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14ª CRS, divulga formas de prevenção e controle de infecções pelo novo coronavírus

Orientação para o uso consciente de máscaras de proteção e luvas de
procedimentos como forma de prevenção e controle de infecções pelo novo coronavírus
(COVID-19).

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O novo coronavírus é um agente relacionado a infecções respiratórias, que podem apresentar-se com um quadro semelhante às demais síndromes gripais. Sua transmissão, com base no conhecimento científico adquirido até o presente momento, ocorre através da entrada no trato respiratório, pelo contato com gotículas de secreções (muco nasal, por exemplo).

Isso pode acontecer através do contato direto com as secreções da pessoa infectada, pela tosse ou espirro, ou de forma indireta, pelo contato com superfícies e materiais potencialmente contaminados.

Como forma de prevenção para minimizar a exposição a patógenos, incluindo o novo coronavírus, é necessário que sejam adotadas ações para controle e prevenção por meio de atitudes comportamentais, tais como: etiqueta respiratória (conjunto de medidas que devem ser tomadas ao tossir ou espirrar) e pela higienização das mãos, além de evitar aglomerações e a permanência em locais não arejados.

Com a ocorrência de casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus (COVID-19) no Estado do Rio Grande do Sul, houve uma compra em massa de máscaras cirúrgicas e luvas de procedimento não cirúrgicos descartáveis pela população em geral, preocupada com a prevenção frente a este novo virus.

Entretanto é necessário alertar que uso indiscriminado das máscaras e luvas pode prejudicar quem realmente depende delas para se proteger, deixando os profissionais de saúde sem acesso a estes Equipamentos de Proteção Individual (EPI) para lidar com os casos suspeitos e confirmados da COVID-19.

Conforme orientações da Organização Panamericana de Saúde (OPAS), o uso de as máscaras cirúrgicas é indicado nas seguintes situações:

· pessoas com sintomas respiratórios, como tosse ou dificuldade de respirar, inclusive ao procurar atendimento médico, evitando assim expor os demais circulantes – inclusive os profissionais de saúde – as gotículas que podem ser liberadas ao tossir ou espirrar;

· profissionais de saúde e/ou pessoas que prestam atendimento a indivíduos com sintomas respiratórios;

· profissionais de saúde e/ou pessoas que prestam atendimento a indivíduos com sintomas respiratórios em ambientes com pacientes que apresentem sintomas respiratórios.

Além das indicações descritas acima, ao utilizar máscaras é necessário seguir as seguintes boas práticas de uso, remoção e descarte destes materiais: manter a máscara ajustada no rosto durante todo o tempo de uso, sem frestas entre a máscara e o rosto;

· higienizar as mãos – imediatamente e de forma adequada – antes de colocar a máscara, após remover a máscara, e durante seu o uso, sempre que a máscara for tocada com as mãos.

Tocar a máscara que se está usando com as mãos não higienizadas leva a contaminação deste equipamento; os microorganismos presentes nas mãos ali permanecerão, de forma que mesmo que se higienize suas mãos, na próxima ocasião em que tocar a máscara as mãos serão recontaminadas.

Os mesmos cuidados se aplicam ao uso das máscaras N95, que possuem maior capacidade de filtração. É importante destacar que mesmo para profissionais de saúde, seu uso é recomendado para:

· realizar procedimentos geradores de aerossóis como por exemplo, intubação ou aspiração traqueal, ventilação mecânica invasiva e não invasiva, ressuscitação cardiopulmonar, ventilação manual antes da intubação,coletas de amostras nasotraqueais.

Não há recomendação de uso das máscaras do tipo N95 pela população, mesmo em casos suspeitos ou confirmados de infecção pelo COVID-19. As luvas de procedimentos devem ser utilizadas no contexto da epidemia da COVID-19 nas seguintes situações:

· quando for necessário tocar ou prestar qualquer tipo de assistência aos pacientes com suspeita ou confirmação de infecção pelo novo coronavírus (Precaução de Contato);

· para acondicionamento e descarte de resíduos de materiais que estiveram em contato com o qualquer tipo de paciente;

· ao manipular objetos e utensílios utilizados por paciente com suspeita ou confirmação de infecção pelo novo coronavírus;

· quando houver possibilidade de contato com sangue, fluidos corporais, secreções, excreções de qualquer tipo de paciente.

Não há evidência científica de que o uso de luvas fora das situações anteriormente descritivas possa proteger contra a transmissão do coronavírus, uma vez que esse não possui capacidade de entrar no organismo através da pele íntegra; ou seja, o simples contato da pele com o vírus não acarreta em infecção, ele precisa entrar em contato com a mucosa por meio de ferimentos ou pelas vias de olhos, boca e nariz.

Este é o motivo pelo qual as orientações mais contundentes estão concentradas no reforço de medidas de higiene, uma vez que lavar as mãos com água e sabão é medida suficiente para eliminar não apenas o coronavírus, mas outros patógenos que transmitem doenças infectocontagiosas que podem estar presentes na pele.

Da mesma forma, a orientação de que não se toque olhos, boca e nariz sem a devida higiene das mãos – antes e após – pois assim evita-se que patógenos que estejam nas nossas mãos sejam levados até estas mucosas.

O uso de luvas e máscaras sem a atenção aos casos em que são recomendados e a compreensão da forma de disseminação do novo coronavírus pode gerar – além do desabastecimento do mercado de produção e comercialização – uma falsa sensação de segurança que pode agravar a transmissão comunitária, uma vez que induz o indivíduo a não observar continuamente as medidas de prevenção geral.

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Agro

Clima favorece plantio da safra de inverno no RS

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Foto: Divulgação/ Emater-Ascar
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As condições climáticas, observadas no período, favoreceram a intensificação da semeadura das lavouras de inverno no Rio Grande do Sul, especialmente de trigo. Anteriormente, essa atividade havia sido represada devido à concentração dos produtores na conclusão da safra de verão e às condições ambientais adversas (chuvas e excesso de umidade no solo), que limitavam a operação apenas nos terrenos mais secos. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado nesta quinta-feira (13/06) pela Emater/RS-Ascar, houve intensa movimentação de tratores e máquinas semeadoras, visando ampliar a extensão cultivada, considerada em atraso. Nas áreas implantadas mais precocemente, observa-se boa evolução das lavouras de trigo, embora algumas partes apresentem problemas no estande de plantas, em razão da semeadura em solo excessivamente úmido, que causou o selamento dos sulcos pela passagem dos discos das semeadoras, agravado pela ausência de chuvas após essa operação.

A área cultivada com trigo na safra 2023 no Estado foi de 1.505.807 hectares, e a produtividade foi de 1.751 kg/ha (IBGE). A Emater/RS-Ascar está realizando o levantamento de intenção de plantio para a safra 2024, que deverá ser apresentado nas próximas semanas. Preliminarmente, a tendência observada é de pequena redução, comparativamente à safra anterior. A redução da área de plantio se justifica pelos baixos preços do cereal e pela frustração de produtividade na última safra.

No caso da aveia branca, outra importante cultura de inverno, houve intensa atividade de semeadura durante o período, visando aproveitar as condições adequadas de umidade do solo. As primeiras lavouras semeadas estão em desenvolvimento vegetativo e apresentam elevada incidência de pulgões e complexo de manchas foliares, cuja proliferação é favorecida pelas altas temperaturas, atípicas para o período. A área cultivada com aveia branca na safra anterior no Estado (2023) foi de 364.989 hectares, e a produtividade foi de 1.619 kg/ha (IBGE).

A semeadura da canola está mais avançada em comparação a outras culturas de inverno, pois o período preferencial de cultivo, segundo o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), ocorre de forma antecipada em relação às demais cultivadas no mesmo período produtivo. A área cultivada com canola na safra anterior no Estado (2023) foi 77.418 hectares, e a produtividade foi de 1.474 kg/ha (IBGE). A

Cevada – É período de semeadura e os principais produtores localizam-se nas regiões do Alto Uruguai e Planalto. A área cultivada na safra anterior no Estado (2023) foi de 40.695 hectares, e a produtividade foi de 1.961 kg/ha (IBGE). A Emater/RS-Ascar está conduzindo o levantamento de intenção de plantio para a safra 2024; os resultados preliminares indicam decréscimo significativo em comparação à safra anterior. A tendência é de que, proporcionalmente, haverá a maior redução de área entre as principais culturas de inverno. Segundo os produtores, a principal razão para essa diminuição foi a frustração da safra anterior, na qual quase a totalidade dos grãos produzidos não obteve classificação comercial adequada para a indústria cervejeira.

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Destaque

Pesquisadores desenvolvem cão-robô para coletar ar tóxico em ambientes perigosos

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Foto: Divulgação/ Bin Hu
Academia Personatopo humbeto pluralNuveraFAST AÇAÍ

Pesquisadores criaram um robô canino capaz de coletar partículas de ar para análise da composição atmosférica em ambientes potencialmente perigosos. Equipado com um braço articulado, o dispositivo pode acessar locais inacessíveis aos humanos.

Durante os testes, o protótipo foi enviado a aterros sanitários, sistemas de esgoto, áreas de incêndio e depósitos de produtos químicos, onde coletou amostras de ar para detectar compostos orgânicos voláteis (VOCs) perigosos. O estudo, publicado na revista Analytical Chemistry da ACS, descreve detalhadamente os testes realizados com o robô.

Realizando tarefas que seriam arriscadas para técnicos humanos, o robô acessa ambientes com ar potencialmente tóxico e retorna as amostras para um espectrômetro de massa portátil, que permite a análise imediata da composição das amostras. O estudo demonstrou que o dispositivo realiza essas operações em menos tempo do que seria necessário para transferir as amostras a um laboratório externo.

No futuro, a equipe planeja desenvolver sistemas móveis de detecção de gases perigosos e VOCs, integrando-os a dispositivos controlados remotamente, como drones aéreos e pequenas embarcações.

Fonte: CNN Brasil

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Diretora do Vida & Saúde apresenta panorama dos hospitais filantrópicos do RS no Congresso Nacional

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portal plural nesta quarta feira (12), a diretora geral do hvs, vanderli de barros, participou de reunião com a bancada gaúcha, no congresso nacional, em brasília.
Foto: Divulgação/ HVS
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Nesta quarta-feira (12), a diretora geral do HVS, Vanderli de Barros, participou de reunião com a Bancada Gaúcha, no Congresso Nacional, em Brasília.

Na condição de presidente da Federação das Santas Casas e Hospitais Sem Fins Lucrativos, Vanderli apresentou a atual situação dos hospitais em meio a tragédia climática do Estado e as perspectivas futuras. Em sua fala, Vanderli destacou o trabalho realizado pela rede composta por 245 hospitais, apresentando a relevância da rede no atendimento à comunidade. A diretora ressaltou o impacto direto e indireto que a catástrofe climática teve sobre os hospitais e as dificuldades enfrentadas a partir deste momento.

Em pauta, esteve o pleito de recursos extraordinários para custeios dos hospitais filantrópicos gaúchos em meio ao cenário das enchentes. A reunião foi acompanhada por parlamentares gaúchos, representantes de hospitais e instituições e representações políticas do RS.

“É característica das nossas instituições assistir aos pacientes do Sistema Único de Saúde, cerca de 70% das internações dos pacientes SUS no estado são realizadas nos hospitais filantrópicos – o que é um número extremamente significativo. Garantimos o atendimento e focamos em salvar vidas neste primeiro momento, agora é hora de pensar em reconstruir e reerguer as instituições, por isso, todo o apoio de representações e lideranças se faz fundamental!”, destacou Vanderli.

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