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17 estados afirmam que não vão exigir prescrição médica para vacinação infantil

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Ministério da Saúde quer que imunização das crianças de 5 a 11 anos contra a Covid-19 seja realizada com a autorização dos pais ou responsáveis e com apresentação de pedido médico De acordo com um levantamento realizado pela CNN, 17 estados informaram que não irão pedir prescrição médica para vacinar crianças de 5 a 11 anos. O entendimento vai na contramão do que quer o Ministério da Saúde, que na última sexta-feira (24) publicou um documento afirmando que a imunização dessa faixa etária deverá ser realizada com a autorização dos pais ou responsáveis e com a apresentação do pedido médico.

Até o momento, os governos estaduais que afirmaram que não exigirão prescrição para vacinar crianças são os de: Pernambuco, Bahia, Ceará, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, Maranhão, Espírito Santo, Pará, Acre, Paraná, Paraíba, Goiás, Sergipe, Piauí, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul.

Enquanto isso, oito estados informaram que ainda vão decidir sobre o assunto ou irão seguir o que determinará o Programa Nacional de Imunizações (PNI). São eles: Rio Grande do Norte, Amazonas, Tocantins, Roraima, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Alagoas e o Distrito Federal.

Rondônia e Amapá ainda não responderam aos questionamentos da equipe da CNN.

Na última sexta-feira (24), em reunião do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass), o órgão decidiu que não vai seguir a recomendação de prescrição médica para vacinação infantil. Na manifestação, o conselho diz que não será necessária a apresentação “de nenhum documento médico recomendando que tomem a vacina”.

A vacinação contra a Covid-19 para as crianças de 5 a 11 anos é defendida por médicos, especialistas e autoridades estaduais de saúde. Os resultados preliminares de uma pesquisa da Fiocruz também mostram que mais de 80% dos pais querem vacinar os filhos contra o coronavírus. No entanto, o assunto é controverso dentro do Palácio do Planalto.

Nesta segunda-feira (27), o presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que a filha dele, de 11 anos, não será vacinada contra o coronavírus. Apesar da posição do presidente e da consulta feita pelo Ministério da Saúde, a pasta já recomendou a vacinação de crianças de 5 a 11 anos.

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, na última sexta-feira (24), que o governo federal explique em cinco dias a exigência de prescrição médica para a vacinação infantil contra a Covid-19.

De acordo com a Anvisa, a dosagem da vacina para esta faixa etária será ajustada e menor (um terço) que aquela utilizada por maiores de 12 anos. A proposta é ter frascos diferentes, com dosagem específica para cada grupo. Os frascos serão diferenciados pela cor, roxa para adultos e adolescentes e laranja para crianças, de acordo com a Pfizer.

FONTE:CNN

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Estado americano aprova pena de morte para condenados por estupro contra menores de idade

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Foto: AP Photo/George Walker IV, File
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O estado do Tennessee, nos Estados Unidos, aprovou uma nova legislação que permite a imposição da pena de morte para condenados por estupro de crianças. Assinada pelo governador republicano Bill Lee em maio, a lei entrará em vigor em 1º de julho deste ano, embora seja inaplicável atualmente devido a uma decisão da Suprema Corte dos EUA de 2008, que proibiu a pena de morte em casos de estupro infantil.

Anteriormente, o Tennessee permitia a pena de morte para estupradores de crianças, mas essa disposição tornou-se inconstitucional após a decisão da Suprema Corte. A nova legislação, apoiada pela maioria republicana no legislativo estadual, é vista como uma forma de pressionar a corte a reverter sua posição.

Segundo a Associated Press, políticos estaduais esperam que a atual maioria conservadora na Suprema Corte possa levar a uma reversão da decisão histórica de 2008, semelhante ao que ocorreu recentemente com a decisão Roe vs. Wade sobre o aborto.

A senadora republicana Janice Bowling afirmou recentemente que estão desafiando uma decisão anterior e sugeriu que a mudança no clima político da Suprema Corte poderia favorecer essa reversão. O governador Bill Lee, ao assinar a lei, enfatizou a gravidade dos crimes contra crianças como justificativa para essa legislação.

Nos Estados Unidos, a pena de morte geralmente é reservada para crimes que resultam na morte da vítima ou são considerados traição contra o governo. No entanto, a Suprema Corte tem reiterado que a aplicação da pena capital para crimes sexuais, incluindo estupro de crianças, é excessivamente severa, como decidiu em 2008.

Em estados como a Flórida, uma legislação semelhante foi promulgada em 2023, e promotores já buscam aplicar a pena de morte em casos de abuso sexual infantil. Atualmente, todas as execuções no Tennessee estão suspensas devido a problemas identificados no processo de injeção letal após um relatório crítico de 2022.

O caso Kennedy vs. Louisiana, decidido pela Suprema Corte em 2008, estabeleceu um precedente nacional contra a aplicação da pena de morte para crimes sexuais nos Estados Unidos. Desde então, a proibição tem sido mantida em vigor em todo o país.

Fonte: G1

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No Brasil, 62 jovens são assassinados por dia

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Foto: Haeckel Dias/Polícia Civil
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A cada dia, 62 jovens são vítimas de homicídio no Brasil, uma realidade alarmante que desafia as autoridades a evitar a cooptação de novas gerações pelo crime organizado e a proteger grupos mais jovens da vitimização. Em 2022, quase metade (49,2%) dos 46,4 mil homicídios registrados no país foram de pessoas entre 15 e 29 anos.

Esses dados foram revelados na nova edição do Atlas da Violência, um relatório anual produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em colaboração com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Segundo o documento, em 2022, a cada cem mortes de jovens no Brasil, 34 foram por homicídio, muitos deles cometidos com armas de fogo.

Ao longo dos últimos onze anos (2012-2022), 321,4 mil jovens entre 15 e 29 anos foram vítimas de violência letal no país, predominantemente homens negros. Esses jovens, muitos dos quais são de áreas periféricas, são frequentemente recrutados pelo crime organizado, abandonam a escola precocemente e veem poucas oportunidades no mercado de trabalho, como destaca Samira Bueno, uma das coordenadoras do Atlas e diretora executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

A taxa de homicídios para essa faixa etária foi de 46,6 a cada 100 mil habitantes em 2022, representando uma redução de 4,9% em relação ao ano anterior. Apesar dessa queda, essa taxa ainda é muito superior à média nacional de 21,7 homicídios para cada 100 mil habitantes.

Samira ressalta que, especificamente para homens jovens entre 15 e 29 anos, a taxa de homicídios é quatro vezes maior, alcançando 86,7 por 100 mil habitantes. Além disso, nos últimos anos, essas mortes não estão mais concentradas apenas nas grandes capitais, mas também em cidades menores, onde o crime organizado expandiu suas operações.

O relatório destaca um crescimento significativo da taxa de homicídio juvenil em estados como Piauí (64,6%), Bahia (23,5%) e Amazonas (19,5%) em 2022, enquanto Distrito Federal, São Paulo e Goiás registraram as maiores reduções nessa taxa.

São Paulo teve a menor taxa de homicídios para jovens em 2022 (10,8), seguido por Santa Catarina (13,3) e Distrito Federal (19,3). Em contraste, Bahia (117,7), Amapá (90,2) e Amazonas (86,9) apresentaram os maiores indicadores de letalidade para essa faixa etária.

Em relação à vitimização racial, pessoas negras (pretas e pardas) corresponderam a 76,5% do total de homicídios registrados no país em 2022, com uma taxa de 29,7 homicídios por 100 mil habitantes desse grupo. Em comparação, a taxa para pessoas não negras (brancas, indígenas e amarelas) foi de 10,8 homicídios por 100 mil habitantes.

O Atlas da Violência destaca que, entre 2012 e 2022, os homicídios de jovens resultaram em uma perda de 15,2 milhões de anos potenciais de vida perdidos, com armas de fogo sendo responsáveis pela maior parte dessas mortes prematuras.

Esses números refletem uma tragédia evitável que requer políticas públicas mais eficazes para reduzir a violência e proteger a juventude brasileira.

Fonte: Estadão

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Homem ganha luva com dedos impressos em 3D depois de acidente de trabalho

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Foto: Open Bionics
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Um homem de 52 anos se tornou o primeiro do mundo a experimentar uma luva com dedos impressos em 3D, após um acidente de trabalho onde perdeu quatro dedos.

Desde o incidente há uma década, Michael Altheim finalmente recuperou a capacidade de segurar e manipular objetos, graças à luva chamada Hero Gauntlet, controlada pelo movimento de seu pulso.

“Quando coloquei a Hero Gauntlet e movi meu pulso, meus dedos se moveram junto com ele – pensei: ‘Ah, sim, isso funciona'”, compartilhou Michael. A luva é personalizada para ele e também é à prova d’água.

O acidente aconteceu enquanto Michael trabalhava com uma máquina industrial para lixar um campo esportivo. Um incidente prendeu sua luva na esteira da máquina, resultando na amputação dos dedos.

Agora, após uma década, Michael se destaca como pioneiro ao utilizar essa luva revolucionária, desenvolvida pela empresa britânica Open Bionics, especializada em robótica para reabilitação.

Ele descreveu a experiência com a luva como incomparável com qualquer outra solução anterior que tentou. “As soluções anteriores eram pesadas, com operação limitada e não à prova d’água”, explicou.

Com a nova luva, ele pode realizar tarefas como dobrar uma toalha ou segurar objetos grandes e pesados que anteriormente eram difíceis. “Nunca pude segurar corretamente uma chave de fenda ou um amarelo, mas agora posso usá-los perfeitamente sem problemas”, comentou com bom humor.

O protótipo da luva foi feito sob medida para a amputação de Michael, utilizando digitalização e impressão 3D. Durante os testes, ele continuou a se surpreender com a funcionalidade da luva, que foi ajustada para suas necessidades específicas.

Além de ser à prova d’água, a tecnologia proporciona conforto e funcionalidade para uso diário, melhorando significativamente sua qualidade de vida.

Para Samantha Payne, diretora de operações e cofundadora da Open Bionics, ver o impacto positivo imediato dessa tecnologia nas atividades diárias de Michael é uma grande realização.

“A empresa está colaborando com grupos em toda a Alemanha para oferecer essa tecnologia a pessoas com amputações parciais das mãos”, acrescentou.

Fonte: Só notícia boa

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