro há dois anos, após um período de prejuízos seguidos, que foi de 2015 a 2017, mas não significa que está numa situação confortável, já que precisou receber aportes do Tesouro Nacional e contrair dívidas altíssimas durante os anos no vermelho.

Cenário não é exclusividade do Brasil

Essa discussão delicada não é exclusividade do Brasil, apesar da leva de privatizações em serviços postais, vista durante os anos 1990, sobretudo em países europeus.

Os EUA, por exemplo, mantêm o Serviço Postal dos Estados Unidos (USPS), fundado em 1775. Uma instituição totalmente estatal, responsável por entregar correspondências e mercadorias em todo o país.

Ao todo, são mais de 34 mil agências em território americano, com quase 496 mil funcionários, quatro vezes mais do que no Brasil. Em assim como os Correios, o USPS é custeado pela receita do seu serviço de entrega de cartas, um negócio que não é rentável há anos nem lá, nem aqui.

A estrutura de entregas gerou uma receita superior a US$ 73 bilhões (cerca de R$ 379 bi) no ano passado, mas, ainda assim, a companhia americana registrou prejuízo de US$ 9,2 bilhões no período.

Por conta dessas perdas, também são frequentes nos EUA as discussões sobre a reestruturação do negócio ou sobre uma eventual privatização. Mais recentemente, a venda do USPS para a iniciativa privada voltou ao foco durante a gestão do ex-presidente Donald Trump, mas não avançou.

Um dos principais motivos do fracasso dessa ideia é que ela mexe com o emocional dos americanos, que, de alguma forma, se veem representados no serviço de entregas. No ano passado, uma pesquisa da consultoria Morning Consult mostrou que o USPS é a marca mais querida nos EUA, numa lista de cinquenta outras, como Google, UPS, Amazon, Netflix, Fedex, Oreo e Kellogg’s.

Para o ranking, a consultoria criou o Índice de Amor à Marca, formado por métricas como confiança e impacto na comunidade.

Nos EUA, o serviço de entregas também não é exclusividade do setor público e há outras diversas empresas que oferecem o serviço. Entre as mais conhecidas estão as nacionais FedEx e United Parcel Service (UPS).

 

FONTE: CNN

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MUNDO: Esposa furiosa destrói Porsche de R$ 10 milhões, Ferrari, Mercedes e BMW em discussão no estacionamento

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Mulher usou um Série 3 para atingir diversos veículos após brigar com marido

 

O famoso paradoxo “o que acontece quando uma força imparável encontra um objeto imóvel” ganhou uma — caríssima — representação física na China este mês. Imagens que circulam na internet mostram o resultado de um ataque de fúria que destruiu alguns milhões em superesportivos dentro de um estacionamento.

As informações são um pouco inexatas, mas tudo indica que uma esposa irritada após brigar com o marido transformou seu BMW Série 3 em um aríete, atingindo diversos veículos.

Na colisão mais (financeiramente) catastrófica o sedã acertou a lateral de uma Ferrari GTC4 Lusso, que por sua vez foi empurrada contra um raríssimo Porsche 918 Spyder — o modelo híbrido, no Brasil, não sai por menos de R$ 10 milhões.

O hiperesportivo híbrido ainda atingiu uma motocicleta da BMW e um Mercedes Classe E. Como a traseira do Série 3 também está danificada, especula-se que o modelo tenha acertado outros veículos antes da batida derradeira.

Há poucos detalhes dos prejuízos, mas considerando as imagens é inevitável que tanto a Ferrari quanto o Porsche vão precisar passar por consertos caríssimos. O 918 Spyder tem peças feitas por encomenda e tem uma manutenção específica, incluindo a troca de óleo mais exclusiva do Brasil.

Danos na traseira do Série 3 indicam que ele acertou outros carros antes de bater na Ferrari — Foto: Reprodução

FONTE: AUTOESPORTE

 

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