Blues, pai dos filhos que ouvimos!

Onde quer que estejam os escravos do século 19, devem estar orgulhosos vendo a proporção grandiosa que ganharam suas músicas de trabalho durante os dias cansativos nas plantações.

O bem merecido acompanhamento instrumental firmou o gênero e a nota fora no violão embala com charme a melancolia de seu estilo. Sua dimensão foi fundamental para destrinchar o tabu do preconceito negro americano perante os demais e foi uma forte nascente de demais gêneros como folk , funk, country, hip-hop, soul, disco, nosso queridinho Rock n’ Roll e outros muitos.

 

Aliás, a expressão rock’n’roll, foi criada em 53 por Alan Freed ( disc-jóquei) da frase “My baby she rocks me steady roll” (Minha querida me embala com um ritmo constante) de um blues raiz chamado My Daddy Rocks Me. E aos amantes de Rock Progressivo, tmbém pode não ser novidade, mas a banda  Pink Floyd carrega esse nome por ser um agrado de Syd Barret a dois  monstros do  estilo, Floyd Counci e Pink Anderson.

 

Existem também alguns filmes fantásticos relacionados que merecem ser lembrados pelo conjunto da obra como Redemption Road , Black Snake Moan, Honeydripper, Crossroads, Cadilac Records , Lackawanna Blues, etc.

 

Olha meus caros, são muitos monstros no gênero, vale a pena conferir alguns álbuns. Acho difícil que não vá sentir que os minutos que levou para ouvir valeram a pena. Então além de qualquer música de Robert Johnson ficam aí mais algumas dicas:

 

John Lee Hooker- House of the Blues

Buddy Guy – Stone Crazy

Mississippi John Hurt – 1928 Sessions

Muddy Wattes – Marijuana Blues, At Newport

B.B. King –  Live at the Regal, Live & Well, Indianola Mississippi Seeds …

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