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27ª rodada marca seis meses do Distanciamento Controlado e traz três regiões em vermelho

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GOV/RS


O Gabinete de Crise indeferiu, nesta segunda-feira (9/11), os dois pedidos de reconsideração enviados ao mapa preliminar da 27ª rodada do modelo de Distanciamento Controlado. Sendo assim, o Rio Grande do Sul fica com três regiões em bandeira vermelha, 16 bandeiras laranjas e duas bandeiras amarelas.

Na terça-feira (10/11), quando começa a vigência da 27ª rodada, se completam seis meses do modelo de Distanciamento Controlado, que entrou em vigor dia 10 de maio. As bandeiras da 27ª semana são válidas até as 23h59 de segunda-feira (16/11).

As regiões em bandeira vermelha são Cruz Alta, Ijuí e Santo Ângelo. A região de Cruz Alta não contestou a classificação preliminar em risco epidemiológico alto. As regiões de Ijuí e Santo Ângelo entraram com pedidos de reconsideração, que foram indeferidos depois da análise do Gabinete de Crise.

Os recursos foram indeferidos devido à significativa piora em diversos indicadores da macrorregião Missioneira, mas igualmente nos números locais das regiões de Ijuí e Santo Ângelo. Ainda que a ocupação de leitos esteja relativamente baixa, se percebe um número crescente e mais elevado em relação a semanas anteriores, de acordo com o Comitê de Dados.

A região Covid de Santo Ângelo, na quinta-feira (5/11), tinha apenas dois leitos livres de UTI, ante oito na semana anterior, e viu aumentar de 12 para 17, de uma quinta-feira para outra, o total de pacientes com Covid-19 necessitando de tratamento intensivo. O número de internações em leitos clínicos de pacientes Covid-19 também aumentou.

Na região de Ijuí, os casos de internação em leitos clínicos aumentaram ao longo da semana – de 24 para 33. Houve, ainda, seis óbitos nos últimos sete dias.

Veja o mapa definitivo em https://distanciamentocontrolado.rs.gov.br

Das 21 regiões Covid, apenas Uruguaiana, Bagé e Guaíba não aderiram ao sistema compartilhado. As outras 18 já adotam protocolos alternativos às bandeiras definidas pelo governo – Cachoeira do Sul, Canoas, Capão da Canoa, Caxias do Sul, Cruz Alta, Erechim, Ijuí, Lajeado, Novo Hamburgo, Palmeira das Missões, Passo Fundo, Pelotas, Porto Alegre, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Santa Rosa, Santo Ângelo e Taquara.

Os planos regionais aprovados estão disponíveis em https://planejamento.rs.gov.br/cogestao-regional

Regra 0-0

Conforme o mapa preliminar da 27ª rodada, 57 municípios (do total de 497) estão classificados em bandeira vermelha, somando 681.771 habitantes, o que corresponde a 6% da população gaúcha (total de 11,3 milhões de habitantes).

Desses, 29 municípios (117.630 habitantes, 1% da população gaúcha) podem adotar protocolos de bandeira laranja, porque cumprem os critérios da Regra 0-0, ou seja, não têm registro de óbito ou hospitalização de moradores nos últimos 14 dias, desde que a prefeitura crie um regulamento local.

Além disso, do total de 401 municípios em bandeira laranja (10.223.019 habitantes, 90,2% da população do RS), 219 (1.237.830 habitantes, 10,9% da população em bandeira laranja) podem adotar protocolos de bandeira amarela.

Em bandeira amarela, se encontram 39 municípios (424.815 habitantes, 3,7% da população do RS), dos quais 33 (143.636 habitantes, 1,3% da população) não registram óbitos nem hospitalizações.

• Clique aqui e acesse e a lista de municípios que se enquadram na Regra 0-0.

Atividades presenciais nas escolas

As regiões de Cruz Alta, Ijuí e de Santo Ângelo estão impedidas de manter as atividades presenciais nas escolas, uma vez que foram classificadas como bandeira vermelha nesta 27ª rodada. As outras 18 regiões Covid estão autorizadas a retomar ou manter as aulas presenciais.

Eventos de grande porte só podem ser retomados em municípios que autorizaram e que estão no processo de retomada escolar. A condição foi estabelecida como forma de elencar uma prioridade na retomada de atividades.

As atividades presenciais nas escolas de Educação Infantil foram retomadas em 8 de setembro. No dia 21 de setembro, foi a vez das instituições de Ensino Superior, Ensino Médio e Ensino Técnico. O Ensino Médio estadual iniciou o retorno em 20 de outubro, e as demais etapas (Ensino Fundamental) puderam ser retomadas em 28 de outubro.

REGIÕES EM BANDEIRA VERMELHA (3)
Cruz Alta (em cogestão)
Ijuí (em cogestão)
Santo Ângelo (em cogestão)

REGIÕES EM BANDEIRA LARANJA (16)
Cachoeira do Sul (em cogestão)
Canoas (em cogestão)
Capão da Canoa (em cogestão)
Caxias do Sul (em cogestão)
Guaíba
Lajeado (em cogestão)
Novo Hamburgo (em cogestão)
Passo Fundo (em cogestão)
Palmeira das Missões (em cogestão)
Pelotas (em cogestão)
Porto Alegre (em cogestão)
Santa Cruz do Sul (em cogestão)
Santa Maria (em cogestão)
Santa Rosa (em cogestão)
Taquara (em cogestão)
Uruguaiana (em cogestão)

REGIÕES EM BANDEIRA AMARELA (2)
Bagé
Erechim (em cogestão)

• Clique aqui e acesse o levantamento completo da 27ª rodada do Distanciamento Controlado após a análise de reconsiderações.

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Deputados Classmann, Ernani e Zilá comemoram anúncio do Governo do RS de mais de R$ 200 milhões em investimentos na infraestrutura da região

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Por articulação dos deputados Aloísio Classmann, Ernani Polo e Zilá Breitenbach, governo anuncia recursos para melhoria de estradas estaduais

 

Na tarde desta quarta-feira (09), durante cerimônia no Palácio Piratini, o governador do Estado, Eduardo Leite, lançou o Programa Avançar, visando mais investimentos na infraestrutura do RS.

No Estado, o Plano de Obras, prevê investimentos da ordem de R$1,3 bilhão, sendo que para a região Noroeste, Celeiro, Missões e Planalto Médio, estão previstos investimentos de mais de R$ 200 milhões, que vão ser utilizados para conserva e restauração de rodovias já pavimentadas, acessos municipais e ligações regionais, sendo que, em alguns casos, em municípios sem acessos asfálticos, os projetos vão ser atualizados, para posteriormente serem viabilizados recursos para a execução da obra.

Na Região 7 (R7), que abrange 77 municípios das regiões Corede Noroeste Colonial, Celeiro, Missões e Fronteira Noroeste, a previsão de investimento é de R$ 202,3 milhões.

No total, o plano inclui a conclusão de 28 acessos municipais e 20 ligações regionais, além da elaboração de 39 projetos executivos, do pagamento de 39 convênios em vigor em diferentes cidades do Estado e da recuperação e conservação de rodovias.

Para organizar o cronograma de investimentos e de execução dos trabalhos, o plano de obras se vale da divisão em nove regiões funcionais do Departamento Autônomo de Rodagem (Daer). A abrangência das regiões está detalhada com base nos Conselhos Regionais de Desenvolvimento (Coredes).

 

FONTE: ASSESSORIA DE IMPRENSA – DEPUTADO ALOISIO CLASSMANN

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Justiça condena Vale a pagar R$ 1 milhão para cada trabalhador que morreu em rompimento de barragem em Brumadinho

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Indenização, de acordo com a determinação, deverá ser recebida por espólios ou herdeiros.

 

A Justiça do Trabalho condenou a mineradora Vale a pagar indenização de R$ 1 milhão por danos morais para cada trabalhador que morreu no rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

O desastre aconteceu no dia 25 de janeiro de 2019 e matou 270 pessoas.

A decisão desta quarta-feira (9) é da juíza titular da 5ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Betim, Vivianne Celia Ferreira Ramos Correa. A indenização, de acordo com ela, deverá ser recebida por espólios ou herdeiros das vítimas que, segundo o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Extração de Ferro e Metais Básicos de Brumadinho e Região, são 131.

A ação beneficia apenas às famílias de 131 trabalhadores porque eles eram ligados diretamente à Vale, e a ação foi impetrada pelo sindicato.

“À luz dos fundamentos expostos, nos autos da Ação Civil Pública interposta por SINDICATO DOS TRABALHADORES NA INDÚSTRIA DA EXTRAÇÃO DE FERRO E METAIS BÁSICOS DE BRUMADINHO E REGIÃO em desfavor de VALE S.A., rejeito as preliminares eriçadas e, no mérito, julgo PROCEDENTE o pedido para condenar a Requerida a pagar indenização por danos morais no importe de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais) por vítima fatal, aos espólios/herdeiros dos empregados substituídos para reparação do dano-morte experimentado em decorrência do rompimento da barragem da Mina do Córrego do Feijão em Brumadinho-MG”, determina a magistrada na sentença.

Vivianne ainda enfatizou:

“Todavia, considerado na natureza do bem ofendido e que o dano-morte decorre da própria ofensa, é impertinente pesquisa envolvendo intensidade do sofrimento ou da humilhação, possibilidade de superação física ou psicológica, os reflexos pessoais e sociais da ação ou da omissão, a extensão e a duração dos efeitos da ofensa, as condições em que ocorreu a ofensa ou o prejuízo moral, ocorrência de retratação espontânea, o esforço efetivo para minimizar a ofensa e o perdão, tácito ou expresso e o grau de publicidade da ofensa. A culpa é em grau gravíssimo”, define.

A determinação é de primeira instância e a mineradora pode recorrer da decisão.

Procurada pela TV Globo, a Vale disse que “é sensível à situação dos atingidos pelo rompimento da barragem B1 e, por esse motivo, vem realizando acordos com os familiares dos trabalhadores vítimas desde 2019, a fim de garantir uma reparação rápida e integral”.

Leia a resposta na íntegra:

“A Vale é sensível à situação dos atingidos pelo rompimento da barragem B1 e, por esse motivo, vem realizando acordos com os familiares dos trabalhadores desde 2019, a fim de garantir uma reparação rápida e integral. As indenizações trabalhistas têm como base o acordo assinado entre a empresa e o Ministério Público do Trabalho, com a participação dos sindicatos, que determina que pais, cônjuges ou companheiros(as), filhos e irmãos de trabalhadores falecidos recebem, individualmente, indenização por dano moral. Há, ainda, o pagamento de um seguro adicional por acidente de trabalho aos pais, cônjuges ou companheiros(as) e filhos, individualmente, e o pagamento de dano material ao núcleo de dependentes. Também é pago o benefício de auxílio creche no valor de R$ 920 mensais para filhos de trabalhadores falecidos com até 3 anos de idade, e auxílio educação no valor de R$ 998 mensais para filhos entre 3 e 25 anos de idade. Por fim, é concedido plano de saúde vitalício aos cônjuges ou companheiros(as) e aos filhos até 25 anos. Desde de 2019, já foram firmados acordos com mais de 1,6 mil familiares de vítimas. Entre indenizações cíveis e trabalhistas, já foram pagos mais de R$ 2 bilhões.

A empresa informa que analisará a decisão da 5ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Betim.”

 

FONTE: G1

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Cotrirosa reestrutura áreas que priorizam seus associados

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Desde que a atual administração assumiu a gestão da Cooperativa Tritícola Santa Rosa Ltda – Cotrirosa, março de 2021, iniciou-se um planejamento estratégico com análise do sistema de gestão dos diversos negócios, visando o fortalecimento e crescimento da Cooperativa e, consequentemente, dos associados.

A prioridade nesse novo modelo de gestão, está nas áreas que atendem diretamente os associados, com destaque para a área técnica que passa a ter posição de gerência, e segue sob a responsabilidade do Engenheiro Agrônomo, Jairton Dezordi. Sidinei Lodi, que a partir de agora reforça o quadro de funcionários da Cooperativa, assume como responsável pela rede de lojas agropecuárias e comercialização de insumos. A área conta também com a colaboração de Alisson Grzeca. Grãos e postos de combustíveis continuam sob responsabilidade de Nereu Rohleder. O setor de varejo e agroindústria permanecem no comando de Dilmar Hofferber.

Para o presidente da Cotrirosa, Clenir Antonio Dalcin, o foco da diretoria é o associado, motivo da existência da cooperativa. “Nossos esforços estão concentrados em valorizar e aproximar ainda mais os associados da cooperativa, com ações que beneficiam as famílias, gerando resultados econômicos e sociais que contribuem para o fortalecimento da nossa região e do cooperativismo”.  Clenir reforça ainda, que todas as ações fazem parte do planejamento estratégico da Cotrirosa e que tem a importante colaboração do grupo interno e o assessoramento da Consultoria Bateleur, para desenvolver uma gestão profissional, transparente e com resultados tanto para os associados como para a cooperativa.

A Cotrirosa, que em junho deste ano completa 53 anos de fundação, conta com 6.283 associados, atua em 18 municípios com 25 unidades e emprega cerca de 1.100 funcionários.

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