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Esportes

15 curiosidades sobre Roger Federer, o tenista mais rico do mundo

Pável Bauken

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Com uma fortuna estimada em US$ 450 milhões, Roger Federer é hoje o jogador mais bem pago do mundo. Aos 38 anos, o tenista é considerado um dos mais bem-sucedidos de todos os tempos — tanto pelas suas conquistas no esporte quanto pelos contratos de patrocínio com grandes empresas.

Desde 2003, Federer conquistou mais de 20 títulos de Grand Slam (os quatro torneios de tênis mais importantes do mundo). Apenas em 2019, ele foi o vencedor do Dubai Championships e do Miami Open, saindo da sétima para a terceira posição no ranking da ATP.

Além dos torneios, outro fator a impulsionar a fortuna do atleta são os contratos de patrocínio entre Federer e grandes empresas. Ao longo dos anos, o atleta acumulou um patrimônio líquido de US$ 450 milhões, segundo o Business Insider. Em 2018, por exemplo, ele fechou um contrato de US$ 300 milhões com a marca de roupas japonesa Uniqlo. Além disso, é embaixador da Rolex e teve uma longa parceria com a Nike.

Confira abaixo 15 curiosidades sobre o tenista:

– Ele faz sucesso desde os oito anos — idade em que começou a jogar tênis. Nascido em Basel, na Suíça, em 8 de agosto de 1981, foi encorajado pelos pais Robert Federer e Lynette Du Rand a praticar o esporte.

– Aos 14 anos, Federer tornou-se campeão nacional júnior na Suíça e, em 1998, ganhou o título júnior de Wimbledon.

– O grande marco para o tenista foi em 2003, quando ganhou seu primeiro título de Grand Slam, vencendo Mark Philippousis em Wimbledon. Pelo torneio, ele recebeu £ 575 mil.

– Federer é um dos embaixadores mais conhecidos da Rolex. O primeiro contrato de patrocínio com a empresa foi estimado em US$ 15 milhões.

– Em 2008, o tenista assinou um contrato com a Nike, válido por dez anos. O valor contratual foi de aproximadamente US$ 120 milhões.

– Uma polêmica: o tenista trocou o acordo com a Nike por uma marca menos conhecida, Uniqlo, com valor estimado em US$ 300 milhões.

– Federer diz ter vontade de aprender a tocar piano para surpreender a esposa.

– Em 2009, o tenista fechou uma parceria com o Credit Suisse. Na época, a empresa se recusou a comentar o valor do contrato, que foi estimado em cerca de US$ 20 milhões.

– Há 16 anos, o atleta inaugurou a Fundação Roger Federer, uma instituição de caridade que ajuda crianças na África.

– Como atleta dedicado, ele gasta muito dinheiro em seu equipamento. Suas raquetes são feitas pela P1, uma empresa que tem também Novak Djokovic e Andy Murray como clientes.

– Em 2014, Federer concluiu a construção de uma mansão moderna no Lago de Zurique, no valor de US$ 8,1 milhões.

– Além de possuir outras propriedades na Suíça, ele também mantém uma cobertura em Dubai, onde passa grande parte do tempo treinando.

– O tenista tem uma coleção de carros da Mercedes-Benz — empresa de que é embaixador.

– Federer adora jantar em restaurantes de culinária italiana, japonesa e indiana.

– Um dos momentos em que passou vergonha foi ao receber o troféu pelo Wimbledon em 2007. “Fui receber o prêmio e, quando coloquei as mãos nos bolsos, percebi eles estavam para trás. Eu tinha vestido a roupa do lado contrário”, afirma Federer.

Época Negócios
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Esportes

Guga diz que filhos já disputam campeonatos infantis: ‘Sempre vou incentivar’

Pável Bauken

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Desde que se aposentou das quadras, em 2008, Gustavo Kuerten vem se dedicando à formação de talentos no tênis brasileiro. O tricampeão de Roland Garros dá sua contribuição para o desenvolvimento de novos atletas por meio da Escola Guga, do Time Guga e do Instituto Guga Kuerten, atendendo a milhares de crianças e adolescentes. Mas o futuro do tênis brasileiro pode estar em sua própria casa, se depender do ex-número 1 do mundo.

Os dois filhos do ex-atleta catarinense, Luiz Felipe, de sete anos, e Maria Augusta, de oito, já estão se acostumando com as raquetes e as bolinhas. E o pai orgulhoso não nega que incentiva as práticas. Até leva a dupla para torneios de iniciantes.

“Eles estão se encantando com o tênis, gostam bastante. O menino brinca um pouquinho e fui nos campeonatinhos para já iniciar esse lado de viajar, de estar com os amigos. Um pouquinho da competição. A menina é mais dedicada ao piano. Mas também curte bastante o tênis. É uma alegria poder ver isso”, diz Guga, em entrevista coletiva para relembrar o título da Masters Cup, em Lisboa, em 2000 – o troféu garantiu ao brasileiro o topo do ranking.

Duas décadas após este feito, que envolveu vitórias sobre Pete Sampras e Andre Agassi, Guga vive novo papel no tênis. Ele tenta equilibrar seu trabalho de ex-atleta, com sua escola e o instituto, com as funções de pai.

“No começo, tinha aquela dúvida: como é que eu me relaciono com eles? Eu sou o Guga da Escola, do tênis, da carreira, ou o Guga pai? Meu Deus do céu!”, comenta, entre risos. “Aos pouquinhos, fui aprendendo a lidar com esta dinâmica. E a convivência com os filhos é bem isso, um aprendizado diário e sempre tentando fazer o melhor possível.”

Curiosamente, as crianças costumam jogar no Lagoa Iate Clube (LIC), local onde o próprio Guga treinou na infância, em Florianópolis. “Eu vim do LIC agora, deixei o meu pequeno lá. Eu, com aquela idade, e o Larri (Passos) íamos várias vezes ao LIC. Iniciei naquelas quadras do clube, arrastando a raquete para lá e para cá”, recorda.

Guga diz que, por enquanto, o tênis é uma mistura de diversão com aprendizado para Luiz Felipe e Maria Augusta. “No fim de semana, fui com a minha filha num campeonatinho. A bola da outra menina pegou na linha e ela ficou ali torcendo para ir para fora .. poxa, mas a bola foi boa. E foi difícil para ela aceitar na hora algo que não é o que a gente quer. E isso o esporte também traz para você”, afirma o tricampeão de Roland Garros.

O catarinense evita pensar no futuro, mas admite que ficaria feliz se um deles tentasse seguir carreira no esporte. “Tomara que eles continuem gostando, competindo ou não. Estando perto das quadras, para mim é sempre um privilégio e uma satisfação enorme. Com os meus filhos, se eles quiserem, eu vou incentivar ”

Estadão

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Esportes

Adiamento dos Jogos Olímpicos de Tóquio terá custo adicional de R$ 13,2 bilhões

Pável Bauken

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Os Jogos Olímpicos de Tóquio-2020, adiados para 2021 por causa da pandemia do novo coronavírus, custarão pelo menos mais US$ 2,4 bilhões (R$ 13,2 bilhões na cotação atual). Esse é o valor divulgado nesta sexta-feira pelo Comitê Organizador Local (COL), que se reuniu com autoridades do governo do Japão e da região metropolitana de Tóquio.

O custo extra é explicado pelos gastos gerados pelo adiamento do evento olímpico (R$ 8,46 bilhões) e pelo investimento necessário para garantir todas as medidas de saúde exigidas (R$ 4,75 bilhões). E o custo final dos Jogos Olímpicos pode ser ainda maior, segundo os organizadores, que preveem um orçamento adicional de reserva de R$ 1,34 bilhão.

Essas despesas a mais no orçamento chegam em um momento em que os organizadores dos Jogos e as autoridades japonesas começam a criar um entusiasmo para a realização da primeira Olimpíada adiada no pós-guerra, insistindo que este evento pode acontecer no próximo ano, mesmo se a pandemia da covid-19 não estiver sob controle.

Mas o aumento das despesas pode piorar a opinião pública no Japão, onde sondagens realizadas há poucas semanas mostraram que uma maioria da população é a favor de um novo adiamento ou do cancelamento dos Jogos.

De acordo com o Comitê Organizador, os custos adicionais dos Jogos serão divididos entre o governo japonês, a cidade de Tóquio e o próprio COL. “As despesas a mais foram calculadas de acordo com a promessa de divisão de papéis (da preparação da Olimpíada) de 2017”, afirmou Toshiro Muto, CEO do Comitê Organizador, em entrevista coletiva após a reunião desta sexta-feira.

Estadão

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Esportes

Ainda sem mudanças no formato, Fifa confirma Mundial de Clubes para 2021

Pável Bauken

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Ainda sem apresentar mudanças no formato, a Fifa confirmou nesta sexta-feira a realização do Mundial de Clubes em 2021. O torneio continuará com sete equipes, que competirão em dezembro do próximo ano, no Japão. O anúncio surpreendeu porque a entidade máxima do futebol mundial tinha a meta de lançar um novo e ampliado formato para o Mundial a partir de 2021.

O plano inicial da Fifa era realizar neste ano a última edição do torneio no formato atual, com sete equipes, sendo seis campeões continentais mais um time representante do país-sede do Mundial. A edição de 2020 foi adiada para fevereiro, no Catar, em razão da pandemia do novo coronavírus.

O atual formato vem perdendo atratividade a cada ano por conta do baixo nível técnico e da previsibilidade dos resultados. Os clubes europeus venceram as últimas sete edições e levaram a melhor em 12 dos últimos 13 campeonatos – somente o Corinthians quebrou esta série, em 2012.

A Fifa, então, passou a elaborar um novo formato, que vinha sendo planejado para 2021. O novo Mundial teria 24 clubes, com ao menos oito equipes europeias e seis sul-americanas. A ideia inicial era realizar a primeira edição da competição em junho de 2021, na China. A pandemia, contudo, acabou com os planos da entidade.

A covid-19 forçou o adiamento da Copa América e da Eurocopa para o meio do ano que vem, justamente o período em que a Fifa pretendia fazer o novo Mundial. O presidente Gianni Infantino, contudo, garante que o plano segue de pé, embora sem nova data para acontecer. “O novo Mundial segue na agenda. Nós só ainda não decidimos quando será realizado”, afirmou o principal dirigente da Fifa, após reunião do Conselho da entidade, nesta sexta.

A pandemia e os consequentes adiamentos de competições internacionais podem forçar a Fifa a adiar o novo Mundial para 2025. Isso porque o ano de 2022 terá a Copa do Mundo no Catar, entre novembro e dezembro, o que vai congestionar o calendário daquele ano. Em 2023, a China, futura sede do Mundial de Clubes, vai receber a Copa da Ásia na mesma época. E ano de 2024 terá novas edições da Copa América e da Eurocopa.

Estadão

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